segunda-feira, 22 de junho de 2015

"Ver: amor", novamente

Não disseram que clássico é um livro que a gente sempre volta a ler novamenter?  Novamente volto ao meu clássico contemporâneo, de todo o coração:  "Ver: Amor" , de David Grossman:
"...Ele, o dito Zalmanson, começou a rir um riso tal que melhor seria não o tivesse ouvido! Uma especie de estertor e riso e choro junto, e de repente morreu. Morreu antes de todos! E é importante que você saiba, Shleimale: o judeu Shimeon Zalmanson, meu único amigo, editor da revista infantil 'Luzinhas', morreu de rir numa câmara de gás, e estou certo de que não há morte mais adequada para um homem como ele, que acreditava que Deus só se revela às pessoas através do humor. " 

David Grossman, 'Ver:Amor', p. 235 "

sábado, 20 de junho de 2015

Lavadeiras do Jequitinhonha - Projeto Cantos de Trabalho

Cantos das Lavadeiras do Vale do Jequitinhonha, em Minas.
Sempre cantando ... que beleza!

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Mil Tom ... versões modernas de músicas de Milton Nascimento



Muito legais os discos , emocionantes mesmo ... embora as originai sejam insuperáveis!
Cada vez mais os jovens se interessam por nossas pérolas: Clube da Esquina, Tom Zé ... amo demais!
Vejam o cardápio:

DISCO 1
01) Vanguart - Clube da Esquina Nº 2
02) Aline Calixto - Vera Cruz
03) Banda Tereza - Maria Maria
04) Aláfia - Saudade Dos Aviões da Panair (Conversando No Bar)
05) Fernando Temporão - Para Lennon e McCartney
06) Karol Conka - O Rouxinol (part. Boss In Drama)
07) Pedro Morais - Travessia
08) Filarmônica de Pasárgada - Canoa Canoa
09) Tono - Lágrima do Sul
10) Pélico & Bárbara Eugênia - Paula e Bebeto
11) Rashid - Tudo Que Você Podia Ser
12) Bruno Souto - San Vicente (part. banda Chá de Pólvora)
13) Phill Veras - Paixão e Fé
14) Letuce - Sereia
15) Simonami - Caçador de Mim

DISCO 2
01) Thaís Gulin – Amor de Índio
02) Dani Black – Paisagem na Janela
03) Baleia – E Daí?
04) Orquestra Contemporânea de Olinda – Caxangá
05) Gisele De Santi – Nos Bailes da Vida
06) Selvagens à Procura de Lei – Nuvem Cigana
07) A Banda Mais Bonita da Cidade – Ponta de Areia
08) Blubell – Beijo Partido
09) Felipe Cordeiro – Cravo e Canela
10) Verônica Ferriani – Canção do Sal
11) The Outs – O Trem Azul
12) Ana Larousse – Cais
13) Tibério Azul – Canção Amiga
14) Dom Pepo – Credo
15) Los Porongas – Nada Será Como Antes

Acesse, ouça e  baixe gratuitamente  aqui

2009, O ANO QUE NÃO DEVIA EXISTIR...

Se 1958 foi o ano que não devia ter terminado...

1968 o ano que não terminou...

2008 o ano Rock's (de Caetano Veloso)


Receio que 2009 seja o ano que não deveria estar existindo... ô aninho ziquezira!

Nada está funcionando como eu esperava esse ano... nem currículos, nem encontros, nem shows do Tom Zé (!),nem reecontros, nem provas, nem vestidos ou perfumes, nem Gabriel Garcia Màrquez, nem Guimarães Rosa(!)...ou o mundo parou de girar e permaneceu de cabeça pra baixo esses quase seis meses, ou sou eu que já tive melhores humores...

Pode ser, também, uma soma de tudo isso...

Pé de pato, mangalô, três vezes!

Andar com pé eu vou que o pé acostuma a dançar, diz a canção de Tom Zé, meu lindoooo

Das Rosas (com letra)

Das Rosas, de Dorival Caymmi é a música que eu mais gosto, mas eu prefiro a versão  do violão de Baden Powell... só que ela também tem letra e eu achei essa  versão bacana dela, cantada:

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Morre Fernando Brant, que pena ...



Acaba de falecer o  Fernando Brant. Ele é um dos membros da nata do Clube da Esquina! Afora isso, chegou a me ajudar no mestrado, me enviando um material sensacional pelo correio. Como as músicas todas são a trilha sonora da minha vida desde sempre, vão continuar sendo, porém não estou aceitando muito bem essa morte ainda.

No jornal O Tempo foi divulgado assim:
"DA REDAÇÃO do Jornal o Tempo
Morreu na noite desta sexta-feira (12), aos 68 anos, no Hospital das Clínicas, o jornalista, escritor e compositor mineiro Fernando Brant, depois de complicações no fígado. O velório e o enterro do músico mineiro devem ocorrer nesse sábado (13), no cemitério do Bonfim.
Ele estava internado no Hospital das Clínicas da UFMG desde segunda-feira, quando se submeteu a uma cirurgia para transplante de fígado. Brant já havia se submetido a outra cirurgia, há dois anos, para a retirada de um tumor no órgão.
Seu envolvimento com música e literatura aumentou quando cursava a faculdade de Direito. Nessa época, conseguiu seu primeiro emprego, como escrivão do Juizado de Menores.
Clube da Esquina:No início dos anos 60, conheceu o amigo Milton Nascimento. Em 1967, Milton conseguiu convencer o então hesitante Brant a escrever sua primeira letra. Era “Travessia”, composição que, no mesmo ano, ganhou o segundo lugar no II Festival Internacional da Canção, no Rio de Janeiro, funcionando como o estopim da carreira de sucesso de Milton. Em 1969, conseguiu trabalho como jornalista na revista “O Cruzeiro”.
Nesse mesmo ano, em Belo Horizonte, Brant e os amigos começaram a articular o projeto que se tornaria o Clube da Esquina. A parceria com Milton, Lô Borges, Tavinho Moura e outros membros do Clube mostrou-se muito produtiva, gerando mais de 200 canções, entre as quais há clássicos como “San Vicente”, “Saudade dos Aviões da Panair (Conversando no Bar)”, “Ponta de Areia”, “Maria, Maria”, “Para Lennon e McCartney”, “Canção da América” e “Nos Bailes da Vida”, entre muitas outras.
Fernando Brant gravou um depoimento para o Museu do Clube da esquina contando sobre seu envolvimento com o grupo:Complicações clínicas:Fernando Brant foi diagnosticado com câncer no fígado há três anos, e foi submetido a uma cirurgia para retirada do tumor. No entanto, novos tumores foram descobertos este ano. Os médicos aconselharam o transplante.
A cirurgia ocorreu na segunda-feira quando ele recebeu um novo órgão, vindo de um doador de 15 anos.
Já na terça-feira, uma das artérias do fígado entupiu, necrosando o órgão e liberando toxinas no organismo.  Os médicos então decidiram submete-lo a um novo transplante, após a localização de um outro doador. No entanto, o músico não resistiu ao novo procedimento e morreu na noite dessa sexta-feira.
Fonte: Jornal O tempo"kkkkk

Emoticon frown

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Lista de imagens da tese RODRIGUES, Camila. "Escrevendo a lápis de cor: Infância e história na escritura de Guimarães Rosa" (2014)

Na tese  RODRIGUES, Camila."Escrevendo a lápis de cor :  Infância e história na escritura de Guimarães Rosa" que defendi  em 2014, uso mais de sessenta figuras ... como aperitivo para a tese, colo aqui a lista delas:

IMAGENS

No capítulo 1
1.1 Desenhos de escritura p.32
No capítulo 2
2.1 Desenhos do nome da rua p. 45
2.2  Estranhamento das letras p. 46
2.3 Sebastian Brant p.49
2.4 Carta Enigma p.57
2.5 Brinquedos de sabugo p.67
2.6  Dez palavras bonitas Vicente Guimarães p.71
2.7 Dez palavras bonitas Guimarães Rosa p. 72
2.8 Última aventura do Sete-de Ouros p. 76
2.9 Autorização para Vicente adaptar conto às crianças p.77
2.10 João Bolinha p. 78
2.11 Ooó do vovô p. 82
2.12 Cartão Verinha p. 87
2.13 Envelopes p. 89
2.14 Postal de Guadalajara p. 93
2.15 Postal Ditado Exato p. 94
2.16 Dia da mamãe p. 97
2.17 Teresinha de Jesus p. 100
2.18 Atinho/ratinho p.101
2.19 Rabiscos p. 102
2.20 Cartão inédito p. 105
2.21 Promessa de contar estórias p. 107
2.22 Apelidos de Vera Tess p.115
2.23 Michéu Bambéu p. 116
2.24 Pezinho p.117
2.25 Sempre neném no coração do Vovô p.119
No capítulo 3
3.1 Primeiro Caderno do aluno de poesia Oswald de Andrade p.132
3.2 Crônica de Oswald de Andrade p.133
3.3 Exemplos de Capas das séries comerciais dos Cadernos de Rosa p.139
3.4 Caixinha de armazenamento dos Cadernos de Rosa p.140
3.5 Capas infantis dos Cadernos de Rosa p. 141
3.6 Poema sobre alegria p.145
3.7 Símbolos místicos nos Cadernos de Rosa p.149
3.8 Símbolos místicos na capa das Primeiras Estórias p. 150
3.9 Pedido do autor para Luiz Jardim ilustrar Primeiras Estórias p.151
3.10 Rosa dos ventos p.153
3.11 Teoria das cores nos Cadernos de Rosa p.155
3.12 Anedota da cruz que chamava DIA p.157
3.13 Verinha fala futebol p. 159
3.14 Verinha fala devagarinho p.159
3.15 Verinha fala guardanapo p. 159
3.16 Verinha fala pipoca p. 159
3.17 Verinha fala q’ingatidão p.160
3.18  Universo infantil de Verinha p.160
3.19 Tirinha de Marvin p. 161
3.20 Definição da palavra Infante p. 162
3.21 Cadernos junto ao material da Sra. Aracy Guimarães p.170
3.22  Piadas nos Cadernos de Rosa p. 172
3.23a  A poesia do não senso de Vinicius de Moraes p.174
3.23b  A poesia do não senso de Vinicius de Moraes continuação p.174
3.24 Coisas de Victor Hugo Rubem Braga p.176
3.25 Crônica de Fernando Sabino p. 177
3.26 Verinha canta Teesinha de Jesus p.178
3.27 Verinha pede : vovô “contila” Teesinha de Jesus p.178
3.28 Verinha ameaça tirar os “ócus” do Vovô p. 179
3.29 Verinha fala “sumi” querendo  dizer “esqueci” p.179
3.30  Capa do caderno das últimas horas de vida de Rosa p.181
3.31 Último bilhete do vovô a Verinha p.182
3.32 Capa de Caderno com desenho de menina p. 184
No capítulo 4
4.1  Caracterização de Nhinhinha na capa das Primeiras Estórias p.195
4.2  A Menina de lá no Sumário das Primeiras Estórias p.196
4.3 Partida do audaz navegante na capa das Primeiras Estórias  p. 215
4.4 Partida do audaz navegante no sumário das Primeiras Estórias p. 216
4.5 Detalhe da capa de Universo num caixa de fósforos de Alexandre Rampazo p. 225
4.6 Capa de Fita Verde no cabelo 231
4.7 Ilustração de Fita Verde no cabelo p. 232
4.8 Crianças se ouvindo cantar no disco Canções do Brasil p. 257
4.9 Anjo do Senhor na ilustração da Lenda do Arroz  p. 261
4.10 Recomendação de Rosa para representação de Dito e Miguilim p. 266
No capítulo 5
5.1 Perfis de Rosa nos jornais na década de 1960 p. 271
5.2 Manchete : “Guimarães Rosa conta:” p. 271
5.3 Poema Motivo, de Guimarães Rosa em o Globo p.274
5.4 Poema A Espantada Estória, de Guimarães Rosa em o Globo p.276
5.5 Crustáceo nas páginas de Tutaméia p. 277
5.6 Tirinha da Mafalda e o caranguejo p. 278
5.7 Capas das Primeiras Estórias p.296
5.8 Sumário das Primeiras Estórias p. 298
5.9 Cartão com andorinha  p. 306
5.10 Capa de Tutaméia: Terceiras Estórias p. 327
No Último giro do caleidoscópio

6.1 A Arca de Noé p. 332