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| Nesta foto boa parte da minha formação como historiadora |
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
Sessão em memória de Nicolau Sevcenko
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Nicolau Sevcenko
domingo, 9 de agosto de 2015
Pato Fu - Mamã Papá
"quem já tem neném
sabe muito bem
tem história pra contar
sabe muito bem
tem história pra contar
ele já cresceu
mas nunca se esqueceu do amor
que havia em seu olhar"
mas nunca se esqueceu do amor
que havia em seu olhar"
Enciclopédia sobre o desenvolvimento na Primeira Infância
Sabiam que já existe, online, uma Enciclopédia sobre o desenvolvimento na Primeira Infância?
Para os que estudam os mirins que acabaram de chegar por aqui é uma boa pedida, afinal como alguém me disse recentemente "A historiadora da infância Egle Becchi defende que o historiador da
infância deve estar aberto à multidisciplinaridade, para dar conta de interpretar as experiências da criança de um outro tempo." e existe um outro tempo mais diferente do que os que vivem seus primeiros momentos dentre nós? Acho que não e também Egle Becchi aposta nisso para pensar na possibilidade de uma História da Primeira Infância. Adoro.
domingo, 2 de agosto de 2015
37o. Festival das Cerejeiras no Parque do Carmo
Queria muito me alimentar da beleza das cerejeiras em flor, como em um filme de Kurosawa , convidei pessoas que deram o cano, mas eu fui e não me arrependi. nteressante foi ouvir as reclamações dos que foram ao festival das cerejeiras de carro, pegaram trânsito e tiveram que andar muito ... eu fui tão rapidamente de metrô, depois usei a linha de ônibus disponibilizada justamente para isso...
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quinta-feira, 30 de julho de 2015
domingo, 26 de julho de 2015
Sepultamento do homem da minha vida e Guimarães Rosa
Nesse dia ensolarado de 26 de julho de 2015 deu-se o velório e o sepultamento do meu pai no arvorejado cemitério do Jaraguá. Claro que foi difícil, tive várias crises de choro (especialmente quando chegamos no velório no frio das 4 da matina e não tinha ninguém) e também perder o pai não é qualquer coisa. Mas, por outro lado, não posso deixar de dizer que foi tudo muito bonito! Primeiro que ele estava lindo, sereno, em paz, do jeito que eu queria voltar a vê-lo (diferente daquele rosto com aquela máscara de oxigênio do hospital e todos aqueles tubos), com muitas coroas de flores das filhas e netas e do genro e nora e de amigos carinhosos... e ai por volta do meio dia, houve um "caso sem comparação... de não se sair mais da memória": quanta gente veio dar o último adeus ao seu Hermelindo ! Não tenho certeza, mas devia ter cerca de 100 pessoas naquele velório! Parentes, vizinhos de toda a redondeza dos 40 anos que moramos nesta casa, amigos de 76 anos de uma vida muito bem vivida desse senhorzinho sensacional! Revi e abracei pessoas que tinha visto há muitos anos, revi amigos meus, da minha mãe, da infância da minha irmã, parentes dos mais diferentes quilates subiram o morro para o sepultamento, numa espécie de procissão de amor pelo "seu Hermelindo"... como ele mereceu essa homenagem póstuma!
Como confortou a gente esse amor todo, não tenho palavras para retribuir e, se eu soubesse como agradecer, eu o faria porque só eu sei como aquilo nos deu uma reavivada e nos fez ter vontade de seguir a vida.
Viva seu Hermelindo, o homem da minha vida!
Como confortou a gente esse amor todo, não tenho palavras para retribuir e, se eu soubesse como agradecer, eu o faria porque só eu sei como aquilo nos deu uma reavivada e nos fez ter vontade de seguir a vida.
Viva seu Hermelindo, o homem da minha vida!
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sábado, 11 de julho de 2015
Baile Betinha: Eu fui!
Eu adorava ouvir Eddie, porque saquei que eles mandam super bem e tal, mas nunca tinha visto ao vivo. Que som! Que catarse! Parecia show do Tom Zé: no Baile Betinha a choperia toda dançou bonito demais : catártico! Dançamos também muitas outras deles, que tocam improvisando, criando mesmo igualzinho do disco: criando o tempo todo, Fábio Trummer (que, sim, agora está usando barba!) fica marcando : segue em frente... e o povo PIRANDO! No final, quando foi apresentar a banda, falou o nome de todos e quando foi falar o dele disse apenas: "eu sou o Eddie" (rs), ai disse, "não, eu sou o Fábio, todos somos Eddie", danado! kkkkk Dancei muito, que delicioso! Relaxei demais!!!
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