segunda-feira, 3 de junho de 2024

Primeiro samba pós dengue: quintal dos Prettos julho 2024

 


O meu aguardado primeiro samba pós dengue, abrindo o mês de junho 2024,  tinha que ser o tradicional Quintal dos Prettos, claro. E foi meio que um ensaio para saber a quantas anda minha força, pois eu u sabia que ficaria muitas horas em pé e realmente fiquei, mas aguentei firme. 

Foi muito bom reencontrar amigos no Maria Zélia, lugar tão amado ! Que alegria estar de volta!
Algumas fotos e postagens:
















Em casa sempre estou com mais frio



pedras pra combinar com a blusa

oi


Um sorriso tímido, ainda

Nem gosto pouco



Os meninos do samba



adorei a blusinha



"Ninguém inveja o ruim
Ninguém odeia o fraco"

Brigadeiro 



Em casa 22 horas


E aconteceram coisas que não fotografei nem filmei, mas deixa baixo!foi assim meu primeiro Quintal pós dengue, até o próximo!














sexta-feira, 31 de maio de 2024

A doçura do jazz de Beatriz Lima


Fechando o difícil maio 2024,
 a doçura de Beatriz Lima

Em 28 de maio não tinha terapia, mas fui  assistir a apresentação autoral da doce baixista Beatriz Lima e sua banda Rosas e Jeans, que fazem  um jazz trabalhado, mas de audição agradável aos apreciadores. Eu gostei que a predominância era de musicistas mulheres, isso é notável no universo da música instrumental.

o cartaz das apresentações : mulheres jazzistas

Fazia um dia bem frio, me arrumei de azul e rosa
Até que estava bem gatinha...

Mas depois troquei parte do look com medo do frio e não me arrependi

à esquerda gatinha, à direita protegida do  frio 
No site do instrumental descrevem Beatriz Assim:


Se quiser, confira a apresentação:


 Eu tirei algumas fotos, destacando os musicistas :

O palco e a luz azul: lindezas do instrumental

A banda numerosa e rosada a postos 

Lindas e talentosas mulheres 
Victória dos Santos (percussão) e Ulisses Sebastião (bateria) 



Conrado Viana ao piano

Rosas


Solo de trombone de Fábio Viana
Beatriz Lima no Baixo contrabaixo acústico


Lilian Cueto ao piano



Maravilhosa Carol Calê na bateria 


Palco cheio de instrumentistas 




Victória dos Santos no momento da cuíca 


coral


Eu dei minha opinião geral na volta : 

                                   


Um assunto para reflexão depois: 

                                    

Valeu Instrumental, por mais essa 


Catástofe no RS e Jeferson Tenório

a grande tragédia que tentou apagar RS

Em maio, no Rio Grande do Sul (RS), vivemos uma das maiores tragédias climáticas ocorridas no Brasil, e pudemos acompanhar de perto pela TV ou internet. 
Uma imagem da catástrofe ambiental:
enchente inundando cidades e quase cancelando parte de RS

Quando começou, em 4 de maio, eu ainda estava no fim da dengue e quase não vi nada sobre, mas como não parou tão cedo e foi de uma proporção que eu nunca vi, dias depois só se falava disso e até hoje, 31 de maio,  ainda se está pensando no que fazer para retomar e reconstruir parte daquele Estado.
só fui acompanhar mesmo depois  mesmo vários  dias depois, quando eu que eu estava melhor e lamentei muito por tudo, especialmente por Porto Alegre, cidade de onde tinha boas memórias 


 
No pós cirurgia, até que já dava para voltar a ler "Música ao longe" do Érico Veríssimo, que ainda estava comigo, mas como ler um texto sobre esse lugar que estava sendo tão castigado. Devolvi o Érico na biblioteca
                                              

Somente  ver Youtube eu podia, então  fiquei assistindo  uns vídeos sobre a Casa das Sete  Mulheres, um me chamou a atenção, sendo que eu estava encantada com a valentia dos gaúchos perante a catástrofe, e na série é relatado que isso vinha de há muito tempo:



Mas sobre 2024, me chamou a atenção a fala do romancista  Jeferson Tenório, em uma entrevista ao site UOL, ele que viveu muito tempo em Porto alegre (POA), pois pensamos na mesma direção, o aeroporto alagado dava dimensão real e simbólica  menção do tamanho da catástrofe : 


Vale transcrever a fala :

"O Rio Grande do Sul, como a gente conheceu, não vai mais existir. A gente tem agora uma outra realidade, vai ter um momento de reconstrução, essa remoção de pessoas de vários lugares, né? E acho que esse evento climático nos mostrou a potência do que é essa crise e que ela é capaz, sim, de terminar com o Estado inteiro. Terminou, né? A gente viu cidades inteiras submersas! Aquela imagem do Aeroporto embaixo d'água é digna de filme americano  de apocalipse, de fim de tudo. A impressão que dá é a de que se tudo acabasse terminaria desse jeito. É algo assustador!" Jeferson Tenório 


No meio de maio eu tentei  ser esperançosa, mas o mês veio pra não ser tão bom:






Muitos dias depois da catástrofe do dia 4, já em 26 de maio, nada estava bem ainda e eu fiz uma nova reflexão: 








quarta-feira, 22 de maio de 2024

Maurício Pazz: um show de música instrumental de verdade


Mais uma terça feira gorda, dessa vez retornando à rotina depois de tantas doenças... Muito especial!
Fui toda bonitinha de amarelo, minha cor favorita, e protegida pela justiça do martelo de Xangô, que era pra outra pessoa, não foi para o remetente, e agora é meu!
o Sol , o martelo de Xangô
                           

Como esse mês quase não tinha fotos, só doente e anêmica, tirei algumas, até no espelho do Sesc Consolação 😝

Em casa, antes de sair, até de blusa eu estava!

                               

Que felicidade voltar a ter meus pequenos prazeres

Fui a terapia, não foi fácil. Foi daqueles dias que eu fiquei muito nervosa,  que mexemos em assuntos que eu não sei lidar e que, agora, não quero aprender, não me importa se pareço arrogante  egoísta , porque eu  posso ser, sou humana e só tenho a mim mesma para me proteger nesse mundo, se me afasto, se não dou o braço a torcer, é porque eu sei a dor da  traição, eu sei o tamanho do medo de ficar vulnerável de novo. Não dou corda, não faço festinha para besteiras e absurdos que ouço calada, que é melhor do que se surda, mas  tambor pra doido dançar eu não bato.  Floda-se!

Vamos ao SESC, que saudades!

Só posso agradecer ter de volta
meus pequenos/grandes prazeres
  
Quando eu chequei no Teatro Anchieta, depois de tantas ausências, vi que as flores tinham mudado e que agora eram amarelas, como eu estava! Que boas vindas! 
Que alegria!
                                     
Encontrei minha amiga Rosane e seu marido Mauricio, muito bom encontro casual 
                                              
Ai fui ver quem ia se apresentar hoje, era Mauricio Pazz e mais pesquisa em sonoridades de raiz africana. Só na descrição percebi que seria show de música instrumental, como eu gosto
belezinha

Mais informações:
A banda 

Sobre a trajetória de Pazz

Se quiser , pode conferir o show aqui, muita sofisticação  :

                                         

Para comentar melhor eu queria ter escrito mais perto do dia que assisti no Sesc, mas não tive como. Aqui fica um comentário no dia :


Algumas fotos :





amei esse figurino, vou me inspirar

Alan Abadia no trombone

essa flautista, Tainá, acho, é maravilhosa

Depois, nas perguntas, aconteceu como eu mais gosto: perguntaram sobre INSTRUMENTOS e foi uma delícia ouvi-lo responder e explicar os instrumentos, como toca, porque toca ... Amo esse programa!