sábado, 16 de janeiro de 2016

Qual personagem do Tarantino é você? Eu tirei o Django LINDO


Gostem ou não, o Tarantino é um dos diretores da minha geração... é muito gostoso "reconhecer" meus "pares", que sempre acabam perguntando se vimos o último do Tarantino rsrs Que seu cinema é  assumida e propositalmente violento, é fato, mas ele também é bem mais profundo que isso e apresenta essa que  uma marca do que é esse nosso tempo. Adoro perceber essas coisas, me fazem sentir viva e nem estar tão velha assim. Gosto tanto que eu, que adoro as brincadeiras do  Facebook, fiz essa e simplesmente amei o resultado: Eu tirei Django LINDO! Super  combinou, afinal eu sou mesmo uma princesa negra metida a alemãI!!!!!!!!!!! kkkkkkkkk. 

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Os oito odiáveis de Tarantino e a violência em close.


Saiu o mais novo filme de Tarantino, "Os oito odiados", e eu fui assistir.


Eu sempre achei o excesso de violência nos filmes tarantianos uma questão estética, afinal ele é um esteta e por isso foi fazer arte ( e isso ele faz bem) . A estética ali é no no sentido de atiçar certa percepção mesmo. Depois que eu passei a estudar o humor, vejo que muitas vezes nos filmes,  Tarantino costumava usar um 'truque' de percepção: mostra tanto a violência, por exemplo, e de formas tão inconcebíveis que você não a perceber como verdade possível e ai acaba achando graça. Naqueles filmes eu vejo acontecer claramente aquilo que é uma das hipóteses da minha pesquisa de pós doc que é observar como nas anedotas infantis do Pedro Bloch, os adultos acham graça nas vivências infantis porque elas lhes jogam na cara, tranquilamente, o absurdo que é a sua forma de viver, dai chegam ao  riso, mas é quase sempre amarelo, porque eles riem de si mesmo antes, não das crianças. Nos filmes de Tarantino, é preciso a super exploração mesmo para que a ficha do absurdo realmente caia.

Sobre este último filme, eu estive aqui pensando... o gosto amargo na boca depois de assistir ao filme do Tarantino deve deve-se muito à falta dos risos (amarelos ou não em meio a tanto exagero) e também a uma pergunta que me surgiu : que futuro violento nos espera, se dá tanto já era assim, continua sendo e enfim? Ai , no Facebook ,eu ainda vejo cenas reais de violência aqui em São Paulo, e não é estilizada, nem gravada de modo artesanal, é a realidade dura e sangrenta. E nem estamos nos EUA antigo ... nem é um filme, mas eu preferia que fosse.Sério, esses dias mesmo um sem noção me falou que a questão racial (abordada -mal ou bem- pelo Taratino em "Django livre" e também em "Os 8 odiados" ) não tem tanta importância ... só não me falou que é porque o racismo não existe porque eu cortei (definitivo)... que preguiça de estar viva me bateu!



Em "Os 8 odiados" (Título que deveria ter sido traduzido como  "Os oito odiáveis", ou então como está no original The Hateful Eight, "os oito odiosos),  porque não há trégua para nenhum deles...  mas acho que a personagem mais interessante do filme é mesmo a Dayse. Ela também é odiada por   odiosa todo o tempo (no cinema ouvi comentários ditos em voz alta apenas sobre ela: "racista dos infernos", "safada" e acredite "coitada" em uma das vezes que sagraram sua cara). E Tarantino não nos conta  quase nada de porque ela havia sido condenada, mas sua presença e atitudes nos fez odiá-la de antemão e para sempre e não apenas pelo que ela fez (ou deixou de fazer) durante o filme,mas também pelo que ela tinha sido condenada (que pensamos que deve ter sido justamente, afinal ela  não seria capaz de nenhuma atitude menos odiosa, né?).... fiquei intrigada pensando nisso. Muitas vezes, no filme, algum dos personagens salienta o fato dela ser uma mulher e estar naquela situação de estar sendo perseguida, mas nem por isso algum deles a trata com maior cuidado, o que também se reflete na reação do público.

Achei que o fato do filme ser muito centrado ali no bar da Minnie - já que o que tinha fora era a belíssima nevasca (se não por outra coisa, vale muito assistir o filme no cinema porcausa das imagens da neve, achei de tirar o fôlego) -, acabou aprofundando  a representação das personagens, parecia meio que um romance policial clássico, com algumas pitadas de violência a la Taratino, claro. Diziam que Tarantino apenas se repetia nesse novo filme, eu não achei,apesar do tema caçadores de recompensa e tal... mas pensando em como terminou "Django Livre" (a explosão da fazenda sulista passando claramente a mensagem de que era isso que deveria acontecer, não? Que os racistas se explodam!), quando o diretor retoma  o mesmo assunto mostra parece mostrar que, na verdade, "Django Livre" foi apenas um filme e que aquela explosão do racismo não aconteceu lá, nem em "Os 8 odiados", nem acontece agora na nossa vida real, por isso  tratar do assunto racismo ou ódio entre brancos e negros não é um assunto desgastado e não pertinente, nem há séculos, nem agora. Enfim, bom ou ruim, um filme de Tarantino chama a atenção e enquanto for preciso sublinhar questões raciais, que ele o faça. Me perdoe o textão, é que o assunto me intriga muito rsrssPode até ser que a própria personagem Dayse seja superficial - não sabemos mais dela do que sabemos das outras, mas não baber DELA me incomodou mais... não foi apenas uma ou duas vezes que algum personagem destacasse ela ser mulher e estar sendo levada à forca, não é?  

E ver um filme de diretor tem essa delícia: despertar conversas kkkkkk
E o mais "importante" foi que, como sempre nos Tarantinos,  sai louca para lavar as mãos que jurava estarem sujas de sangue! kkkkkkkkkkkkkkk

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Google homenageia Perrault pelos 388 anos de Literatura Infantil


Quem está usando Google esses dias de janeiro de 2016 tem se defrontado com pelas imagens que homenageiam as histórias de Perrault. Muito lindas.
A que eu mais gosto, todos sabem, é a da Bela Adormecida -representada acima- , mas tem também outros contos homenageados... adorei (especialmente porque foge UM POUCO da estética Disney, enfim)!

Além da Dornröschen, temos também :


segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

"Clube da Esquina - nossa música que o mundo ama", by Robert Palmer


Pérola achada e publicada no grupo "Blog Clube da Esquina" no Facebook (nas pessoas de Gustavo Oliveira e Luiz Henrique Assis Garcia), eis um comentário sobre nossos mineirinhos (em versão traduzida) :
"Clube da Esquina - nossa música que o mundo ama"!

(por Robert Palmer, do New York Times, publicado no O ESTADO DE S. PAULO: EDIÇÃO DE 04 DE MAIO DE 1986)
Embora os músicos de Minas Gerais têm muito em comum, apenas o ouvinte mais desatento poderia confundir um álbum de Milton Nascimento para um por Beto Guedes e Toninho Horta. Por exemplo, o Sr. Nascimento é principalmente um vocalista e estilista canção, sua guitarra ritmo é puramente funcional. Sr. Guedes toca guitarra e ritmo, junto com o Quatro venezuelano, o bandolim e outros instrumentos de cordas. Ele é um expoente conhecedor das tradições folclóricas de dança europeus como eles sobreviveram no Brasil, e muitas vezes ele tece cepas populares para as texturas de sua música.
O melhor dos seus álbuns, o notável'' A PÁGINA DO Relampago Eletrico,'' ele usa o que soa como quatro ou cinco violões, cada um jogando um padrão de ritmo diferente, para tecer tapeçarias ricamente detalhados sônicos; o disco contrasta rural-corda estilos da banda e música elétrica jazzy. Em'' Novena'', uma canção de seu álbum excelente'' Amor de Indio,'' ele amortece uma balada está pensando sinuosamente melodia com acordes aberturas construído em torno de segundo menores, a criação de um lirismo impressionante de dissonâncias.
Toninho Horta é mais conhecido por suas contribuições para muitos dos álbuns de Milton Nascimento, mas seus próprios discos são igualmente impressionantes. '' Terra dos Passaros'' (Minas Caixa), gravado entre 1976 e 1979, apresentou o seu'' Orquestra Fantasma,'' uma banda de estúdio que os jogadores mistos de Belo Horizonte com Airto Moreira, Hugo Fattoruso e irmãos Jorge e outros da América Latina músicos que foram, então, que vivem em Los Angeles. '''' Toninho Horta (EMI Brasil), lançado em 1980, acrescentou Pat Metheny ao habitual grupo de Belo Horizonte. É um álbum de muitos modos, que vão desde canções de amor suave a percolação excursões instrumentais de músicas com harmonias melancólicas como órteses, nada no jazz contemporâneo.
No Brasil, as distinções entre música popular, rock and roll, música folk e jazz, que os norte-americanos tendem a tomar por certo, simplesmente não se aplicam. Milton Nascimento, Beto Guedes, Toninho Horta e outros músicos de Belo Horizonte tornaram-se particularmente adepto de recombinar elementos das fontes mais díspares, eles fazem categorias irrelevante. No entanto, eles nunca se envolver, a sua música é mais impressionante para a sua totalidade orgânica e clareza de visão. Ele já teve uma profunda influência sobre Pat Metheny e jazz e outros músicos de rock, mas suspeita-se que seu impacto está apenas começando a ser sentida.

-- 
"Não quero mais saber do lirismo que não é libertação. "  Manuel Bandeira
Camila Rodrigues -http://pequenidades.blogspot.com - Cel 989091302

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Macbeth, o filme


Eu e o Rafael vimos esse hoje...precisa coragem porque isso é que é TRAGÉDIA... mas é muito bom, bem filmado, respeita o texto original em belas citações, vale muito ver. Só depois me digam se também acharam o Macbeth do filme eu banana : sempre à mercê da Lady Macbeth ou das bruxas ...enfim. rs

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Direito de resposta

No Estadão, a colunista Vanessa Barbara escreveu uma crônica sobre seu irmão, a qual Leia Mais:http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,direito-de-resposta,1817497Leia Mais:http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,direito-de-resposta,1817497o sr. Marcos Barbará respondeu de forma sensacional. No posso copiar e colar o texto , mas para seu deleite, o texto pode ser lido aqui. Vale muito .ia Mais:http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,direito-de-resposta,1817497
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