sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

2º CICLO DE CINE INFÂNCIA E JUVENTUDE EM DEBATE

2º CICLO DE CINE INFÂNCIA E JUVENTUDE EM DEBATE (04/03/2017- sábado, 14h)
Convidamos todas e todos ao 2º Ciclo de Cine Infância e Juventude em Debate acontecerá nos primeiros sábados de cada mês, às 14h, no Museu de Arte Sacra de São Paulo, ao longo do ano de 2017, em programação que será divulgada a cada mês.
A 1ª Sessão acontecerá dia 04/03/2017, às 14h (sábado) no Museu de Arte Sacra de São Paulo, com entrada gratuita, com a seguinte programação:

04/3 (FILME): O Menino e o Mundo (2013, 85 min/Brasil) Direção de Alê Abreu. (Indicado ao Óscar em 2013).
Convidada: Camila Rodrigues (Historiadora; Pós-Doutoranda do Departamento de História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo)
Debatedora: Sueli Soares dos Santos Batista (Professora Doutora da FATEC/Jundiaí e do Programa de Mestrado em Gestão e Desenvolvimento da Educação Profissional do Centro Paula Souza; Pós-Doutora/Unicamp)

HORÁRIO: 14h
CUSTO: GRATUITO
INSCRIÇÕES: no local, não precisa inscrição prévia.
CERTIFICADO: Será fornecida certificação ao final do Ciclo.
LOCAL: MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO (AUDITÓRIO), Avenida Tiradentes, 676, Luz, São Paulo, SP.
Estacionamento gratuito: Rua Jorge Miranda, 43.
ORGANIZAÇÃO: Grupo de Trabalho História da Infância e da Juventude, da Associação Nacional de História – Seção São Paulo (ANPUH-SP)
Centro de Estudos de Demografia Histórica da América Latina, da Universidade de São Paulo (CEDHAL-USP)
Núcleo de Estudos de Tecnologia e Sociedade (NETS) do Centro Paula Souza (CPS)
APOIO: Museu de Arte Sacra; Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

A voz do instrumento


A VOZ DO INSTRUMENTO era uma série de apresentações musicais que eu sempre assistia no Sesc Pompéia, mas eu não me lembrava mais quando foi isso, ai procurei no Google e encontrei essa imagem e vi que foi entre 2010 e 2011 (mas na minha memória começou até antes, mas isso não está no Google, então não posso comprovar).
Acho que foi assistindo esta série que eu moldei  meu ouvido para o instrumental, que eu acabei conhecendo instrumentistas, sempre pelo som que eles fazem (não me apegando aos nomes), e me deliciava. Agora isso já não existe mais no Pompéia (mais perto de casa), só que eu  sentia tanta falta que semanalmente  vou lá no Consolação, no Instrumental Sesc Brasil, e é no mesmo esquema: ir e escutar os instrumentos...pra que morrer?
Um aperitivo

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Texto arrumado

Figura 1 - Desenho de Luiz Jardim representando Nhinhinha e o sapo miraculoso.
Fonte- ROSA, João Guimarães. Primeiras estórias. 11 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1978, capa

Eu solicitei revisão e meu artigo sobre as meninas de Rosa foi ajustado na Revista Caderno Espaço Feminino. Agora já dá para ler direitinho e se apaixonar pelas quatro meninas das estórias de Rosa neste
link

Certificado de Clubeira

Teve quem aqui está o meu diploma, sou uma clubeira certificada! 
O curso. de 2015,  era esse:

E o certificado : 


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Retorno da Editora Nau sobre à resenha do livro de Walter Benjamin

Um dia você escreve uma resenha sobre o delicioso livro de Walter Benjamin e nas semanas seguintes ela só te dá alegrias! Acabo de receber um retorno da Editora Nau que publicou uma divulgação em sua página do Facebook. Estou MUITO, mas MUITO FELIZ MESMO 

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Opinião de historiadores em momentos tensos como agora.

"...a opinião de um historiador não tem mais legitimidade democrática do que a de qualquer outra pessoa. Mas é a opinião de alguém que passou muito do seu tempo fazendo comparações altamente subjetivas com dados muito diversos, da escassez à superabundância de fontes. E isso dá-lhe uma mistura de sensibilidade e experiência a que vale a pena prestar atenção. (...) Até porque, no fundo, ninguém gostaria mais de estar errado do que os historiadores que fazem essa comparação. De certa forma, ela é feita na esperança de vir a estar errada, ou pelo menos na esperança de persuadir as pessoas a agir para que a comparação possa vir a revelar-se errada. O historiador que dá o alarme está, de certa forma, a apostar contra si próprio. Se o seu plano de alerta der certo, a sua previsão dá errado. É chato, mas é melhor assim. Como em todas as profissões e vocações, não há melhor uso para o que pouco que se possa ter apreendido do que fazer qualquer coisa com isso quando é necessário. Como agora." Rui Tavares


Leia o texto completo AQUI.