segunda-feira, 27 de julho de 2026

TOUCH (2024), Baltasar Kormákur

 


TOUCH (2024), dirigido por Baltasar Kormákur, é uma coprodução entre Islândia, Reino Unido e Estados Unidos. Baseado no  homônimo de Ólafur Jóhann Ólafsson. Na trama, Kristofer, um homem idoso que, ao perceber os sinais do avanço de uma doença  que ameaça sua memória, decide interromper a rotina e partir em busca de uma pessoa importante de seu passado, mesmo em plena pandemia de covid19. 

Assisti na Netflix esse filme calmo, lindo de viver, ou como chamam, um filme conforto. Mais perto do final da vida e procurando apenas resgatar uma memória,  Kristofer volta a Londres onde cursou a universidade e isso o leva a outro país,  onde descobre algo surpreendente sobre seu próprio passado. 

domingo, 26 de julho de 2026

Terreiro de crioulo, novamente


Ontem, 25 de julho, voltei ao Terreiro de Crioulo, no Maria Zélia. Já virou agenda mensal... Desta vez não foi tão maravilhoso como no mês passado. Também estava frio, mas eu estava com a autoestima bem lá embaixo. Saí toda de marrom dourado, mas não brilhando como poderia. Acontece.

No meio do caminho tinha um XOU DA XUXA no Allianz Parque. Como seria um show dela hoje? Não consigo imaginar! Lembrei que um dos três a que fui, nos anos 1980, quando era criança, o primeiro deles, foi ali no estádio do Palmeiras. Eu estava com outras crianças, era pequena e a Xuxa mesma não me encantava. Só lembro dela como um pontinho pequeno, como uma formiguinha no palco. Mas eu me diverti muito, como sempre, dançando na arquibancada, como fazia com minhas vizinhas ouvindo o LP em casa.

Estranho 

Não sei o que a Xuxa fez nesse show agora, só sei que tinha muita gente. Nenhum baixinho, só gente véia da minha idade, algumas vestidas de Paquita. Achei algo meio falha na Matrix... mas não me tocou nem causou saudade. Envelheci. Ainda bem.

Corta para a minha vida atual, no Terreiro de Crioulo. Não cheguei muito atrasada, mas até esqueci do meu ingresso. Sorte que a moça resgatou no app Sympla. Deu tudo certo, mas novamente fiquei bem longe da roda de samba. Pela primeira vez, eles atrasaram o início. Começou só depois das 17 horas! E eu, juro, fiquei até com sono no samba. Nesse samba carioca? Sentir sono? Pois foi...

Abel do bandolim e eu


Quando começou, reparei no retorno do Abel. O samba, pontilhado pelo som do bandolim que tanto amo, me alegrou muito. Como acompanhei pelo Instagram, ele passou todos esses meses em Paris tocando seu bandolim e foi recebido com o amor que merece.


O fato é que logo saí da roda. Estava com frio, estava angustiada e fui procurar amigos. Encontrei a deusa Sté Oliveira, com quem troquei um abraço muito apertado e cheio de saudade. Saudade dela, de quando a gente se encontrava todo fim de semana no samba. Saudade de um tempo bom. Foi lindo! No samba sempre encontro abraços 


Aí voltei para casa e encantei duas idosas no metrô, que me elogiaram muito: "Como você é bonita, esse sorriso ilumina tudo" rsrs.


Uma delas disse: "Todo dia dê bom dia para o Sol e se vista de laranja. Você veio para iluminar o mundo." ADOREI KKKK.

Enfim, aconteceu o de sempre: o samba foi minha cura! Gratidão!

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Assusti "Dia D" (2026), de Steven Spielberg



Assisti a Dia D (2026), mais um filme sobre extraterrestres de Steven Spielberg. Lançado neste ano, é, antes de tudo, um banho de nostalgia para quem passou a vida assistindo aos filmes do diretor, um dos grandes ícones da indústria cinematográfica. Em termos de referências à sua própria filmografia, Spielberg entrega bastante: a música, algumas cenas de mãos dadas e certas revelações emocionais remetem imediatamente a obras anteriores.

Na trama, a presença alienígena é descoberta e revelada pela televisão, causando espanto em escala global. Desta vez, a abordagem é mais crua e direta. Quase não há espaço para conspirações governamentais; tudo gira em torno de instituições privadas que denunciam décadas de exploração conduzida por setores militares.

O que mais me chamou a atenção foi o fato de que a grande revelação da presença extraterrestre precisava ser feita pela TV — aquela velha televisão do século passado. Há algo de deliberadamente analógico nesse filme.

Sem esperar nada muito mirabolante, achei a experiência bastante satisfatória. Foi um filme divertido de assistir.


terça-feira, 21 de julho de 2026

BACKROOMS : O NÃO LUGAR DO INCONSCIENTE LUR

 AVISO: Só depois que assusti so filme e escrevi esse comentário que eu soube sobre a origem do Backroom, em jogos online e etc. Como sobre isso não posso opinar, comento apenas minha impressão sobre o que vi no filme.

Observando agonia de Maria no cartaz🤣


BACKROOMS: UM NÃO-LGAR (2026), de Kane Parsons
​Assistimos ontem à noite a esse terror absolutamente psicológico. O filme conta a história de Clark (Chiwetel Ejiofor), dono de uma loja de móveis que descobre, no porão do estabelecimento, uma passagem para uma espécie de outra dimensão: bege, abandonada, infinita e labiríntica, repleta de restos e ruínas, onde parecem habitar nossos próprios monstros. Como ninguém acredita em seu relato, ele decide levar algumas pessoas até lá para provar que está dizendo a verdade e registrar na tecnologia dos anos 1990 (VSH , Disquetes) o local. Entre essas pessoas está sua traumatizada terapeuta, Mary, vivida por Renate Reinsve (Valor Sentimental). Logo todos descobrem que entrar é muito mais fácil do que sair.
"Ganhei" um beijinho de Clark


​Geraldo comentou essa ideia de blackroom para a arquitetura, a ideia de local de passagem, mas sobre o filme , é claro que percebemos que as backrooms representam a própria mente inconsciente: seus vazios, seus excessos, seus medos e tudo aquilo que insistimos em esconder de nós mesmos. Apesar da premissa simples e de não ser um filme particularmente original, a direção cria uma atmosfera inquietante  e claustrofóbica.
Para mim as ​cenas de terror puro foram as da escada sobre um despenhadeiro (meus traumas!). É um terror psicológico bem legal. No final, já fora da sala  de cinema, alguém abriu uma porta do nada e eu, imersa na atmosfera do filme, levei um susto tão grande que simplesmente joguei longe a sacolinha que eu segurava. Nunca é fácil mexer com os nossos monstros, kkkkk!
Conhecemos Cali Buritis, 
Viramos fregueses 


Um último registro. Estamos na metade da sexta e última temporada de Better Call Saul e, no mês que vem, chegaremos ao fim da nossa viagem pelo universo de Breaking Bad, que tem povoado nosso imaginário e os simbolismos da nossa relação. Já estamos com saudades.
Antes do cinema, passamos em uma lanchonete de burritos para fazer um lanche, sempre lembrando do México, de Albuquerque e do Cartel dos Salamanca. Como havíamos acabado de assistir à cena em que Nacho Varga se suicida, comemos deliciosos nachos em "in memoriam"...

segunda-feira, 20 de julho de 2026

A cela : terror psicológico com imagens deslumbrantes



A CELA (2000), de Tarsem Singh

​Nesse filme, uma psicóloga que utiliza uma tecnologia capaz de entrar na mente de outras pessoas é convocada para penetrar no universo psíquico de um serial killer em coma, na esperança de descobrir o paradeiro de sua última vítima. A partir dessa premissa interessantíssima, nós assistimos a um filme de terror psicológico com forte apelo visual, em que pesadelo, beleza e violência nos levam a um passeio pela mente humana.

​A única ressalva é o tempo longo dedicado à investigação policial; no decorrer da trama, isso acaba cortando o fluxo do que realmente interessa, que é o que passa na cabeça daquele homem perturbado. Para quem, como eu, gosta muito de histórias de suspense ou terror psicológico e de imagens de encher os olhos, super recomendo!


domingo, 19 de julho de 2026

Devoradores de estrelas, ET ao contrário

 

 

DEVORADORES DE ESTRELAS (Project Hail Mary, 2026), dirigido por Phil Lord e Christopher Miller: Foi por recomendação que, enfim, assisti a essa ficção científica delicinha e emocionante, com uma trilha sonora muito boa. São duas horas de muita ciência, imagens incríveis e um roteiro cheio de graça, lambuzado de afeto e humor. Claro que me lembrou E.T. – O Extraterrestre, só que ao contrário. Como alguém disse nas redes, fazia tempo que a iminência do fim do universo não deixava na gente essa sensação de leveza.

sábado, 18 de julho de 2026

ARAIAL COM FEIJOADA E DIREITO À ÁRVORE

 



FEIJOADA COM SAMBA E DIREITO À ÁRVORE 

No sábado 18 de julho fomos a um arraial/festa da firma em Niterói, no mesmo lugar que tem aquela árvore pela qual sou apaixonada e voltei a cobiçar muito ela...


Como era quermesse, teve doces e eu.me diverti muito. 







A feijoada foi legal, mas a roda de samba foi melhor,  cheia de gente preta linda...e nesse clima eu até sambei, tanto que nem registrei, somente os rapazes!




Esse ano estou aproveitando a chance de aproveitar samba no RJ. Quem sabe um dia não vamos ao Cacique de Ramos?

Sonhar pode!