Mostrando postagens com marcador pandemia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pandemia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 6 de agosto de 2025

Eloá Gonçalves e seu piano jazz no Instrumental



Mais uma terça grande , academia,terapia, instrumental. Só que tudo num dia frio.

Sai agasalhada e até bonitinha de


Levei meu livro da vez pra passear 

A terapia foi boa, depois de férias e viagens tanto minha quanto da terapeuta. Sai com a convicção de que posso afirmar para manter o que quero que continue funcionando em minha vida. É preciso ter coragem!
No Sesc encontrei amigos 
Casal de amigos : toda
 semana no instrumental

Café e docinho


Ai veio o show da pianista Eloá Gonçalves, que você pode assistir:





Algumas fotos do show 






Acabou que sai mais cedo e não escrevi o comentário no ônibus de volta. Só escrevi na manhã seguinte :

INSTRUMENTAL ONTEM: O show era da pianista Eloá Gonçalves e sua banda. Bem bonito o som, além do piano dela,  a bateria, o baixo acústico e trompete muito claros e o vocal jazistico feminino muito bons , claro, mas como foi um show autoral, mais difícil empolgar tanto, achei um pouco repetitivo,bem diferente do jazz das playlists de Murakami no Spotify. A verdade é que o som, muitas vezes, me pareceu um pouco sombrio, muitas composições da pandemia...e o frio não ajudava,tanto que sai voluntariamente às 20 horas, inédito na minha história de Instrumental. Talvez eu não fosse o público certo pra esse espetáculo .


Próxima semana vai ter bandolim. Acho que sairei de casa pra assistir 😝


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

Sábado de carnaval 2023 Tarado Ni Você


 
Meu primeiro bloco. Será meu queridinho para sempre porque Caetano é foda

eu no bloco

Na concentração

tarada ni você

Eu e a Pati 




Sempre vi o Sakamoto no Tarado, mas nunca tinha reparado nas fantasias:
Depois ele mesmo comprovou autenticidade da foto:



E eu, sempre molhada nesse sábado de Carnaval:


À esquerda saindo de casa sem terminar de me arrumar
À esquerda, quando voltei, depois de tomar chuva
Pareço quase igual 

Depois :

No coração da cidade

Sábado de Carnaval 28/03/2023 : Bloco Tarado Ni Você
Prits dos stories. Lembro de como estava cantando alucinadamente na hora e me emociona tanto. Tarado é uma catarse, que delícia. Caetano é foda ❤️

Prints dos stories do Bloco
                                           
Prints dos stories do Bloco

Prits dos stories

Prits dos stories

Prits dos stories

Registros :


E também:




Brincar o carnaval porque carnaval é luta lenta 



falei Faraó

Samby Jr


Pois é 



             Viva a Gal 

CARNAVAL É LUTA




sexta-feira, 8 de julho de 2022

Encontro com amigos pesquisadores

Bela selfie:  

Depois de anos, quase uma década, alguns dos ex membros do Grupo de Estudos sobre Cultura da USP, que participei durante após graduação, se encontraram para um happy hour. Foi muito gostoso estar entre eles novamente, especialmente depois do auge da Pandemia.


Esquerda /direita Priscila, Sônia, Camila e Luiz Felipe

Sobrevivemos em tempos sombrios, somos vencedores! Viva nossa amizade!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Balaço das metas para 2021


2021 foi um ano atípico, mesmo pensando em 2020, o ano da pandemia! Pra mim não foi nada fácil, especialmente porque tive que lidar com problemas que não eram só meus, foi um ano regido pela Oxum, muitas máscaras caíram e pude ver e sentir quem é quem ao meu redor. Consegui me sair até bem, mesmo tendo sentido minhas forças se esvaírem quase por completo, tive que me reinventar e termino o ano satisfeita porque consegui cuidar de quem precisou de mim e depois cuidar de mim mesma, como pede mamãe Oxum.

Como era o segundo ano da pandemia, as  metas que eu tinha traçado são as de sempre ou então são muito subjetivas, o que eu jamais esperaria é que eu vivesse um ano tão pé no chão, de trabalhos manuais, solidão e preocupações.  Hoje eu olho para 2021 e nem sei onde arrumei forças para atravessá-lo, mas atravessei. Vejamos as metas.

 1 - CONTINUAR VIVA:  META CUMPRIDA

 Essa é a meta da vida e no meio de um ano pandêmico, ela é a meta de todos, sempre. No meu caso, muito mais do que no ano passado, eu pensei muito nela durante o ano, quando me vi, sozinha, tendo que resolver problemas sérios, cuidado de alguém doente, tendo medo e paciência possível, vendo que , sem mim, não sabemos como outra pessoa teria sobrevivido, isso respondeu ao questionamento do ano passado: para que eu estou viva. Agora sei e, como desejei nas metas para esse ano, nem precisei me questionar tanto sobre isso. Cresci muito esse ano!

2 - ACHAR UM MOZÃO : META NÃO CUMPRIDA

Tudo bem que essa meta aparece todo ano e nunca é cumprida, mas esse ano, de verdade, nem procurei nada. Não tive tempo, nem auto estima para isso, embora nunca tenha lamentado tanto estar passando por tudo o que passei tão sozinha, como quase toda a vida, e  mais para o fim do ano, senti como se não soubesse mais o que é me interessar por alguém de novo, pedi ajuda a Hilda Hilst, que sempre manteve acesa a chama da paixão em sua vida e poesia. Não sei se me resolvi. Estou mesmo é cansada! 2021 foi tão desafiador, espero ter feito tudo bem para, quem sabe, merecer dias não tão tristes e solitários em 2022.

 3- TRABALHAR MAIS: META CUMPRIDA

 Faz tempo que tem essa meta nos anos, mas no meio da pandemia, não sabia nunca o que significava essa meta, com tanto desemprego, falências, fome. Precisei estar disponível full time boa parte desse ano, não tive tempo para fazer muita coisa, no começo do ano, ainda acompanhei congresso online pelo celular, da recepção do hospital, mas com o tempo não tive mais cabeça e disposição, fui ficando falida mesmo. Ao mesmo tempo, como consegui produzir muito em 2020, esse ano foi um ano de colheitas: publicações, artigos, palestras, até minha tese foi publicada em livro, meu primeiro livro, meu pai Oxóssi me presenteou com tanta prosperidade, vi meu nome estampado numa estante e pensei muito no meu pai, em como ele se orgulharia, mais do que todo mundo. Essa conquista, dedico a ele!  Que 2022 seja um ano de trabalho, da retomada da vida "mais normal" e recomeço de uma vida que eu quero para mim, depois de ter me anulado tanto tempo, por motivos de força maior.

4- TREINAR O MÁXIMO POSSÍVEL: META CUMPRIDA

Como esse ano foi o tão sonhado ano da vacina, tanto para mim quanto para minha mãe, em algum momento, no caso meu caso, no fim de agosto eu  estava imunizada com duas doses da Pfizer. A primeira coisa que eu fiz foi me matricular na academia. Tinha engordado muito, estava fraca, deprimida, achando que nunca mais voltaria ao que era antes, porque teve um período, um longo período, que nem caminhar eu podia mais. No começo foi muito duro, pessoas novas, horários novos, muita solidão e medo porque meus hormônios deram alterados. Achei que precisava de ajuda médica, procurei uma endocrino e uma nutri, precisava de disposição para continuar. Tem dado tudo certo, emagreci   e logo  me senti mais forte, mas minha auto estima não aumentou, ainda não tenho coragem de sair de casa. Espero que em 2022 eu continue melhorando.

5- BUSCAR OS SENTIDOS DA VIDA : META CUMPRIDA

Como disse acima, nesse ano complicado eu descobri um sentido da vida, um sentido até espiritual: tenho que cuidar da minha mãe, que é minha família. Que eu tenha força para isso, porque muitas vezes temo que não terei. Mas com fé em Deus e nos Orixás, vou levando a vida sa forma menos triste possível, em sintonia com minha ancestralidade em 2022.  




Em 2022 Oxum entrega  a regência do ano para Iemanjá, espero que tenhamos um ano mais amoroso, com mais carinho, estamos tão cansados, tão carentes! Merecemos!
Que venha 2022!

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

domingo, 1 de agosto de 2021

O sol também se levanta. Levanta mesmo?

 


O SOL TAMBÉM SE LEVANTA - Para escrever sobre "O Nariz" de Gogol no Pequenidades(em breve), fui procurar bibliografias complementares, mas não achei meu exemplar de "A menina do narizinho arrebitado", do Monteiro Lobato. Será que o tenho, ou usava só exemplares das bibliotecas? Não sei. Só sei que encontrei esse livro de Hemingway que certamente nunca li e nem sabia que tinha! Mas ficou na minha cabeça, fui até procurar resenhas no YouTube, na maioria das vezes não muito positivas, mas o tema (o desalento de uma geração que tinha saído da Primeira Guerra e procurava algum sentido pra vida na bebida e boemia numa Europa machucada pela guerra) me chamou a atenção. Estamos avançando na vacinação na cidade de São Paulo, o fim dessa fase macabra da  pandemia já é possível projetar para daqui mais ou menos um ano. E daí? Sei que do jeito que era antes não volta a ser. Tantos não sobreviveram. Os que sobreviverão terão marcas, como se tivéssemos passado por uma guerra. Me deu vontade de ler e também medo. Ter achado esse livro não deve ter sido à toa, não acham?

terça-feira, 20 de julho de 2021

Passeio no parque Trianon

 

Cara de assustada, mas certeza de que dias melhores virão         

Depois de um ano e quatro meses de quarentena, na gelada tarde de 20 de julho de 2021 eu sai de ônibus e metrô para passear no Parque Trianon com meu grande amigo Rafael. Como se percebe na foto, eu estava um pouco assustada, mas foi tudo bem, não peguei ônibus nem metrô cheios e fez muito bem conversar com alguém ao vivo, de máscara e álcool em gel e bateu uma esperança de que um dia tudo volta ao quase normal.

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Leandro Karnal: a Pandemia é o momento ideal para se apostar na esperança

Aproveitando as páscoas judaica e cristã e com a erudição de sempre o historiador Leandro Karnal aponta que momentos como esta pandemia pela qual passamos, sempre foi  o ideal para apostar na ESPERANÇA.