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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

RETROSPECTIVA 2016: Dias melhores ainda virão...

JANEIRO -   No primeiro mês do ano eu estava no melhor dos mundos com a visita de um dos meus grandes amigos da vida, o Rafael. Nós nos encontramos algumas vezes, fomos ao cinema assistir Macbeth e planejamos nos rever durante o ano MG, o que realmente acabou acontecendo e foi ótimo. Fiz óculos novos.  

Vi o último do Tarantino, Os oito odiados, sozinha e foi legal me sentir pertencendo a uma geração. Estava firme me preparando para escrever um artigo sobre o disco Minas e a resenha do livro de Benjamin. A resenha eu escrevi e está em avaliação, mas o artigo ainda não, ou seja, cumpri 50% do planejamento de janeiro para o ano de 2016. Ainda bem que fiz mais coisas, né? 

FEVEREIRO – Teve carnaval e desta vez, depois de anos, eu me permiti pular e foi demais. Teme homenagem ao Bituca na Escola de Samba Tom Maior. Tivemos os deliciosos blocos de rua, me diverti como nunca antes nas ruas da minha cidade, especialmente no Tarado ni você, do Caetano; e fui ao baile do Sesc Pompéia, com a Orquestra Contemporânea de Olinda em um dia em que eu estava me sentindo linda, de verdade. Nessa vibe assisti a um jogo de futebol no estádio pela primeira vez e fiquei encantada com a beleza da torcida do Palmeiras.No final do mês me matriculei no curso de extensão sobre Januz Korczak, com muitas expectativas que acabaram não se realizando, como tantas das coisas que tentei em 2016, ano em que eu só consegui mesmo foi ganhar alguns quilinhos a mais, agora sou uma gordinha sexy.

MARÇOEm março a vida pública começou a desmoronar sobre a pessoal,  que até então era uma forte possibilidade de golpe, se instaurou, amargando muito minha boca e para sobreviver, tentei escapar mergulhando no meu trabalho de pós doutorado. Meu  artigo "A respeito dos cadernos de Guimarães Rosa e o questionamento da História" que foi publicado no livro "Compêndio de Crítica Genética na América Latina" (2015) .



ABRIL - Vi e me deliciei com o espetáculo Crianceiras – música inspirada na poesia de Manoel de Barros.

Ganhei o excelente livro Arco de virar réu, de Antonio Cestaro como cortesia literária e adorei. Assisti ao meu primeiro show do ano no Instrumental SESC Brasil, que foi com a viola do Gabriel Satter. Dias depois fui com minhas amigas a um evento sobre literatura infantil no instituto Goethe e foi muito rico. Vi com uma amiga a exposição Histórias da Infância no MASP, que foi maravilhosa.






MAIO – Assisti ao curso Canção na Era do Vinil, com Sérgio Molina, no Centro Cultural Maria Antonia, tudo isso ainda pensando no artigo sobre o disco Minas, que ainda vai sair. Além disso, em maio eu apenas estive me preparando para as atividades de junho, que foram excelentes.




JUNHO – Em junho eu ministrei uma palestra sobre as quatro personagens meninas das estórias de Guimarães Rosa, na UNIBES cultural e em seguida segui para Belo Horizonte, onde ministrei um minicurso sobre a História nos Cadernos manuscritos e Guimarães, além de ter vivido dias no melhor dos mundos na capital mineira, ao lado dos meus amados grandes amigos da vida, Rafael e Lucas... foi memorável.





JULHO – Foi o mês do luto pelo primeiro ano da morte do meu pai. Eu relembrei a data, de todo coração, assistindo a um curso inteirinho sobre viola caipira no SESC, com Jair Marcatti e a participação do violeiro Sidnei de Oliveira, que me emocionou demais. Como dói a saudade de um ente querido! Em julho, meio que metaforicamente, eu cai de boca no chão e meu joelho esquerdo nunca mais foi o mesmo desde então, e também me parece que a vida toda caiu, ladeira abaixo...essa foto eu tirei no dia que eu cai, mas um pouco antes ...




AGOSTO – Eu fiz uma espécie de balanço de trabalho do meu primeiro ano de pós-doc, no qual me aprofundei no estudo dos livros – dicionários  e anedotários infantis- e fui me aprofundar neles, pensei em escrever um artigo sobre a presença de Portinari neles, que ainda vou escrever, e e também escrevi um capítulo de livro ser editado no ano que vem sobre o humor naqueles anedotários. Dei-me conta de que não iria conseguir mais abordar a coluna de Bloch nas revistas, não do jeito que eu me propus inicialmente, que precisarei fazer um grande recorte nas fontes para que elas sejam citadas. Recebi um enorme  parecer positivo a respeito do meu artigo 'Dicionários infantis de Pedro Bloch', que me sugeria abordar, também, os autores de literatura infantil brasileira na década de 1970 e isso me levou a ricas reflexões sobre o trabalho de Bloch com as crianças, foi um ânimo imenso tê-lo recebido. Em agosto eu fui a dois shows sensacionais no SESC, um do Duofel, Carlos Malta e Robetinho Silva e outro do violeiro  Ivan Vilela e as irmãs Ana e Marlui Miranda, que foi muito emocionante. Também vi Tom Zé e como sempre foi um deleite!




SETEMBRO – Passei com frequência  a todos os concertos do Instrumental Sesc Brasil  SESC Consolação, ali vi Wagner Tiso. Também assisti outros shows, como o Toninho Horta e em 30 de setembro assisti ao insuperável João Omar e me senti desabrochando com a primavera.





OUTUBRO – Depois de ver o talentoso filho, assisti ao show de Elomar, o que é sempre uma emoção. Assisti ao show de 80 anos de Tom Zé, Canções eróticas de ninar, Fui avaliadora em evento científico na USP, muito bonitinho. Vi a exposição de Cândido Portinari no MASP, excelente. Voltei a  ver concerto no Instrumental SESC Brasil, com o compositor, arranjador e bandolinista  Marcos Rufato. E no meu aniversário ganhei cesta de café da manhã, muito chique!



NOVEMBRO – No começo desse mês eu segui para Araraquara para participar do XVII Congresso da Sociedade Internacional de Estudo de Humor Luso-Hispânicos, que foi muito bom falar de Pedro Bloch entre especialistas de humor infantil, como Sírio Possenti e Alessandra Del Ré. Quando voltei, assisti concertos no Instrumental SESC Brasil,o mineiro  Rafael Pansica.


DEZEMBRO – Eu e amigos visitamos o Festival Toyo Matsuri , no bairro da Liberdade. Comecei o mês no Instrumental SESC Brasil,só com a Nelson Ayres Big Band (que som maravilhoso!), depois ainda fui ao show Baile do Almeidinha, do Hamilton de Holanda, com participação da Paula Lima e tudo mais e para fechar com chave de ouro o ano do Instrumental SESC Brasil, acompanhei a superlativa apresentação do Projeto Coisa Fina, que na verdade é coisa finíssima.



Assim foi  meu 2016, foi pesado como foi para todo mundo, mas também teve coisas boas e bonitas. Que venha 2017, animado e mais leve que esse para todos nós.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Retrospectiva de 2014 :O ano que fui reaprendo a ver !


(Esse texto pode ser alterado até o final do ano).

Faz tempo que eu não fazia uma retrospectiva do ano, né? Nesse aqui, que foi monstro, eu  nem ia fazer, mas tentei e saíram coisas bacaninhas (já tive anos melhores, mas foi o que teve)... vamos lá:



JANEIRO
Comecei o ano marcando consulta no oftalmologista logo no dia 2, mas não seria ainda essa a data de ter novos óculos mágicos. Em janeiro eu me apaixonei mais e mais pelo Julio Cortázar e, como  ainda estava  terminando a tese, pesquisei muito sobre Vinicius de Moraes, o poetinha, e o seu lindo livro/disco “A Arca de Noé” me fez descobrir a Biblioteca Infantil Viriato Correa:  muito amor.





FEVEREIRO
Em fevereiro eu estava na versão hard de ESCRITA FINAL DA TESE,e já habitava outra das minhas outras  casas, que é a Biblioteca de Ciências Mário Schenberg, muitas emoções e os óculo, ainda velhos, se mostravam tão mágicos! Em fevereiro, por causa do Facebook, soube que uma orquestra brasileira levou o som sensacional do Tom Zé a Alemanha, coisa finíssima! E assisti uma elucidativa entrevista do Antonio Prata sobre como  foi adquirir o que ele chamou de “sotaque infantil” para escrever seu “Nu de botas”, apesar da tensão, foi bem legal fevereiro.



MARÇO
Novamente comecei o mês no oftalmologista, desta vez não para mudar os óculos, mas porque machuquei  os olhos e não pude usar lentes de contato por 90 dias, o que me levou a ficar muito em casa, vendo vídeos e ouvindo rádio. Nessas vi o depoimento de Haroldo de Campos sobre o Rosa e achei de arrepiar! No rádio, o programa Supertônica, do Arrigo Barnabé, me proporcionou ouvir uma linda entrevista do Rodrigo Campos, e viciei no disco dele São Mateus não é assim tão longe. Mas também tivemos coisas não tão boas, vi os vídeos sobre os exilados no Chile em 1971, muito fortes os depoimentos de pessoas como o Frei Tito (a violência injusta e  intragável sempre), da "Dodora" (centrada, bonita, mas que teve fim terrível). Naquela época eu ainda não sabia que iam cogitar a volta da ditadura militar nas ruas no fim do ano, vejam vocês!.  



ABRIL
Comecei abril, de óculos velhos, discutindo um texto no então inaugurado Grupo de Trabalho (GT) História da Infância e Juventude da ANPUH SP, muito bacana. Também em abril eu li o último livro de Robert  Darton  Poesia e polícia e ele já foi citado na tese, que  ainda estava em andamento. Em abril eu publiquei meu primeiro artigo científico na Revista Manuscrítica, sobre os Cadernos de Rosa. Também em  abril o Gabo deixou este plano, o que me levou a fazer uma retrospectiva de seus livros, muito bom saber que ele vai sempre estar aqui com as histórias que contou. Em abril, pela primeira vez, ouvi a voz do Guimarães Rosa, que emoção!



MAIO
Maio foi o mês do depósito da tese, tensão maior não há. E logo eu comecei a assistir os vídeos disponibilizados pelas Comissões da Verdade, e foi muito emocionante, claro. Nesse mê eu  comecei, verdairamente, meu período de letargia, onde ainda me encontro. Osso.



JUNHO
Em junho eu redescobri  um grande amor: Benjamin traduzido por João Barrento me fez ver o mundo mais colorido, ter mais vontade de estudar, de crescer e pesquisar.  Tentei conhecer gente nova, até consegui um pouco, mas nada de muito sério, porque Saturno estava na área, olhando tudo, já era. Também em junho  começou a Copa do mundo, que delicia essa cidade cheia de homens como nunca dantes! Me diverti pacas ouvindo  OEAAA!

JULHO
No começo de julho a Copa continuava e o Brasil perdeu, com a mais vexatória derrota de sua história: 7 a 1, para nunca mais esquecer, mas naquela mesma noite, eu e minha amiga Giuliana , afogamos as mágoas num show histórico : Som Imaginário, comemorando  só 50 anos de carreira, super Buena Vista Social Clube... muito emocionante. Tive uma experiência linda com os professores  de Educação Infantil, da CEI Vila Calu em Cajamar, muito emocionante. Assisti  e amei o filme  Paulo Vanzolini: Um homem de moral, letargia me dominava. Mas ainda assim, a Ana Carolina me levou ao cinema para assistir Que Estranho Chamar-se Federico – Scola Conta Fellini . No final do mês, em um fim de tarde bem gélido, e vestida a caráter, assisti ao fantástico show do violeiro Noel Andrade, ótima surpresa.


AGOSTO
Mês da defesa, que não foi como eu planejei que seria por conta do clima pesado, pois  perdemos o professor Nicolau Sevcenko, todos ficamos muito abalados. Não foi fácil e o Julio Cortázar me ajudou a superar  o clima ruim. Agradeço de coração aos amigos que me apoiaram naquele momento, em especial a Fernanda Duarte e Fabio Flora, que me fizeram chorar de emoção pois eles me enviaram lindas rosas vermelhas.


SETEMBRO
Em setembro mergulhei na história de Inês Etienne Romeu e admirei  profundamente aquela mulher de coragem.  Tom Zé, como sempre, se manifestou positivamente em relação à situação da USP, esse nunca me decepciona. Em setembro eu ia viajar para Minas, meu sonho, mas tive virose e não deu certo, apesar disso escrevi um artigo bem legal, que ainda está em fase de apreciação, mas nunca vou esquecer as condições que o escrevi (diarreia e febre), um horror. Nos dias doentinha a Fernanda Duarte e o Fábio Flora me deram mimos, me enviaram o livro Ver: amor e outras fofuras que não tem preço.Quando melhorei, acompanhei  o Workshop Escritas de ouvido, com a professora Marília Librandi-Rocha (Stanford University), e foi bom porque confirmei que as ideias da minha tese são as que estão bombando no mundo sobre escrita da fala. Em setembro (re)descobri que ainda tenho um coração para amar e ser amado, mas ainda no campo das hipóteses.


OUTUBRO
Outubro foi o mês mais literário, além do Kawabata, que me arrebatou,  teve mais Cortázar, Hilda Hilst, David Grossman... muita  música com Geraldo Azevedo e Pequeno Cidadão e a música para as ciclovias. Tivemos eleições e foi show de horror, credo, mas sobrevivi  ao meu aniversário e aos tempos ruins desta vez com a ajuda da minha amiga de infância Cassia, e dos colegas que me animaram no aniver como o Thiago, a Aninha, a Vera, a Martha, a Sonia e todo mundo mais. Tivemos o chopps e o brigadeiro de colher que esparramava da colher, coisa de louco!



NOVEMBRO
Mês do Gabo, novamente. Memória de minhas putas tristes me arrebatou, me levou aos contos, a Grimm, a Grossman e a vida até que foi difícil,  mas tem coisas legais também. Em novembro, enfim, fiz novos óculos mágicos, e com ele vi o cara mais inacreditavelmente lindo que já vi em busão, um Criolo de verdade. Amei alguns historiadores, tanto da social quanto da econômica, que estiveram em congressos na USP, e senti que é legal estar entre os pares.  Fui leitora relatora de um texto do GT sobre história da juventude, legal pacas. E teve a cereja do bolo do ano : Show Vira Lata na Via Lactea  do Tom Zé, que teve seus 78 anos aplaudidos de pé, porque o mundo é bão, Sebastião.



DEZEMBRO
Foi o mês de pesquisar mais sobre Pedro Bloch. Vários livrinhos, artigos científicos, anedotários e o fabuloso livro Os irmãos Karamabloch, de Arnaldo Bloch, que foi uma leitura rápida, útil e muito agradável. Na  expectativa do dia 23, quando Saturno se movimenta para outro signo e, espero, saio da letargia.
Um ano meio sem graça, o qual comecei invocando "Bem vindo 2015",  mas passei por ele confiante e sempre querendo VER MELHOR, isso que importa,



quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

A RETROSPECTIVA 2009

Não ia fazer uma, porque tinha a impressão de que em 2009 nada tinha acontecido, mas relendo o blog,acho que aconteceram coisas, si, só não aconteceram as coisas que eu quero ... ainda não... Vamos ver que coisas aconteceram no ano, do fim para o começo:

DEZEMBRO - Redescobri, enfim, o prazer de estar estudando e de decodificar linguagens, fui aos shows do Karnak e do Funk como le gusta e como diz um amigo meu "sai do corpo", descobri o significado da frase do Caetano "Tarado ni você" e isso me ajudou a destrinchar o "Discurso Caetano", estive muito ligada nas crianças e seu mundo...

NOVEMBRO - Mês muito tenso: Fiquei muito brava com o caso da moça da UNIBAN (que absurdo!), muito preocupada com dois garotos que desapareceram, contra a arbitrária eleição do novo reitor... mas também tivemos coisas boas: Dia da consciência negra, sai com um bombadinho sensível rsrsrs, assisti ao sarau com Claudio Willer (suspiros) e fiquei feliz pelo ano, enfim, estar acabando

OUTUBRO - Muita emoção nesse mês... Chorei muito ao conhecer a história do menino abandonado pelos pais Julio César Santos,fiquei triste com a morte de Mercedes Sosa, fiquei sem palavras com as ações do MST e os laranjais, fiquei apreensiva mas feliz com o Nobel do Obama e, enfim, completei trita anos comendo doces e ganhei um presente lindo,a lembrança doce de uma aluna que tive na oficina de Guimarães Rosa que me deu a noção de que tenho que fazer doutorado mesmo! ,

SETEMBRO - Teve Show do Roberto Carlos -que momento!- descobri e publiquei aqui um dos textos mais lindos que eu encontrei no doutorado até agora, é a introdução de Sebastião Salgado sobre os retratos das crianças do Êxodo, soube da partitura que os pássaros compõem na cidade, Me envolvi demais com o curso do Tatit e com a invasão evangélica no imaginário das crianças de hoje em dia...

AGOSTO -Não blogueei muito, mas caetaneei pacas, experimentei o Twitter e não gostei, fiquei sem palavras com o sumiço do Belchior e quis também dar uma sumidinha do mapa (rs)

JULHO - Entrei no doutorado: Que susto! Li a reportagem sobre o Lado B da adoção, comecei o blog Vamo comê

JUNHO - Assisti ao show de Naná Vasconcelos e Virginia Rodrigues (emoção), senti uma fiquei tristeza de morte quando assisti a invasão da PM no campus da USP

MAIO - Descobri a voz (e a loucura) de Amy Winnerhouse, Fui ao show de Tom Zé na Virada Cultural e me comuniquei pacas com ele, só isso, acho que estava cansando

ABRIL - Assisti ao concerto de Paulo Marteli, vivi a dor do fim do meu mestrado, li o "Curioso caso de Bejamin Button", fiquei péssima na Páscoa, assisti ao show Estudando a Bossa, comemorei o aniversário da Revolução dos Cravos, estava sobrevivendo.

MARÇO - Defendi meu mestrado e comemorei na esteira porque o vazio me dominava, assisti a defesa de uma amiga sobre sexualidade árabe, e minha angustia estava em completo desenvolvimento, vi "Quem quer ser um milionário", e dei fim para minhas ilusões amorosas... fiquei no vazio.

FEVEREIRO - Eu estava ainda muito sonhadora achando que ia conseguir um emprego como professora, comemorei o centenário de Carmen Miranda e o começo da Era de Aquário, fiz uma lista de tudo o que eu não queria... e eram muitas coisas, vi e me emocionei muito com a titulação do meu orientador e vi que eu o seguia muito mesmo sem saber que o fazia, relembrei a morte de Dorot Stang, redescobri os caminhos da minha formação,

JANEIRO - Comecei o ano destruindo o blog Tutaméia e passando definitivamente para esse aqui, devorava o livro do Saramago A Viagem do Elefante" e estudei muito porque achava que ia dar aula, o Serra começou o ano fazendo asneiras na OSESP, sofria muito com a separação e relia direto "O amor nos Temos do cólera".. o ano não is ser moleza!

Vamos ver se ano que vem teremos mais...

Feliz ano Novo e : tchau 2009!