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segunda-feira, 13 de março de 2017

Hermeto Pascoal no imaginário sonoro dos instrumentistas brasileiros

Da esquerda para a direita: Hermeto Pasocal, seu filho de costas,  o filho do Heraldo do Monte, Heraldo do Monte e o Arismar do Espirito Santo

Ontem, 12 de março de 2017, estive novamente no SESC Pinheiros para ouvir um mito da música. Foi conturbado, quase desisti (estava atrasada e esse lazarento do SESC Pinheiros é bem contramão ) que bom que eu fui! Na verdade, Hermeto se destaca  sempre, é genial e muito engraçado, mas não estava sozinho ... tinha o Heraldo, tinha os filhos dos dois e, como já vi acontecer diversas vezes em shows aqui em Sampa, na platéia estava o Arismar do Espírito Santo, que é sempre intimado a subir no palco... e eu pensava: CARAMBA, TÔ MESMO ASSISTINDO TUDO ISSO?


Outro destaque do show foi ver as camisas negras do Quarteto Novo, pois estávamos lá para isso também!



Eu nunca tinha visto o Heraldo ou o Hermeto, já o Arismar é íntimo já (eu estou sempre nos shows de música intrumental e ele tb) kkkk Toda semana vou a um show de música instrumental com músicos excelentes, outro dia conversava com um amigo que também assiste a todos os show, dos compositores brasileiros que são mais lembrados sempre são o Moacir Santos em primeiro lugar, Hermeto Pascoal em segundo e por último Tom Jobim. Não é uma comparação qualitativa pois todos são excelentes mesmo, mas foi uma observação sobre como alguns compositores habitam o imaginário sonoro dos músicos. Como eu nunca tinha visto um show do Hermeto, perdi essa virgindade kkkk

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Show do Beto Guedes


Na tarde de 19 de fevereiro de 2017, enfim, assisti a um concerto do Beto Guedes no SESC Pinheiros.Achei ele muito vida loka no palco, perdeu palheta, estava com a famosa guitarra (emocionante vê-la também) com algum desajuste, e ele reclamava , tentava explicar ao público o problema "EM MINEIRÊS" ... isso nessa idade, imagina quando mais jovem! Se a voz dele não consegue mais dar aqueles agudos, ele achou um tecladista com a voz muito parecida com a dele quando jovem, isso é interessante para o show! Ajeitou alguns arranjos , como o de Nascente,mais para um reggae, talvez para não precisar mais de tantos malabarismos vocais. Também preferiu versões instrumentais para algumas canções como Lumiar, ficou lindo...pra minha surpresa ele cantou e tocou Quando te Vi,com um coral do teatro inteiro, emocionante! Beto envelheceu,como todos também envelheceremos, alguns chegam melhor outros pior, o mais importante para mim foi tê-lo visto ao vivo pelo menos uma vez na vida, foi a maior emoção. E, claro, como suspeitei desde o princípio, é um show pra assistir ao lado de um amor , mas isso ainda não tenho ... quem sabe numa próxima, né?