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terça-feira, 28 de dezembro de 2021

Tomei a vacina contra Influenza: Viva o SUS!

 


Como alguns sabem, por causa do tratamento para controlar a EM, tenho que ter cuidado em relação a vacinas, porque meu sistema imune já não é normal e tem tendência a mandar inflamações para  atacar tudo e tentar se proteger, com isso ataca até meu próprio organismo!

Então, em geral, a ideia é evitar tomar as vacinas o quanto possível, só tomar em situações de exposição direta, com grande chance de contaminação e torcer pra todo mundo se vacinar.

Por isso nunca tinha tomado a vacina contra gripe, as outras pessoas vacinadas contra Influenza já me protegiam. Só no caso da vacina contra Covid 19 meus médicos foram claros: Tome a vacina , é uma pandemia!

No entanto, até por todo mundo ter estado em reclusão, eu em casa   por praticamente dois anos, sem muito contato com gente e com vírus, meu organismo não conhece o da gripe e estamos presenciando o início de uma outra epidemia no Brasil, a da gripe, com lotação de hospitais, mortes e tudo mais! Uma tristeza. 

Achei por bem vacinar, avisar meu corpo sobre esse vírus porque naturalmente, espero, ele não ia conhecer. 

Sei que essa vacina de 2021 não me protege 100% contra essa cepa da epidemia, isso só a nova vacina da campanha 2022 vai fazer. Mas até lá, meu corpo já vai conhecendo um pouco do vírus inimigos e na próxima campanha de vacinação vai estar preparado e vai dar tudo certo. 

Vacinação é um ato pelo bem coletivo e deve ser feito sempre que possível !

Por um 2022 com epidemias controladas e muita vacinação! Viva o SUS!


domingo, 1 de agosto de 2021

O sol também se levanta. Levanta mesmo?

 


O SOL TAMBÉM SE LEVANTA - Para escrever sobre "O Nariz" de Gogol no Pequenidades(em breve), fui procurar bibliografias complementares, mas não achei meu exemplar de "A menina do narizinho arrebitado", do Monteiro Lobato. Será que o tenho, ou usava só exemplares das bibliotecas? Não sei. Só sei que encontrei esse livro de Hemingway que certamente nunca li e nem sabia que tinha! Mas ficou na minha cabeça, fui até procurar resenhas no YouTube, na maioria das vezes não muito positivas, mas o tema (o desalento de uma geração que tinha saído da Primeira Guerra e procurava algum sentido pra vida na bebida e boemia numa Europa machucada pela guerra) me chamou a atenção. Estamos avançando na vacinação na cidade de São Paulo, o fim dessa fase macabra da  pandemia já é possível projetar para daqui mais ou menos um ano. E daí? Sei que do jeito que era antes não volta a ser. Tantos não sobreviveram. Os que sobreviverão terão marcas, como se tivéssemos passado por uma guerra. Me deu vontade de ler e também medo. Ter achado esse livro não deve ter sido à toa, não acham?