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segunda-feira, 28 de novembro de 2022

28/11: Brasi x Suíça e África dando show na Copa 2022

 

Suíça x Brasil
                         
Acompanhando como posso (e quero) a primeira fase da Copa do mundo 2022, vi jogos maravilhosos e seleções empolgantes como a da França, a do Japão (zebras) e até Estados Unidos. Destaco especialmente a participação de times africanos como o aguerrido (e lindo) Gana, Camarões e o sensacional Senegal. 

 

Momentos de Camarões na Copa 😍

Mas hoje teve o segundo jogo do Brasil, foi contra a Suíça, marcamos um gol lindo com Casemiro,  e  nos classificamos para as oitavas de final. 

Como no anterior, tinha outras coisas para fazer, fui treinar de manhã e como ando muito pistola e chata ultimamente, achei melhor não brigar com a seleção e na hora do jogo, mesmo sem preparação  (não tenho camisas da seleção, nem do Santos),  coloquei uma blusa de manga comprida azul (brincos verdes e faixa amarela... Máximo que consegui). 
Para um dia ruim, até que não ficou tão ruim! 

Torcedora adaptada

Como choveu durante o jogo, virou o tempo, e meus meninos canarinhos não vieram jogar na minha rua 😪

Mas valeu o clima. Tem algumas imagens do jogo: 

Seleção em contato com a torcida: emocionante!


No gol do Brasil, o melhor foi a cara do goleiro suiço:😱
"não tô acreditando!) AMO FUTEBOL!


Uma imagem da comemoração da torcida no Brasil
Brasileiro ama Futebol 💓

Sexta feira tem mais! Valeu, pessoal 💚💛


quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Café com canela, 2017, Brasil, direção Glenda Nicácio, Ary Rosa

 

PRESENÇA DE OXUM - "A tua presença é tudo o que se come, tudo o que e bebe a tua presença"
Acabei de assistir "Café com canela", me emocionei,claro. Me vi tanto naquelas mulheres,adorei reconhecê-las e experimentar aquela fraternidade feminina (algo ainda um pouco estranho para mim).
O filme é (não apenas parece ser) todo banhando pela energia de Oxum. Não apenas Margarida.
A presença do espelho, a negação dele, as paredes "florestas", as cachoeira, flores nos cabelo...
Foi um momento bem especial assistir a esse filme, outro abraço de mamãe Oxum.
Certa vez eu ouvi de uma entidade no terreiro "um dia você vai entender".
Eu entendo, mas com o coração.
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domingo, 12 de março de 2017

Viola brasileira: Nosso instrumento


Copiando da Wikipéidia . Vejo que depois de longos anos acompanhando o trabalho dos violeiros, muita coisa que está escrito aqui eu já sabia, ainda que eu não toque viola, nem nada!

Viola caipira

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Viola caipira
Viola caipira com trabalho de marchetaria
Informações
ClassificaçãoHornbostel-Sachs
Viola caipira, também conhecida como viola sertanejaviola cabocla e viola brasileira, é um instrumento musical de cordas. Com suas variações, é popular principalmente no interior do Brasil, sendo um dos símbolos da música popular brasileira.

Origem[editar | editar código-fonte]

Tem sua origem nas violas portuguesas, oriundas de instrumentos árabes como o alaúde. As violas são descendentes diretas da guitarra latina, que, por sua vez, tem uma origem arábico-persa.[1] As violas portuguesas chegaram ao Brasil trazidas por colonos portugueses de diversas regiões do país e passou a ser usada pelos jesuítas na catequese de indígenas.[1]Mais tarde, os primeiros caboclos começaram a construir violas com madeiras toscas da terra. Era o início da viola caipira.

Tipos de viola[editar | editar código-fonte]


Viola caipira em exposição.
Existem várias denominações diferentes para Viola, utilizadas principalmente em cidades do interior: viola de pinho, viola caipira, viola sertaneja, viola de arame, viola nordestina, viola cabocla, viola cantadeira, viola de dez cordas, viola chorosa, viola de queluz, viola serena, viola brasileira, entre outras.

O instrumento[editar | editar código-fonte]


Violeiro tocando, obra de Almeida Júnior.
A viola caipira tem características muito semelhantes ao violão. Tanto no formato quanto na disposição das cordas e acústica, porém é um pouco menor.
Existem diversos tipos de afinações para este instrumento, sendo utilizados de acordo com a preferência do violeiro. As mais conhecidas são CebolãoRio Abaixo, Boiadeira e Natural. É comum a utilização da afinação Paraguaçu pelos repentistas nordestinos, apesar de também ser encontrada na região do Vale do Paraíba.
A disposição das cordas da viola é bem específica: 10 cordas, dispostas em 5 pares. Os dois pares mais agudos são afinados na mesma nota e mesma altura, enquanto os demais pares são afinados na mesma nota, mas com diferença de alturas de uma oitava. Estes pares de cordas são tocados sempre juntos, como se fossem uma só corda.
Uma característica que destaca a viola dos demais instrumentos é que o ponteio da viola utiliza muito as cordas soltas, o que resulta um som forte e sem distorções, se bem afinada. As notas ficam com timbre ainda mais forte pois este é um instrumento que exige o uso de palheta, dedeira ou principalmente unhas compridas, já que todas as cordas são feitas de aço e algumas são muito finas e duras.

Símbolo nacional[editar | editar código-fonte]

A viola é o símbolo da original música sertaneja, conhecida popularmente como moda de viola ou música raiz.
No Brasil, é um instrumento tradicional. Músicas entoadas em suas cordas atravessaram décadas e gerações e até hoje estão presentes no nosso dia a dia da cultura brasileira.
Em ParanáMinas GeraisSão PauloGoiásMato GrossoMato Grosso do Sul e parte de Tocantins, dentre outros, a viola tem destaque na música, onde a tradição da moda de viola é passada de geração em geração. A viola é um instrumento com um potencial fora do normal. O músico e instrumentista já falecido Renato Andrade comprovou isso em meio de estudos em que conseguiu imitar instrumentos como: Harpa de concerto, Harpa Paraguaia, Guitarra Portuguesa, Bandolim Napolitano, Balalaica Russa, e como ele sempre dizia: "...também imita a viola!"

Lendas e histórias[editar | editar código-fonte]

Existem diversas lendas e histórias acerca da tradição dos violeiros.
Há diversas lendas e histórias a respeito das afinações da viola. O nome da afinação Cebolão seria do fato de as mulheres chorarem, emocionadas ao ouvir a música, como quem corta cebola.
A afinação Rio Abaixo seria originada na lenda de que o Diabo costumava descer os rios tocando viola nessa afinação e, com ela, seduzindo as moças e as carregando rio abaixo. Do violeiro que utiliza esta afinação diz-se, eventualmente, que pode estar enfeitiçado ou ter feito pacto com o demônio.
Acredita-se que a arte de tocar viola seja um dom de Deus, e quem não o recebeu ao nascer nunca será um violeiro de destaque. Porém, a lenda diz que mesmo a pessoa não contemplada com este dom pode adquirir habilidade de um bom violeiro. Uma das opções seria uma magia envolvendo uma cobra-coral venenosa e é conhecida como simpatia da cobra-coral. Outro modo seria fazer rezas no túmulo de algum antigo violeiro na sexta-feira da paixão. Há ainda a possibilidade de o violeiro firmar um pacto com o Diabo para aprender a tocar viola.
O pesquisador Antônio Candido conta que na região da Serra do Caparaó, assim como em outras, o Diabo é considerado o maior violeiro de todos. Tal mito explica a quantidade de histórias, em todo o Brasil, de violeiros que teriam feito pacto com o Diabo para tocarem bem. Porém, o violeiro que faz este tipo de pacto não vai para o inferno já que todos no "céu" querem violeiros por lá.
Uma característica dos violeiros típico do nordeste são os duelos de tocadores. Todo bom violeiro se auto-afirma o melhor da região. Se outro violeiro o contraria, o duelo está começado.
Em certas regiões, por tradição, as violas carregam pequenos chocalhos feitos de guizo de cascavel, pois segundo a lenda, tem poder de proteção para a viola e para o violeiro. Segundo contam os violeiros de antigamente, o poder do guizo chega a quebrar as cordas e até mesmo o instrumento do violeiro adversário.

Folclore brasileiro[editar | editar código-fonte]


Viola caipira.
A viola está presente em diversas manifestações brasileiras, como CatiraFandangoFolia de Reis, e outras, pelo Brasil afora.

Ver Também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. ↑ Ir para:a b Ivan Vilela (2003). O caipira e a Viola em: Sonoridades luso-afro-brasileiras (PDF). Brasileira. Lisboa: ICS. pp. 173–189

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Araújo, Rui Torneze de (1998). Viola Caipira. Estudo Dirigido. São Paulo: Irmãos Vitale S/A. 64 páginas. CDD 787.3
  • CASTAGNA, Paulo; SOUZA, Maria José Ferro de; PEREIRA, Maria Teresa Gonçalves (2012). Domingos Ferreira: um violeiro português em Vila Rica. In: LUCAS, Maria Elisabeth; NERY, Ruy Vieira. As músicas luso-brasileiras no final do antigo regime: repertórios, práticas e representações; colóquio internacional, Lisboa, 7 a 9 de junho de 2008. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda e Fundação Calouste-Gulbenkian. pp. 667–704. ISBN 978-972-27-2026-7
  • Corrêa, Roberto (2000). A Arte de Pontear Viola. Brasília/Curitiba: Edição do Autor. 259 páginas. ISBN 85-901603-1-9
  • Moura, Reis (2000). Descomplicando a Viola. Método Básico de Viola Caipira. 1. Brasília: Edição do autor. 62 páginas. ISBN 85-901637-1-7 Parâmetro desconhecido |volumes= ignorado (|volume=) sugerido (ajuda)
  • Queiroz, Enúbio Divino de (2000). Repertório de Ouro para Viola Caipira. São José do Rio Preto: Ricordi. 76 páginas
  • Viola, Braz da (1992). A Viola Caipira. São Paulo: Ricordi. 47 páginas
  • Viola, Braz da (1999). Manual do Violeiro. São Paulo: Ricordi. 74 páginas
  • Viola, Braz da (2001). Um Toque de Viola. São Paulo: Edição do autor
  • Viola, Braz da (2001). 10 peças para tocar. São Paulo: Edição do autor
  • Viola, Braz da (2003). Pagode de Cabo a Rabo. São Paulo: Edição do autor
  • Viola, Braz da (2004). Viola-de-Cocho. método prático. São Paulo: Edição do autor
  • Viola, Braz da (2004). Ponteios, O Pulo do Gato. São Paulo: Edição do autor

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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quarta-feira, 30 de março de 2016

Lindberg desmascara o golpe



" Eu acho que os senhores vão pagar para a história, porque na história eu não tenho dúvida de dizer que , se esse golpe for à frente, isso vai entrar para a História do Brasil como um momento de ruptura da ordem democrática, isso vai ficar marcado como um golpe parlamentar e eu lamento que o PSDB tenha embarcado nisso com Michael Temer e o Eduardo Cunha." Lindbergh Faria, em 29 de março de 2016

terça-feira, 29 de março de 2016

Comentário político dessa semana ... Ode aos Ratos

PMDB, como um bando de ratos que é, desembarca do governo. deixa só o vice presidente, que não larga o osso. Como disse meu amigo Mario Rui Feliciani via Facebook:
"Um juiz julgou em 28 segundos. Um partido deixou o governo em 4 minutos.
Assim vamos passando de país do futuro para país futurista. Ave, Marinetti."

domingo, 29 de março de 2015

João Donato e Chucho Valdés: Brasil e Cuba no SESC Belenzinho


Teve  o encontro de João Donato e Chucho Valdés no SESC Belenzinho ontem.
  
A quem duvida de que eu fui, eis alguns registros. Baita som, claro ... só achei o público bem morno, tinha a chance de se levantar e deixar o corpo se manifestar no espaço da Comedoria , mas não o fizeram... e mais: presenciei alguns que até bateram boca por causa de lugar para se sentar... enfim... João Donato e Chucho Valdés são muito mais e eu continuo desfrutando o presente de ter visto os dois tocarem juntos em 2015!!!!! DEMAIS!
João Donato e Chucho Valdés: Brasil e Cuba!

Ao fundo, de amarelo, só o Robertinho Silva!


domingo, 26 de maio de 2013

Brasil - descrição fisica e politica. [Millôr Fernandes]

Brasil - descrição fisica e politica. [Millôr Fernandes]
O Brasil é um país maior do que os menores e menor do que os maiores. É um país grande porque, medida sua extensão, verifica-se que não é pequeno. Divide-se em três zonas climáticas absolutamente distintas: a primeira, a segunda e a terceira, sendo que a segunda fica entre a primeira e a terceira. As montanhas são consideravelmente mais altas que as planícies, estando sempre acima do nível do mar. Há muitas diferenças entre as várias regiões geográficas do país, mas a mais importante é a principal. Na agricultura faz-se exclusivamente o cultivo de produtos vegetais, enquanto a pecuária especializou-se na criação de gado. A população é toda baseada no elemento humano, sendo que as pessoas não nascidas no país são, sem excessão, estrangeiras. Na indústria fabricam-se produtos industriais, sobretudo iguais e semelhantes, sem deixar-se de lado os diferentes. No campo da exploração dos minérios, o país tem uma posição só inferior aos que lhe estão acima, sendo, porém, muito maior produtor do que todos os países que não atingiram o seu nível. Pode-se dizer que, excetuando seus concorrentes, é o único produtor de minérios no mundo inteiro. Tão previlegiada é hoje a situação do país, que os cientistas procuram apenas descobrir o que não está descoberto, deixando para a indústria tudo que já foi aprovado como industrializável, e para o comércio tudo o que é vendável. Na arte também não há ciência, reservando-se esta atividade exclusivamente para os artistas. Quanto aos escritores, são recrutados geralmente entre os intelectuais. É, enfim, o país do futuro, sendo que este se aproxima a cada dia que passa.

quarta-feira, 17 de março de 2010

O BRASIL AINDA PRECISA SE ENCONTRAR!


Fala-se muito - especialmente no meio acadêmico- que precisamos encontrar Brasil, e tal...
Acho que isso é pular etapas... penso que o Brasil é como o diabo do Grande Sertão:"não queria existir"! Ele ainda é tão fluído!
Isso me (re) lembra o filme que eu amo "Central do Brasil" -e, aquele cujo subtítulo podia ser a"a verdadeira História do Brasil"- que começa e termina com o samba "Preciso me encontrar"... e esse "deixe-me ir, preciso andar, vou por aí a procurar rir pra não chorar..."
Sentir/pensar isso é, para mim, uma razão de vida!
Pensei muito isso no meu mestrado, agora no início do doutorado, penso no Brasil mais profundamente: Como tudo aqui ainda está em fase inicial!
Assim como pensava Oswald de Andrade nos anos 1920, o Brasil é um Estado criança, a ser formado, e ainda é? Acho que sim!
Aqui ainda existe esse tipo de coisa:





O que faremos ? O que podemos fazer?