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quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

8 METAS PESSOAIS PARA 2022

 

Metas 

Entrando no terceiro ano da pandemia, a vida se movimentou bastante apesar de tudo e, embora ainda não seja a hora de traçar tantas metas, acho que já dá para traçar algumas a mais do que no ano passado. Vamos arriscar!


1 - CONTINUAR VIVA

A meta de todo ano, o básico do básico. Mas como em 2021 vivi momentos muito ruins, de fraqueza, de autoestima baixa, desespero e tantas vezes senti que ia me esvaindo, acho que sempre vale a pena relembrar que a primeira coisa a preservar sou eu mesma! Só tenho a agradecer por não ter esquecido nunca disso e planejar não esquecer em 2022;

2 - ACHAR UM MOZÃO

Sei que é a meta mais difícil, que não depende só de mim, que eu também nem sempre ajudo, mas talvez seja a mais fundamental. Depois de um 2021 tão solitário, em todos os sentidos, eu tenho que saber e proclamar que eu também mereço não ficar mais tão sozinha. Começando por abrir mais as portas de acesso até mim, o que já é tão difícil, ainda mais na pandemia. Enfim…

3- TRABALHAR MAIS

Não sei como, não sei onde, não sei com o que , mas é fundamental trabalhar, estudar, conversar, fazer a cabeça funcionar e as sementes brotarem. Na pandemia nunca parei de produzir, mas ainda preciso de mais coisas. Como seria eu não sei, mas solto ao universo que eu estou preparada para desafios.

4- TREINAR O MÁXIMO POSSÍVEL

Em 2021 os treinos foram um ponto alto, fui de momentos em que eu não pude fazer sequer uma caminhada, não sabia quando poderia novamente, se poderia e fiquei muito na bad. Mas assim que foi possível, com minha mãe melhor e eu vacinada, peguei a oportunidade de voltar a academia e retomar os treinos com unhas e dentes, como um sopro de vida, uma esperança em temos pandêmicos : de segunda a sábado, acompanhamento nutricional, força, resistência e autoestima. Com tudo que passei, quando retomei os treinos, voltei com mais interesse em entender os exercícios, as dietas, as possibilidades de fazer tantas coisas, mesmo sem academia. Hoje o Youtube ajuda muito e tenho fé que, sem nada, por tanto tempo, não devo ficar! Isso é uma grande esperança.

5- CONTINUAR CUIDANDO DE QUEM AMO (INCLUSIVE EU)

Há anos larguei tudo e venho cuidando muito da minha mãe, agora acho que ela, enfim, já está mais repuperadinha (que maravilha!), então voltei a cuidar mais de mim também. Em 2022 minha meta é continuar com esses cuidados com todos que amo, com o mundo!

6 -RESTABELECER MINHA LIBERDADE

Nesse momento, em janeiro, estou incomodada porque não consigo nem pensar em circular pela cidade. Tem a Covid, tem o surto de gripe, tem meu medo da vida.  Mesmo estando com a vacinação completa, o que me permite frequentar a academia, ainda não tive ânimo para passear. Espero ter força para retomar isso também, afinal ainda estou viva!

7- PODER VOLTAR A SONHAR, APESAR DE TUDO, POR CAUSA DE TUDO

Já desde antes da pandemia vinha observando em mim uma certa dificuldade em sonhar, sonhar alto, sonhar com tudo. Vinha aceitando o que consegui e agradeço tanto, mas é preciso almejar mais. Vou tentar, um dia de cada vez. Agora meu sonho é sair para passear. Tomara que consiga.

8- ME AMAR MAIS DO QUE NUNCA

É uma meta egoísta? É. Mas sem ela não consigo realizar nenhuma das outras, não? Amor próprio é fundamental, um exercício diário que pretendo fazer em 2022. Vamos ver se consigo.

Espero que eu volte a este post no ano que vem e que o balanço seja positivo! Força pra nós! E que venha 2022!


sábado, 3 de outubro de 2009

UFANISMO UTÓPICO



O título e a charge eu peguei do perfil do meu orkut-amigo Jonh Bernardes Justiniano.

Mas a idéia também é minha: Esse entusiasmo adolescente não está mais colando em mim...

Como no dia que seria divulgado o resultado da disputa do local a ser realizado em 2016 foi decretado PONTO FACULTATIVO!... Sei lá, esse tipo de envento não dá certo sem muito empenho e muita grana (que grana?)

Eu não fiquei tão "feliz"... mas é apenas a minha opnião...

O que vocês acham?

quarta-feira, 11 de março de 2009

MINHA DEFESA DE MESTRADO OU A HISTÓRIA DA CIGARRA E DA FORMIGA, MAIS OU MENOS

Pois então, passadas algumas horas da minha defesa (detesto ser perguntada quando ainda estou em estado de tensão...), acho que já posso tentar formular algum comentário sobre o ocorrido. Minha banca - escolhida a dedo - trazia os nomes que mais me chamaram a atenção em dois quesitos fundamentais: Susana Lages e a opção pelo caminho do estudo da linguagem e Willi Bolle com o suas idéias fenomenais sobre Rosa e a história. Ambos foram ótimos, mas gosto de pensar nas perspectivas que cada um utilizou. Se Bolle deu um show, agradou a todos porque é genial, tem uma cultura de tirar o fôlego e é a pessoa mais sedutora que eu já conheci na vida (todos ficaram seduzidos por ele, suas brincadeiras e erudição)... incrível! A Susana também foi ótima, mas a abordagem dela é diferente, ela presta atenção nos processos do trabalho e oferece ferramentas para que eu me saia melhor nesse aspecto. Hoje concluo que eu não poderia ter escolhido uma banca melhor, pois com ela descobri que ao contrário da que reza a moral da fábula de Esopo, nem a cigarra, nem a formiga saem individualmente vitoriosos ... é preciso que tenhamos os dois lados para que consigamos obter os melhores resultados possíveis. Eu, por exemplo, mergulhei nas perspectivas encantadoras de Bolle, mas sempre com os alertas "de mãe" de Susana, para que eu não seja afogada pelas idéias maravilhosas e pela minha paixão pelo tema.
Tenho muito a aprender ainda, claro, mas uma coisa eu vi que já aprendi: Escolher ao lado de que tipo de pessoas eu quero continuar a caminhada.