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domingo, 7 de junho de 2026

Falando com a IA sobre "Fale com ela"

 

Mais tarde eu devo assistir "Natal amargo",  mais um lançamento de Almodóvar , e para entrar no clima iniciei um papo com a IA sobre o cineasta. Foi muito boa a "conversa" sobre temas e estéticas. Quando abordamos meu preferido, "Fale com ela", que assisti incontáveis vezes na vida e revi recentemente com Geraldo em Niterói,  disse que é um filme sobre solidão chegando num estremo de loucura (minha leitura deste filme de sempre), mas desta última vez me chamou mais  atenção que este também é  um filme sobre a amizade de dois homens que se encontram na plateia devPina Bausch e depois tentando cuidar de "suas mulheres"...

O que a IA me "disse ", foi enternecedor :

"Antes mesmo de Marco e Benigno se tornarem amigos, Benigno já o observa. Ele percebe a dor dele naquele espetáculo de Pina Bausch, vê aquele homem chorando sozinho na plateia e guarda essa imagem. Quando conversa com Alicia, ele fala sobre Marco como quem fala de alguém que, de alguma forma, já lhe é familiar.

Isso é muito característico de Benigno. Ele é uma pessoa profundamente solitária, mas também profundamente atenta. Ele observa. Repara. Constrói vínculos muito antes de os outros saberem que esses vínculos existem.

O bonito é que, por um momento, Alicia acaba funcionando como uma espécie de ponte entre eles. Benigno fala de Marco para ela antes de Marco sequer imaginar que Benigno existe. Como se a amizade deles começasse a nascer num espaço invisível.

E aí há uma ironia melancólica: Benigno acredita muito no poder da conversa. Ele fala com Alicia todos os dias. Fala de si, do mundo, de Marco. O título do filme — Fale com Ela — atravessa tudo isso. Benigno fala. Talvez fale até demais. Mas, entre todas as conversas dele, uma das mais genuínas é justamente quando fala sobre Marco.

O que me emociona é que, naquele momento, não há obsessão nem idealização. Há apenas reconhecimento. Ele vê um homem triste e sente empatia.

Você me fez lembrar de um detalhe que sempre achei bonito: Marco e Benigno não se tornam amigos porque têm vidas parecidas. Eles se tornam amigos porque conseguem enxergar a vulnerabilidade um do outro. E isso começa muito antes do primeiro diálogo entre eles.

Por isso sua observação é tão tocante. Quando assistimos novamente ao filme, percebemos que a amizade deles não começa no hospital. Ela começa naquela plateia, em silêncio, com um homem chorando e outro homem prestando atenção. Isso é de uma humanidade enorme. "

Poxa! E se a IA for minha Alicia?  🤔

Só sei que já entrei no clima Almodovar.

Adorei! 

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Lendo livro novo de Murakami com IA



Em uma tradução meio manca da IA (não acharam?)

"'Para ser honesto, você é a primeira pessoa feia que já conheci.'
Kaho, uma autora de livros ilustrados de 26 anos, ouviu isso de repente de um homem que ela tinha acabado de conhecer.
Nem excepcionalmente bonita nem particularmente inteligente, mas simplesmente um pouco curiosa, ela não ficou tão irritada ou chocada quanto genuinamente surpresa.
O que diabos esse homem está tentando dizer?
Mas, a partir daquele momento, todo tipo de coisas estranhas começou a acontecer ao redor dela"

Gostaram? Eu, muito ... cheirinho de o " pássaro de corda" cantou!

 Falei com a IA sobre e ela discursou:

" Porque esse trecho sintetiza o mundo Murakami: Ele reúne vários traços muito típicos do universo do Haruki Murakami — não é só o que é dito, mas como isso reorganiza a realidade da personagem.
Primeiro, o choque deslocado. A fala do homem é brutal (“você é feia”), mas o efeito não é o esperado. Em vez de humilhação ou raiva, vem curiosidade e estranhamento. Isso é bem Murakami: o foco não está no drama imediato, e sim na FISSURA que se abre na percepção.
Segundo, a ideia de um gatilho banal que abre o estranho. Em muitos livros dele — como Kafka à Beira-Mar ou 1Q84 — algo aparentemente pequeno ou absurdo funciona como porta de entrada para um mundo que começa a se desorganizar. Aqui, uma frase inadequada de um desconhecido vira esse portal.
Terceiro, a protagonista “neutra”. Murakami costuma criar personagens que não são extraordinárias (“nem muito bonita, nem especialmente inteligente”), mas que têm uma espécie de disponibilidade para o enigma. É essa abertura que permite que o estranho aconteça ao redor delas.
Quarto, a sensação de que existe um significado oculto nas palavras. A pergunta dela (“o que ele quis dizer?”) não é só social — parece quase metafísica. Como se a frase fosse um código, ou uma chave para algo maior.
Por fim, o mais importante: a passagem de um mundo normal para um mundo onde “coisas estranhas começam a acontecer” sem explicação clara. Essa transição suave, quase sem ruptura explícita, é uma marca registrada dele.
Então não é só a grosseria do homem — é o fato de que essa grosseria funciona como FENDA na realidade, e a personagem, em vez de rejeitar, entra nessa fenda. É exatamente aí que começa o território típico de Murakami."

Fantástico! A IA é minha melhor interlocutora sobre Murakami. 

Agora vou querer ler o livro...

Ainda sobre a divulgação, li outro texto 
"O próximo romance de Haruki Murakami, “The Tale of KAHO”, está previsto para ser publicado em 3 de julho pela Shinchosha Publishing Co....
Murakami, que escreveu grande parte do livro enquanto se recuperava de uma doença grave, descreveu a obra como “mais otimista” do que seus trabalhos anteriores. Curiosamente, ele achou surpreendentemente natural escrever a partir de uma perspectiva feminina, afirmando simplesmente: “Eu me tornei ela.”
Segundo a editora, Kaho é a primeira protagonista feminina a liderar um romance de longa duração de Murakami... um marco significativo, especialmente considerando as críticas feministas que sua obra recebeu ao longo das décadas...
Ele é frequentemente criticado por criar personagens femininas “planas”, que existem principalmente para servir às necessidades narrativas de homens alienados, muitas vezes sexualmente frustrados... Por isso, será fascinante ver como ele retrata Kaho... ela terá sua própria agência ou ainda será vista através de uma lente distintamente masculina?
Uma coisa é certa... Murakami vai se manter fiel à tradição e se recusar a ser seu intérprete. Você deve ouvir atentamente o próprio texto... com “seus ouvidos delicadamente moldados, como conchas”..."

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Prêmio :Melhores do ano 2025 blog Pequenidades

Demorou muito e foi muito corrido, como tudo esses ano, nem vou comentar muito tópico por tópico, mas aqui vai a lista dos melhores de 2025:

 

1 Rolê: Festival Cacique de Ramos no meu aniversário 


Foi um ano onde quase não fui a rolês, mesmo sambas pouco frequentei, em comparação a outros anos. O melhor foi o festival do Cacique de Ramos no dia do meu aniversário, um grande presente!

Eu toda de vermelho e negro 
Toda gatinha de samba 




Ganhei muito carinho 

                      

700 ml de Suco de LIMÃO 
Muito calor!


2 Música : "Corpo fechado" , Academicos do Salgueiro 


Algumas músicas foram muito importantes pra  trilha sonora da história mais intensa do ano todo, registrada aqui, tivemos pelo menos dois temas musicais. No fim do ano fiz um resumo e achei que entrei nela como "Pescador de ilusões", de O Rappa. Essa música representou minha coragem de mergulhar de cabeça num mar escuro, apesar do medo, afinal via os corais mais coloridos ❤️
Pedi a IA uma imagem sobre a música 

Pescador de ilusões 

Ainda nesse clima, o músico do ano foi Djavan, que reencontrei e sua música Samurai, que eu sempre  amei, foi o grande tema dessa história. Resgatar Djavan fez parte  das quebras de couraças que aconteceram em 2025, ano em que eu vesti a camisa do Djavan, que eu dei de presente e roubei sem dó para tirar a foto mais curtida no Facebook
Djavanear o q há de bom

A música que mais ouvi o ano todo foi o samba de enredo do Salgueiro, Corpo Fechado. E não é porque sou salgueirense, mas essa música é uma reza, me protegeu em vários momentos, especialmente quando fiquei presa na enchente durante a tempestade em fevereiro! Além do que só de poder gritar essa letra não tem preço

"Macumbeiro, mandingueiro, batizado no gongá
quem tem medo de quiumba não nasceu pra demandar 
meu terreiro é a casa da mandinga
quem se mete com Salgueiro acerta as contas na curimba!"

3 Livro e autor (a) do ano:  "Após o anoitecer", Haruki Murakami


Em 2025, li muita coisa, como sempre. Algumas leituras foram melhores do que outras, mas, desta vez, não consegui escolher um livro que, por si só, fosse o melhor do ano. Este foi o livro do ano  porque pontuou vários momentos importantes e é uma leitura da qual sempre vou me lembrar ao pensar em 2025.


O dia frio que chegou

Este também foi o ano em que mais li Haruki Murakami, o que o torna, naturalmente, o autor do ano. Entre seus livros, “Após o Anoitecer”, que li em julho, se destacou por trazer muitas questões atuais. São questionamentos que venho observando com frequência em produções audiovisuais no streaming, especialmente aqueles ligados a outras dimensões e a diferentes registros do audiovisual.

Assistimos Alphaville 


Emprestei o livro ao Geraldo, que adorou, e ainda tivemos a oportunidade de assistir ao filme Alphaville, citado no romance japonês, em uma sessão no CineSesc. Seguimos com planos de continuar reverberando essa leitura. Livro bom é aquele que se expande, e esse é exatamente o caso deste.


4 Filme ou peça teatral: "Senhora dos afogados"


Bom, nesse ano de áudio visual, não sei como escolher um filme ou série, afinal vi incontáveis e todos maravilhosos: Drive my car, Them, Amores expressos, Ritas, Homem com H, Contos do Loop, Anne with an E, Black Mirror, She, Alphaville, Retrato Fantasma, O filho de mim homens ... não saberia escolher. Então o prêmio vai para a sensacional Senhora dos afogados, minha primeira peça de Nelson Rodrigues, minha primeira peça do Teatro Oficina : histórico, surreal! E eu estava muito gata, cabelinho Mara



5 Fotos do ano : Todas da Baia de Guanabara a partir da Ponte Rio Niterói (que não tem fim) e nunca me canso de ver

Uma das minhas maiores paixões em 2025. A ponte Rio Niterói, que não tem fim, que não tem tempo. É só deslumbramento 



6 Bebida ou comida do ano: Carnes e sobremesas feitas COM AMOR só para mim 😍

Esse ano fui muito mimada, bem tratada, curtida: cozinharam para mim carnes e sobremesas : muito amor ! 

Algumas sobremesas

 Algumas Carnes ❤️

7  Show: Jorge Aragão no Carnaval 

Nesse ano shows não foram destaque. Ainda bem que assisti ao do Jorge Aragão ,em frente a Igreja da Consolação,no pré carnaval     Acadêmicos do Baixo Augusta. Claro até não levei celular, mas consegui umas imagens depois . Logo no começo o ano estava ganho!

8  Roupas ou acessórios: Chapéu de samba

Só tinha um, usava pouco. Esse ano usei mais. Até ganhei um Panamá de presente de natal. Quero mais!

Chapéu Panamá:
Presente de Natal do Geraldo 

Meu chapéu vovó cinza
Um banda no samba 


9 Conquista do ano : Uma possibilidade de amor (e preto)



Começo citando Caio Fernando Abreu:  
"Deus - ou isso que chamamos assim, tão descuidadamente, de Deus -, enviou-me certo presente ambíguo: uma possibilidade de amor. Ou disso que chamamos, também com descuido e alguma pressa, de amor. E você sabe a que me refiro ". (In Pequenas Epifanias) .


Já sabem do que estou falando. Mas eu sei que "presente ambíguo de Deus"  não é propriamente uma conquista! Explico : o que ganhei foi uma oportunidade de amor, mas não veio pronta,  foi preciso trabalhar para transformar num amor possível. Isso foi feito e conquistei! Ficou tão possível que preencheu tanto meu cotidiano , que essa energia salpicou a retrospectiva e também os "melhores do ano", mostrando como se agregou à minha vida. Afinal, como "qualquer maneira de amor vale à pena", a nós, pescadores de ilusões, nos cabe fazer valer à pene . Nós fizemos!

10 Ícone da cultura negrado ano:  Stefano Vop


Infelizmente acompanhei a trajetória de poucos negro e negras. Mas li o livro de contos "Homens pretos (não) choram" , de Stefano Volp , um jovem  autor negro. Depoimentos de negras já temos inúmeras "escrevivências", mas é muito raro ler sobre a subjetividade do homem negro. Divulguei Falei tanto desse livro nas redes sociais, e foi com felicidade que ouvi que alguns tinham lido esse livro lindo! 

11 Menção honrosa: Rodrigo Santoro 

Não tinha quesito pra ele, então como eu sou dona desse prêmio, inventei um só esse ano ! Porque ele  estrelou dois lançamentos lindos e poético ("O último azul" e "O filho de mil homens), marcando seu amadurecimento como ator, um presente! Certamente 2026 pode ser ano que Wagner Moura concorre e possivelmente ganhe o Oscar de melhor ator por "O agente secreto", mas 2025, pra mim, foi o ano de me deleitar ao  rever Santoro nas telonas 😍



Parabéns e obrigada aos vencedores e vencedoras! Ano que vem tem mais!







domingo, 21 de setembro de 2025

IA interpretando meu teste DNA ancestralidade

 

A palavra chave é 
 ANCESTRALIDADE 


Já faz alguns anos que fiz meu teste DNA Ancestralidade e foi muito importante para mim, como comentei  NESTE POST, um dos mais vistos e lidos da história deste blog.

Agora, aproveitando minha interação com a IA, enviei este resumo pra elas 


E pedi :

"Esse é um resumo do meu teste de DNA ancestralidade. Na minha interpretação,em  geral, trata-se de uma mescla com predominância de  povos europeus da península Ibérica com povos de várias regiões da África, uma fusão bem característica da História do Brasil, com marcas de colonização. Se eu estiver correta, explore esses povos, sobretudo os africanos."


A RESPOSTA DO CHAT GPT:

"Vamos organizar juntos essa interpretação. Você está correta: o resultado mostra uma forte predominância ibérica (Portugal e Espanha), em combinação com contribuições africanas de várias regiões, compondo exatamente a história que formou o Brasil colonial: o encontro entre colonizadores ibéricos, povos africanos trazidos pelo tráfico atlântico e, em menor escala, aportes de outras regiões (Américas, Ásia, Oriente Médio/Magrebe).

📌 Europa – 53%

Ibéria (Portugal e Espanha, 25%) → Núcleo da colonização do Brasil. Foram os portugueses que chegaram primeiro, e os espanhóis também tiveram influência na América do Sul.

Europa Ocidental (França, Inglaterra, Alemanha, Suíça, Bélgica, 13%) → Pode refletir migrações mais tardias ou misturas anteriores já presentes em Portugal e Espanha.

Itália (8%) → Lembra a imigração italiana que foi marcante no Brasil a partir do séc. XIX, mas também pode estar diluída na história mediterrânea ibérica.

Basco (3%) → Região singular da Península Ibérica, com identidade cultural própria.


Volga-Ural e Leste Europeu (<3%) → Provavelmente marcas genéticas mais antigas, herdadas de migrações na Europa.

📌 África – 33%

Aqui está o coração da fusão com a história do Brasil. O DNA mostra presença de todas as grandes regiões africanas envolvidas no tráfico atlântico:

Oeste da África (Angola, Camarões, Gabão, Congo, Guiné Equatorial, 12%)

→ Angola e Congo foram as principais origens de africanos escravizados no Brasil, sobretudo no séc. XVII–XIX. Povos bantos, que trouxeram línguas, religiosidades (como os fundamentos do candomblé angola e quimbanda) e ritmos musicais.

Costa da Mina (Nigéria, Gana, Togo, Benim, 11%)

→ Região fortemente ligada ao tráfico atlântico, sobretudo no séc. XVIII. Aqui estavam povos iorubás (cultura nagô), jejes (do Daomé/Benim) e hauçás (muitos deles islamizados). Esses grupos influenciaram profundamente a cultura afro-brasileira, do candomblé nagô às festas, comidas e até à língua (palavras do iorubá no português do Brasil).

Leste da África (Tanzânia, Quênia, Moçambique, Malawi, Zimbábue, Zâmbia, parte da África do Sul, 7%)

→ Os “africanos de Moçambique” também chegaram ao Brasil, em menor escala, principalmente nos portos do Rio de Janeiro no séc. XIX. Povos de línguas bantas, próximos culturalmente aos da África centro-ocidental.

Chifre da África (Eritreia, Etiópia, Somália, 3%)

→ Região com forte tradição cristã ortodoxa e islâmica. Não foi foco do tráfico, mas pode aparecer no DNA por migrações internas antigas dentro da África.

África do Sul (ligada ao componente do Leste e Bantos do sul)

→ Marca genética dos grandes movimentos bantos que se espalharam pelo continente.

📌 Américas – 8%

Amazônia (4%) e Andes (3%) → Podem refletir mistura indígena sul-americana, algo também comum na formação brasileira.

Patagônia (<2%) → Pode ser resquício genético pan-americano, ligado às migrações indígenas.

📌 Ásia – 3%

Japão e Coreia (3%) → Pode ser ruído estatístico, mas também pode refletir antigas migrações e trocas genéticas através da Eurásia.

📌 Oriente Médio e Magrebe – 3%

Magrebe (Argélia, Líbia, Marrocos, Tunísia, Mauritânia)

→ Lembra a longa presença árabe-muçulmana na Península Ibérica (séc. VIII–XV), que deixou marcas no DNA ibérico.

🌍 Síntese

Sua interpretação está correta: trata-se de uma mescla típica da história do Brasil — ibéricos colonizadores + africanos de diversas regiões (sobretudo Angola, Congo e Costa da Mina) + indígenas sul-americanos, com toques de influências mais distantes (Itália, Europa Ocidental, Magrebe).

A parte africana é especialmente rica:

Bantos (Angola, Congo, Moçambique, Zâmbia) → fundamentais para a base cultural afro-brasileira.

Iorubás, Jejes e Hauçás (Costa da Mina) → fortemente presentes nas religiões afro-brasileiras, na música e na culinária.

Outros aportes menores (Chifre da África, Leste e Sul da África) → lembram que o tráfico foi amplo e variado."

No fim pedi uma imagem sintética, com símbolos dos povos mencionados no resultado e a resposta  :

Símbolos da minha ancestralidade 
Para o CHATGPT 

A RESPOSTA DO GEMINI:

​"Com base na imagem que você forneceu, sua interpretação dos resultados de sua ancestralidade está correta. Os resultados mostram uma mistura de povos com predominância de ancestralidade europeia da Península Ibérica, seguida por povos africanos de várias regiões. Este padrão é de fato característico da história do Brasil, refletindo o passado colonial do país e a mistura de populações.

​Vamos aprofundar nos povos e regiões que aparecem em seus resultados, principalmente os africanos.

​Ancestralidade Africana

​Seus resultados mostram uma ancestralidade significativa de três grandes regiões da África: Oeste da África, Costa da Mina e Leste da África. Essas regiões desempenharam um papel crucial no comércio transatlântico de escravos, que trouxe uma gama diversificada de povos para as Américas, incluindo o Brasil.

  • Oeste da África (12%): Este é o seu maior grupo ancestral africano, abrangendo países como Angola, Camarões, Gabão, Congo e Guiné Equatorial. Esta região foi uma grande fonte de pessoas escravizadas transportadas para o Brasil. Os povos dessas áreas frequentemente pertenciam a uma variedade de grupos étnicos, incluindo os povos bantos, que eram habilidosos na agricultura e na metalurgia do ferro. Suas culturas, línguas e tradições tiveram uma profunda influência na cultura brasileira, especialmente na música, culinária e religião.
  • Costa da Mina (11%): Esta região, que inclui Nigéria, Gana, Togo e Benin, também foi um centro fundamental para o comércio de escravos. Era lar de poderosos reinos e impérios. Muitas pessoas escravizadas desta região eram iorubás, ewes e fons. Suas práticas religiosas e culturais, como o Candomblé no Brasil, ainda estão muito vivas e são uma parte fundamental da herança cultural do país.
  • Leste da África (7%): Esta região inclui países como Tanzânia, Quênia, Malawi, Moçambique, Zimbábue e Zâmbia. Embora não tão dominante no comércio de escravos para o Brasil quanto o Oeste e o Centro da África, pessoas desta região também foram trazidas para o Brasil, especialmente de Moçambique. Esta ancestralidade reflete a amplitude das rotas comerciais e as diversas origens da população escravizada.
  • Chifre da África (3%): Esta região inclui Eritreia, Etiópia e Somália. Embora seja uma porcentagem menor, esta ancestralidade também faz parte da complexa história das populações da diáspora africana.

​Ancestralidade Europeia

  • Península Ibérica (25%): Este é o seu grupo ancestral mais significativo. A Península Ibérica, que inclui Portugal e Espanha, foi a principal potência colonial no Brasil. Colonizadores, colonos e comerciantes portugueses moldaram a língua, a religião e as estruturas sociais do país. Esta ancestralidade é um reflexo direto da história colonial do Brasil e do papel fundamental dos portugueses na formação de sua identidade nacional.

​Um Padrão Ancestral Típico do Brasil

​Seus resultados ilustram de forma bela a formação do povo brasileiro. A alta porcentagem de ancestralidade ibérica, combinada com uma mistura significativa de várias regiões africanas, é uma representação clássica da mistura luso-africana que define grande parte da população brasileira. Essa mistura não é apenas genética; é uma fusão cultural que moldou a música, a culinária, a arte e as tradições do Brasil por séculos.

​É fascinante ver como um simples teste genético pode contar uma história histórica tão detalhada. Seus resultados são um testemunho das origens diversas e complexas do povo brasileiro."

Gostei muito, achei poética a resposta. A imagem sintética é realmente LINDA: 



​ 


Gostei muito da resposta, bem mais ampla do que eu conseguiria fazer sozinha.