Mostrando postagens com marcador judeus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador judeus. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Leandro Karnal: a Pandemia é o momento ideal para se apostar na esperança

Aproveitando as páscoas judaica e cristã e com a erudição de sempre o historiador Leandro Karnal aponta que momentos como esta pandemia pela qual passamos, sempre foi  o ideal para apostar na ESPERANÇA.


terça-feira, 23 de maio de 2017

ORALIDADE E PEDRO BLOCH




ORALIDADE E PEDRO BLOCH  
Em meu relatório final eu não devo  defender que o Pedro Bloch foi pesquisar e trabalhar com foniatria exclusivamente porque era judeu. Isso seria reducionista. Eu vejo o seu caso em um contexto maior: o século XX, a era do florescer dos estudos sobre a linguagem e a fala e o surgimento da própria Foniatria , que é uma área médica nascida na Alemanha em 1905 e que mais tarde foi trazida ao Brasil por pesquisadores como o  próprio Bloch na segunda metade do século XX, e que apostava em uma abordagem interdisciplinar para compreender e tratar distúrbios da fala. Bloch não era um teórico, ele era um judeu,  médico e também um cientista da área médica.
Por outro lado, como sou uma teórica, eu li (e pirei com isso) o Russel Jacoby e a a reflexão sobre a longa tradição judaica que propõe um elogio ao oral, tanto que Jacoby resgata o pensamento de Frtitz Mautner para defender, mais ou menos, que O JUDEU OUVE e ao que ouvir está pensando em história, porque "o ouvido não recebe uma mensagem apenas, ele registra a sequencia do tempo; o som requer duração". E Russel conclui: "o som inclui o tempo e o tempo implica a história" (A Imagem imperfeita, 2007, p. 203).
Eu não sei em que medida esse raciocínio interferiu nas ações de Bloch, mas também não posso afirmar que não esteve presente de nenhuma forma. Devo apontar essas questões, mas de forma leve, colocando mesmo como dúvida: Será que Bloch estudou a linguagem oral porque era judeu, ou porque era judeu foi estudar a oralidade? kkkk
No meio de tudo isso, tem as crianças e elas sempre apresentam outras apreensões para tudo, isso é o mais importante para mim!

domingo, 20 de março de 2016

As crianças e Deus em Janusz Korczak e Pedro Bloch?


Janusz Korczak   era judeu, só que não foi uma pessoa religiosa, mas vejam que  interessante, ele achava  que as crianças   precisavam acreditar em Deus e rezar, especialmente aquelas crianças com conviveu e junto das quais morreu num campo de extermínio num campo de concentração nazista. Antes disso ele  escreveu o  livro chamado  "A sós com Deus - orações dos que não oram", que ainda não li,  mas talvez ele me interesse,  porque está no site da editora que "Não se trata de um livro convencional de preces, mas de uma proposta de análise psicológica de nossas relações com Deus. Korczak se coloca no lugar de uma criança, de uma mãe, de um cientista, de um artista, de um jovem, de um velho - e assim por diante - que fazem suas orações a Deus, cada qual com seus conflitos, ansiedades e maneiras de ser. Os textos são poéticos e provocam uma reflexão sobre as nossas relações com o divino.", e o  Pedro Bloch, que também era judeu, não sei ainda de praticante,  escreveu um livro (que ainda não li ) chamado "Deus é um só", publicado no ano em que ele morreu (2004). São tantas aproximações entre os dois... ainda vou desvendar esse mistério, por enquanto só a intuição  e a pergunta: se houve alguma, qual teria sido, realmente, a relação entre Janusz Korczak e Pedro Bloch?