EEu não estava tão arrumadeira como de costume, mas acreditem, foi o máximo que consegui
Um ponto amarelo pra alegrar
Deois de uma sessão de terapia pesada, fui pro sesc comer. Dssa vez não tomei sopinha,comi um sanduíche de carne moída delicioso e o suco de polpa Sesc de abacaxi com capim santi, cujo único defeito é que ele acaba
Encontrei minha amiga de instrumental Mônica, que estava cim outra amiga e tiramos fotos divertidas
E ai veio show maravilhoso da flautista Ariane Rodrigues
A FLAUTA TRANSVERSAL DE ARIANE RODRIGUES
Depois de um tempo afastada, voltei ao Instrumental SESC Brasil para assistir a esse show delicioso. Muito jazz, muito Hermeto Pascoal e música boa. Quando vieram os convidados, com a percussão de Ari Colares e as maravilhosas flautistas Marta Moraes e Marina Bastos, tudo ficou ainda mais celestial. Fantástico mesmo foi no final, quando as flautistas trocaram a flauta pelo tífano e o show virou um baile de carnaval no Recife. Amei!
Que show inaugure dias de mais disposição para mim.!
Podia ser mais uma terça-feira gorda, de terapia e instrumental,mas foi o primeiro show de setembro, muito especial.
A terapia foi boa , falamos um pouco sobre psicologia, sobre expectativas e, claro, sobre o filme "Como água para chocolate"(1912) , que assisti no fim de semana e ainda vai ganhar um post aqui no Pequenidades.
No Sesc reencontrei amigos e amigas e assistimos a belezinha do show do flautistas Leandro Tigrão e duas composições de choro. Uma beleza que você pode conferir aqui
Algumas fotos do show
Um pouco desatenta, ou preocupada com questões da vida prática, acabou que nem escrevi o comentário da volta, mas só hoje postei :
CHORO DE LEANDRO TIGRÃO No instrumental de ontem encheu minha vida de doçura e beleza. Show quase todo de composições próprias, mostra que o choro ainda nasce nessa terra. Acabou que não consegui escrever um comentário na volta, mas agora posso dizer como a música brasileira é linda de se ouvir. Como disse uma amiga ao meu lado "Que lindo, que bom que a gente veio!" ❤️
No dia 19 de agosto de 2025, mais uma terça feira gorda, com terapia e instrumental. Estava precisando muito da terapia e embora o dia estivesse agradável, a noite sempre vem com possibilidade de frio. Aliás foi o frio que me levou a faltar ao show semana passada!
Me arrumei bem "básica", não vejo a hora de me despedir do inverno
Toda de dourado
Na terapia não tivemos uma sessão muito leve. Dias depois até escrevi:
" TERAPIA E LITERATURA: Agosto 2025 está passando rápido, mas parece estar me revelando algumas coisas não tão fáceis de aceitar. Talvez pelo grande impacto emocional do romance de Murakami sobre Tsukuru Tazaki, talvez pelo meu cansaço sem fim, ontem tive uma sessão bem densa de terapia. Falei do cansaço, da eterna sensação de estar perdida, da falta de reação. Não falei da história de Tsukuru (seria importante, mas não tive tempo). Fiquei com a provocação para refletir na quinzena: "tudo é tão pesado, cansativo, seria tão bom se pudesse contar com um apoio real, não?"
Poxa, imediatamente isso me lembrou o inesquecível livro "Ver : amor" de David Grossman. Nele, Momik menino na Jerusalém da década de 1950 (pós segunda guerra) queria e precisava do afeto de avós. Tinha a vovó Henri, que não descia da cama,mas estava lá. Especialmente "ganhou" Vassaman, um sequelado de campo de concentração que apareceu na sua casa e ele adotou como avô. Esse era mais próximo, sentava para almoçar com Momik todos os dias e isso o preenchia afetivamente demais,COMO SE ELE FOSSE UM AVÔ DE VERDADE, QUE CONVERSASSE e não ficasse só repetindo aquelas palavras incompreensíveis.
Momik "inventava o cais", inventava o amor perfeito dos avós a partir do amor, talvez incompleto, que ele tinha. Mas tinha. Inventava como as crianças fazem sempre (para elas,tudo o que não inventam é falso, diz o verso de Manoel de Barros na minha camisa em 2019) e a gente pode fazer,na melhor das hipóteses.
Resistiremos ..."
Bom, super tocada, fui rumo ao SESC Consolação, encontrei amigos de sempre, conversa agradável. O show foi tipicamente instrumental, o Duo "Conversa Brasileira", que voce pode conferir aqui:
O som bem intimista me levou às lágrimas algumas vezes (ainda pela terapia). No comentário posterior :
DUO CONVERSA BRASILEIRA NO INSTRUMENTAL: O duo formado por Vaisy Alencar (clarineta/clarone) e e Marcos de Sá (piano e acordeon) apresentou um show lindo, rico e emocionante. Preocupados com pesquisas sobre como mesclar som erudito e popular, sobre música de câmara brasileira e apostando em muitos sons, eu chorei mais de uma vez de beleza e de emoção, curando as feridas da terapia. Hoje valeu a pena 👏🏾🎇
Muito bom show, algumas fotos reunidas
Dias depois eu ainda postei sobre o show no Instagram, falando da composição Passa ponte, uma homenagem ao Manuel Bandeira.
"No último instrumental, o duo CONVERSA BRASILEIRA tocou uma composição autoral chamada PASSA PONTE. Explicaram que é referência ao poema Trem de ferro, no qual o trem passa por muita gente e muita coisa, inclusive a ponte, e também uma homenagem ao Manuel Bandeira, "que a gente ama". Eu pensei : até eu 😍"
Mais uma terça grande , academia,terapia, instrumental. Só que tudo num dia frio.
Sai agasalhada e até bonitinha de
Levei meu livro da vez pra passear
A terapia foi boa, depois de férias e viagens tanto minha quanto da terapeuta. Sai com a convicção de que posso afirmar para manter o que quero que continue funcionando em minha vida. É preciso ter coragem!
No Sesc encontrei amigos
Casal de amigos : toda semana no instrumental
Café e docinho
Ai veio o show da pianista Eloá Gonçalves, que você pode assistir:
Algumas fotos do show
Acabou que sai mais cedo e não escrevi o comentário no ônibus de volta. Só escrevi na manhã seguinte :
INSTRUMENTAL ONTEM: O show era da pianista Eloá Gonçalves e sua banda. Bem bonito o som, além do piano dela, a bateria, o baixo acústico e trompete muito claros e o vocal jazistico feminino muito bons , claro, mas como foi um show autoral, mais difícil empolgar tanto, achei um pouco repetitivo,bem diferente do jazz das playlists de Murakami no Spotify. A verdade é que o som, muitas vezes, me pareceu um pouco sombrio, muitas composições da pandemia...e o frio não ajudava,tanto que sai voluntariamente às 20 horas, inédito na minha história de Instrumental. Talvez eu não fosse o público certo pra esse espetáculo .
Próxima semana vai ter bandolim. Acho que sairei de casa pra assistir 😝
Inaugurando julho 2025, já enfrentei a primeira terça feira grande do primeiro mês do segundo semestre, numa friaca observável.
Depois de uns dias de dor e queda de auto estima, decidi sair toda bonitinha e não é que consegui? Até parecia uma menina
Precisava muito aumentar a auto estima. Usei Rosa
Precisando.tanto de mais amor, pedi em voz alta ao universo
O AMOR É ROSA: Neste inverno pretendo usar muito rosa. Quero atrair mais amor pra minha vida😍
Fui na terapia assim ,todo trabalhada de boneca cor de rosa, mas achei que seria dolorido, como foi angustiante a semana... Mas não foi. Fui ouvida, compreendida apoiada e até elogiada : parabéns, vc aguentou a dor, a angústia, a raiva (da vida por me colocar naquela situação) e não joguei tudo fora. Eu também devolvi o que tinha que devolver para quem me feriu e ele sentiu também. Não estou sozinha nessa. Ainda há coisas para viver. Eu amadureci! Na dor, mas amadureci, amadurecemos.
No Sesc, tomei minha sopinha, afinal estava frio ❄️
Não era a melhor,mas a que tinha
E aí veio o show, de forró pé de serra e muito bom o som, aprendi e me diverti muito. O show você pode assistir
Adorei de verdade.Meu comentário final :
OITO BAIXOS: Quando reservei o ingresso achei que seria um grupo de baixistas. Nem foi. É um grupo maravilhoso de forró pé de serra,numa apresentação deliciosa, que aqueceu essa noite fria de São Paulo. Pelo que entendi, essa banda acompanha um grupo de oito sanfoneitos que tocam a tradicional sanfona de oito baixos,cada uma em sua afinação peculiar. Para o show de hoje, só deu tempo de trazerem quatro deles e eu AMEI! Novamente o Instrumental não decepcionou 😍
Algumas fotos
Terminei o dia com um pouco mais de auto estima
BATOM : Fazia tempo que eu não ousava usar um tão ousado, andava preferindo os nudes. Mas não é que ouvi varias vezes "gostei do seu batom 💄"? Foi como se eu tivesse dado uma reavivada no visual nesse dia frio. ADOREI, 😍
No dia 29 de junho eu fui ao teatro,num dia frio de sol fui toda trabalhada nos tons de marrom
Podia ter posto uma cor nesse look
É que eu estava num dia melancólico,mas nunca deixo o romantismo de lado
Ai de mim que sou romântica 😍
Mas o importante é que tive a oportunidade de assistir ao espetáculo "Fiandeiros do tempo" , a partir da iniciativa do projeto "Palco Giratório", que é uma ação nacional do Sesc voltada para o intercâmbio eca difusão da artes cênicas, uma iniciativa que busca a descentralização e democratização do acesso à produção cultural brasileira.
A peça escolhida veio do coletivo acreano Iluminar e conta a história de um ribeirinho e sua cultura às margens dos rios da Amazônia,interpretada pelo ator Vitor Onofre e músico Marcos Antonio no violão.
Enorme é a contribuição desse tipo de pesquisa para os estudos da cultura brasileira, especialmente os dedicados à história oral.
Candidata à foto do ano Com instrumento tradicional
Durante o espetáculo é apresentado "espanta-cão",um instrumento musical Popular do Acre. Vitor criado pelos seringueiros do Acre
Vitor Onofre nos conta que durante o ciclo da borracha,nas primeiras décadas do século XXI, a região da Amazônia ficou muito rica e procurou no nordeste mão de obra barata para trabalhar nos seringais.
Quando chegaram ao Norte, se sobreviveram a viagem violenta, os nordestinos quiseram logo tocar o seu forró. Não tendo um instrumento que proporcionasse o ritmo,criaram artesanalmente o espanta-cão com pau e cajado em firma de cruz e um ralador de milho. Atualmente esse instrumento já não é quase mais usado, mas por peças como está, não está esquecido.