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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

Matita Perê: obra prima de Tom Jobim



 Só porque descobri o Canal do Hamilton de Holanda no YouTube,onde ele faz interpretações de canções populares brasileiras,  assisti a esse video 



Então fui me lembrar de quando ouvi esse álbum na vida.

Lançado em 1973, Matita Perê  é  considerado por alguns o álbum mais sofisticado de Tom Jobim, o auge da sua versão "ecologista", o disco dedicado a Guimarães Rosa (que parece na ambientação de faixas como "Águas de março" e é citado nominalmente em "Matita Pere", um 'chamado João') , ouvi muito, muito,muito durante minha pesquisa de cerca de uma década sobre as estórias rosianas. Gosto muito. 😍

Quando eu falo de ambientação ao modo Guimarães Rosa quero dizer uma observação mais apurada do que se ouve e do que se vê, em Rosa de "ouve" os sons dos pássaros, Tom Jobim se "vê"  flashs da natureza tipo "é um resto de mato, é um pouco sozinho...) Amo muito 💕

Viva o Brasil, viva a música brasileira ❤️

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Retrospectiva 2017 (1o. semestre)

Como já é tradição no Pequenidades, lá se vai a retrospectiva do ano, dessa vez muito antes dele terminar (eu realmente acho que nada de muito interessante vai me acontecer por enquanto), mas mesmo assim ficou tão  grande que tive que dividir em 2 postagens,  então vamos lá com a do primeiro semestre, semana que vem posto a parte 2 :
 JANEIRO 
Comecei o ano ouvindo muita música no Instrumental Sesc Brasil e acho que o primeiro semestre a trilha sonora e as baladas foram a partir disso. Me apaixonei em janeiro, demais e realmente acreditei que ia dar namoro... enfim. Assisti a minissérie Dois Irmãos e fiquei imensamente tocada, especialmente com a participação do Irandir Santos, fazendo o papel do primeiro brasileiro, mistura de tudo, filho de ninguém, mas que observa tudo, sempre.
Irandir Santos em "Dois irmãos"
FEVEREIRO
Em fevereiro, enfim, eu vi um show do Beto Guedes, super emocionante, claro... abrindo os shows dos sonhos que assisti em 2017. 

Beto Guedes no Sesc Pinheiros
Depois teve o Carnaval, e o Bloco Tarado Ni você, espalhando Caetano pelas ruas do centro e também no Sesc Vila Mariana, me diverti super! 
Tarado Ni você no SESC Vila Mariana
Porque eu ainda estava concluindo o pós-doc, nesse mês eu também publiquei  alguns textos, fossem resenhas como  A Hora da História das crianças, que é do livro de Benjamin que eu amo! Ou artigos mesmo, como aquele sobre o conteúdo do curso que ministrei na UFMG em 2016, texto que eu chamei   A Indagação da História nos manuscritos literários de Guimarães Rosa, ou mesmo o artigo sobre a representação infantil  nas estórias  no artigo  Novas representações 'femeninas' de crianças  em Guimarães Rosa 
Março
2017 foi o ano dos shows. Continuando o percurso dos shows, assisti ao Baile do Almeidinha, com Hamilton de Holanda, que é um baita instrumentista, adorei, dancei, me diverti demais! Assisti, pela primeira vez, um show do violeiro Neymar Dias e foi um presente que a vida me deu, especialmente por descobrir como ele é uma pessoa amigável, carinhosa e de deliciosa convivência.
Chamada para o show do Neymar Dias no Espaço 91
Chorei muito  de saudade do meu pai. Se pudesse choraria todo dia por esse motivo, enfim.Vi o show do Hermeto Pacoal com Heraldo Dumont... fui muito feliz ouvindo música boa em março.
Abril
Aquela paixão de janeiro deu errado e eu fiquei muito ocupada escrevendo o relatório final do pós-doc, foi duro, eu escrevia e chorava porque não foi, mesmo, como eu gostaria que tivesse sido, mas foi... fiz um balanço da minha trajetória, percebi que foi sempre uma busca pela interdiciplinaridade, algo cada vez menos valorizado, infelizmente. Nesse mês fui a Aparecida, vem a Coongada invadir a basílica mais uma vez e tipo pirei... que coisa linda que é isso!
Congadas entrando no Santuário Nacional de Aparecida
Maio

Continuei maluca com Pedro Bloch e o relatório final do pós-doc, minhas postagens foram quase todas sobre isso em abril.

Entrevista de Pedro Bloch para a Revista Veja em 8 de out 1997.
Afora isso, teve o falecimento do Antonio Cândido, o que eu lamentei profundamente, afinal ele é a alma da FFLCH.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Hamilton de Holanda solando no bandolim




Tentei reduzir o tamanho do último vídeo que eu tenho do Baile do Almeidinha para postar aqui. Reduziu bem e não apenas o tamanho do arquivo, o original é bem maior, mas tá valendo.

Nele Hamilton estava solando no bandolim e eu babando e gravando :)

terça-feira, 14 de março de 2017

Baile do Almeidinha - Hamilton de Holanda


Coisa mais chique do mundo esse show "Baile do Almeidinha"  do bandolinista Hamilton de Holanda, que convidou a cantora Paula Lima e o trombonista Raul de Souza ! Foi no dia 9 de dezembro de 2016 no SESC Pompéia. Nesse trechinho eles tocavam só Clube da Esquina