domingo, 19 de fevereiro de 2017
Show do Beto Guedes
sábado, 11 de julho de 2015
Baile Betinha: Eu fui!
Eu adorava ouvir Eddie, porque saquei que eles mandam super bem e tal, mas nunca tinha visto ao vivo. Que som! Que catarse! Parecia show do Tom Zé: no Baile Betinha a choperia toda dançou bonito demais : catártico! Dançamos também muitas outras deles, que tocam improvisando, criando mesmo igualzinho do disco: criando o tempo todo, Fábio Trummer (que, sim, agora está usando barba!) fica marcando : segue em frente... e o povo PIRANDO! No final, quando foi apresentar a banda, falou o nome de todos e quando foi falar o dele disse apenas: "eu sou o Eddie" (rs), ai disse, "não, eu sou o Fábio, todos somos Eddie", danado! kkkkk Dancei muito, que delicioso! Relaxei demais!!!
domingo, 3 de abril de 2011
No show Partimpim I Adriana diz um texto assim:
terça-feira, 15 de março de 2011
PARTIMPIM DOIS é show. Será?
Assisti ao DVD do show Partimpim 2 e não gostei tanto. Tenho aqui o do Partimpim 1 e gosto muito mais, porque as crianças menores são muito mais "lembradas" e referidas.Novamente trata-se de um belissimo trabalho, mas nesse aqui as puras referências aos primeiros tempos da infância ficam mais leves e acaba virando um misto de peça teatral infantil com show adulto da Adriana Calcanhotto...faltou "Na Massa", que é a minha música favorita do CD e uma tentativa frustrada de repetir as músicas mais queridas do Partimpim 1 (só que com arranjos diverentes, meio que tranformando tudo em um carnaval de rua...)não sei ainda porque me incomodou, mas não gostei muito. A própria Partimpim me dá uma resposta quando pergunta várias vezes "se tem crianças, bichos E ADULTOS" na platéia, quando no primeiro show ela perguntava só das crianças (que deliravam na platéia! Até bebês de colo!) Não sei se é a edição do DVD que quis passar ao show um ar de maior seriedade ou se era mesmo mais sério.Claro que é tudo muito sofisticado (como tudo com a Adriana Calcanhotto), mas talvez a idéia (bem intecionada, eu sei) de incluir mais adultos e privilegiar crianças bem maiores no Partimpim 2 tenha apagadado um pouco da graça do primeiro...
De qualquer forma recomedo, e Augusto de Campos também o faz:
PARTIMPIM DOIS é show
Com a sua voz clara, afinada e refinada, a sua graça natural e a sua versatilidade, Adriana Calcanhotto, de novo Partimpim — em “persona” infantil —, canta e encanta crianças e não-crianças.
O que sobressai nas duas faces do seu trabalho é a inquietação artística com que consegue mostrar-se ao mesmo tempo comunicativa e sofisticada. Pois Partimpim não hesita em trazer para o convívio das crianças produções ligadas à alta cultura, rubricadas com os nomes de Lewis Carroll ou Edward Lear, Villa-Lobos ou Vinicius de Moraes, ao lado de outras, de autores menos ou mais conhecidos, poetas e compositores do melhor repertório da música popular, que ela recria ou revela, sempre sob o signo da renovação.
Não abdica da qualidade – exigência das duas Adrianas — quer na escolha do repertório, quer na dos excelentes músicos que formam a sua banda. Com estes a cantora ousa mesmo recriar músicas — diriamos — intocáveis ou irretocáveis, como a bossanovíssima e pioneira "Bim Bom", de João Gilberto, que ressurge, lúdico-lúcida, com o seu mantra cristalino e monossilábico invocado sob o afrossom primal do Olodum baiano. Ou religando o clássico quebra-línguas “Lig-lig-lig-lig-lé” para ouvidos velhos e novos.
O DVD do seu show é duplamente comunicativo, porque Adriana é uma “performer” completa, que se reinventa a cada música, metamorfoseando-se borbo-e-letricamente, como que sem esforço — sempre com a maior naturalidade. Ora particundum, um pé no chão, um pé no ar, ora dança-esvoaçante, chapéu beijaflorido de borboletas. Ora mandarínica e carnavalizante china-na-ponta-do-pé, ora alçada em trapezista, “nuvoletta” a subir ou a descer pelos “baluastros”. Eletrizante cantatriz de paisagens imaginárias. Partimpim participante.
Jovial e plural, a cantora-compositora-instrumentista se multiplica em novas personagens. Surpresas e presentes capazes tanto de empolgar as crianças como de envolver a todos nós, fãs de fábulas e sons.
terça-feira, 1 de março de 2011
Elomar
Eu mesma nunca achei que fosse assistir a um show do Elomar! E L O M AR (meu medo de menina)... em 2010 ele veio à Virada Cultural e eu não fui assiti-lo, não sei bem por qual motivo, afinal talvez só se eu o visse cantando ao vivo eu pudesse tentar resgatar aquele estrnhamento de linguagem que eu sentia aos 13 anos, qwuando ouvia Arrumaçao...
Pois agora eu o assisti, deu tudo certo e a emoção foi muito grande, especialmente porque estava muito bem acompanhada, com meu amor!

Tudo estava muito bom, muito agradável e o cenário do SESC BELENZINHO parecia estar preparado para ser o de uma das minhas maiores emoções estéticas a vida!

Elomar não gosta de fotos, pede, implora, ordena que não seja foptografado então eu só tenho uma "foto de divulgação" dele que, evidentemente, não é o que ele é ao vivo!

domingo, 6 de setembro de 2009
Cinquentenário da carreira de Roberto Carlos
Outra vez foi a primeira canção dele que eu ouvi,isso eu nem me lembro quantos anos eu tinha, mas só sei que eu era muito pequena e ela aparecia numa propaganda de TV...inesquecível... eu chamava de "comercial com aquela música bonita"...Foi meu primeiro contato com a produção musical do Roberto Carlos. Depois, como boa brasileira, ele encheu de sons minha vida toda. Só vendo o público composto por todas as idades do show, e pensando que aquilo se repetiu por nove noites, nas quais soube que ficaram lotadíssimos... na noite que eu fui (02/setembro) até o outro rei, o Pelé, estava na platéria,e reparando que todo mundo sabia todas as letras, não deixa dúvida : ESSE É O CARA DA CANÇÃO NO BRASIL!Me emocionei demais, como vocês podem imaginar... esse vídeo é só para lembrar que beleza foi aquilo e chorar mais um pouquinho! (rs)


