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domingo, 19 de fevereiro de 2017

Show do Beto Guedes


Na tarde de 19 de fevereiro de 2017, enfim, assisti a um concerto do Beto Guedes no SESC Pinheiros.Achei ele muito vida loka no palco, perdeu palheta, estava com a famosa guitarra (emocionante vê-la também) com algum desajuste, e ele reclamava , tentava explicar ao público o problema "EM MINEIRÊS" ... isso nessa idade, imagina quando mais jovem! Se a voz dele não consegue mais dar aqueles agudos, ele achou um tecladista com a voz muito parecida com a dele quando jovem, isso é interessante para o show! Ajeitou alguns arranjos , como o de Nascente,mais para um reggae, talvez para não precisar mais de tantos malabarismos vocais. Também preferiu versões instrumentais para algumas canções como Lumiar, ficou lindo...pra minha surpresa ele cantou e tocou Quando te Vi,com um coral do teatro inteiro, emocionante! Beto envelheceu,como todos também envelheceremos, alguns chegam melhor outros pior, o mais importante para mim foi tê-lo visto ao vivo pelo menos uma vez na vida, foi a maior emoção. E, claro, como suspeitei desde o princípio, é um show pra assistir ao lado de um amor , mas isso ainda não tenho ... quem sabe numa próxima, né?

sábado, 11 de julho de 2015

Baile Betinha: Eu fui!


Eu adorava ouvir Eddie, porque saquei que eles mandam super bem e tal, mas nunca tinha visto ao vivo. Que som! Que catarse! Parecia show do Tom Zé: no Baile Betinha a choperia toda dançou bonito demais : catártico! Dançamos também muitas outras deles, que tocam improvisando, criando mesmo igualzinho do disco: criando o tempo todo, Fábio Trummer (que, sim, agora está usando barba!) fica marcando : segue em frente... e o povo PIRANDO! No final, quando foi apresentar a banda, falou o nome de todos e quando foi falar o dele disse apenas: "eu sou o Eddie" (rs), ai disse, "não, eu sou o Fábio, todos somos Eddie", danado! kkkkk Dancei muito, que delicioso! Relaxei demais!!!

domingo, 3 de abril de 2011

No show Partimpim I Adriana diz um texto assim:

Boa tarde, tem crianças na platéia? É um prazer muito grande estar cantando aqui mais uma vez , e vocês devem achar que eu digo isso em todos os lugares, em todas as tardes,e eu digo mesmo, mas aqui é verdade! A gente vai fazer uma canção que conta a história de um menino que sonhava em se tornar poeta e ele não só sonhou em se tornar um poeta, como de fato se tornou um grande, um imenso poeta, ele não só se tornou um imenso poeta, como modificou a maneira de se escrever poesia e de se escrever canções no Brasil, entre muitas outras coisas que ele modificou no Brasil. Só é possível que este espetáculo exista porque ele existiu. O nome dele era Vinicius e a história dele é assim:

terça-feira, 15 de março de 2011

PARTIMPIM DOIS é show. Será?

Assisti ao DVD do show Partimpim 2 e não gostei tanto. Tenho aqui o do Partimpim 1 e gosto muito mais, porque as crianças menores são muito mais "lembradas" e referidas.
Novamente trata-se de um belissimo trabalho, mas nesse aqui as puras referências aos primeiros tempos da infância ficam mais leves e acaba virando um misto de peça teatral infantil com show adulto da Adriana Calcanhotto...faltou "Na Massa", que é a minha música favorita do CD e uma tentativa frustrada de repetir as músicas mais queridas do Partimpim 1 (só que com arranjos diverentes, meio que tranformando tudo em um carnaval de rua...)não sei ainda porque me incomodou, mas não gostei muito. A própria Partimpim me dá uma resposta quando pergunta várias vezes "se tem crianças, bichos E ADULTOS" na platéia, quando no primeiro show ela perguntava só das crianças (que deliravam na platéia! Até bebês de colo!) Não sei se é a edição do DVD que quis passar ao show um ar de maior seriedade ou se era mesmo mais sério.Claro que é tudo muito sofisticado (como tudo com a Adriana Calcanhotto), mas talvez a idéia (bem intecionada, eu sei) de incluir mais adultos e privilegiar crianças bem maiores no Partimpim 2 tenha apagadado um pouco da graça do primeiro...
De qualquer forma recomedo, e Augusto de Campos também o faz:

PARTIMPIM DOIS é show

Augusto de Campos

Com a sua voz clara, afinada e refinada, a sua graça natural e a sua versatilidade, Adriana Calcanhotto, de novo Partimpim — em “persona” infantil —, canta e encanta crianças e não-crianças.
O que sobressai nas duas faces do seu trabalho é a inquietação artística com que consegue mostrar-se ao mesmo tempo comunicativa e sofisticada. Pois Partimpim não hesita em trazer para o convívio das crianças produções ligadas à alta cultura, rubricadas com os nomes de Lewis Carroll ou Edward Lear, Villa-Lobos ou Vinicius de Moraes, ao lado de outras, de autores menos ou mais conhecidos, poetas e compositores do melhor repertório da música popular, que ela recria ou revela, sempre sob o signo da renovação.
Não abdica da qualidade – exigência das duas Adrianas — quer na escolha do repertório, quer na dos excelentes músicos que formam a sua banda. Com estes a cantora ousa mesmo recriar músicas — diriamos — intocáveis ou irretocáveis, como a bossanovíssima e pioneira "Bim Bom", de João Gilberto, que ressurge, lúdico-lúcida, com o seu mantra cristalino e monossilábico invocado sob o afrossom primal do Olodum baiano. Ou religando o clássico quebra-línguas “Lig-lig-lig-lig-lé” para ouvidos velhos e novos.
O DVD do seu show é duplamente comunicativo, porque Adriana é uma “performer” completa, que se reinventa a cada música, metamorfoseando-se borbo-e-letricamente, como que sem esforço — sempre com a maior naturalidade. Ora particundum, um pé no chão, um pé no ar, ora dança-esvoaçante, chapéu beijaflorido de borboletas. Ora mandarínica e carnavalizante china-na-ponta-do-pé, ora alçada em trapezista, “nuvoletta” a subir ou a descer pelos “baluastros”. Eletrizante cantatriz de paisagens imaginárias. Partimpim participante.
Jovial e plural, a cantora-compositora-instrumentista se multiplica em novas personagens. Surpresas e presentes capazes tanto de empolgar as crianças como de envolver a todos nós, fãs de fábulas e sons.

terça-feira, 1 de março de 2011

Elomar


Faz tempo que eu não escrevo aqui, né? É que tive uma fortíssima experiência (estética, sentimental e no tempo) que está durando até agora e não pude representá-la em palavras ainda... mas vou tentar!
Eu mesma nunca achei que fosse assistir a um show do Elomar! E L O M AR (meu medo de menina)... em 2010 ele veio à Virada Cultural e eu não fui assiti-lo, não sei bem por qual motivo, afinal talvez só se eu o visse cantando ao vivo eu pudesse tentar resgatar aquele estrnhamento de linguagem que eu sentia aos 13 anos, qwuando ouvia Arrumaçao...
Pois agora eu o assisti, deu tudo certo e a emoção foi muito grande, especialmente porque estava muito bem acompanhada, com meu amor!

Me emocionei DEMAIS, claro! Ali estava entrando em contato simultâneo com algumas escolhas que eu acabei fazendo na vida ... e que continuo a fazer!
Tudo estava muito bom, muito agradável e o cenário do SESC BELENZINHO parecia estar preparado para ser o de uma das minhas maiores emoções estéticas a vida!

Elomar não gosta de fotos, pede, implora, ordena que não seja foptografado então eu só tenho uma "foto de divulgação" dele que, evidentemente, não é o que ele é ao vivo!

Esse senhor alegre não se parece com o tropeito rústico e original que ele é...mas ele aceita dar autógrafos e pedi um:

Ainda não sei falar de Elomar, mas tenho medo de perder mais rapidamente aquilo tudo!
Acho que é isso, camaradas!

domingo, 6 de setembro de 2009

Cinquentenário da carreira de Roberto Carlos

                 

Eu assisti ao show dos 50 anos de Roberto Carlos, bem de pertinho, como podem ver na data da foto, que eu tirei quando ele cantava a minha preferida "Outra vez":

Outra vez foi a primeira canção dele que eu ouvi,isso eu nem me lembro quantos anos eu tinha, mas só sei que eu era muito pequena e ela aparecia numa propaganda de TV...inesquecível... eu chamava de "comercial com aquela música bonita"...Foi meu primeiro contato com a produção musical do Roberto Carlos. Depois, como boa brasileira, ele encheu de sons minha vida toda. Só vendo o público composto por todas as idades do show, e pensando que aquilo se repetiu por nove noites, nas quais soube que ficaram lotadíssimos... na noite que eu fui (02/setembro) até o outro rei, o Pelé, estava na platéria,e reparando que todo mundo sabia todas as letras, não deixa dúvida : ESSE É O CARA DA CANÇÃO NO BRASIL!Me emocionei demais, como vocês podem imaginar... esse vídeo é só para lembrar que beleza foi aquilo e chorar mais um pouquinho! (rs)