Mostrando postagens com marcador bruxas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bruxas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 15 de junho de 2026

SUSPIRIA (1977), de Dario Argento



SUSPIRIA (1977): Dirigido por Dario Argento, Suspiria é um clássico do horror sobrenatural italiano. O nome vem do latim e remonta todo um clima sobrenatural sentido na película 

Explicação fornecida pela IA

O filme conta a históra da jovem e esfusiante bailarina estadunidense Suzy Bannion (Jessica Harper), recém-chegada a uma prestigiada academia de dança na Alemanha. Após uma série de assassinatos brutais, Suzy passa a suspeitar que a escola pode ser amaldiçoada. Ao seu lado estão Sara (Stefania Casini), sua principal aliada na investigação, além das enigmáticas Madame Blanc (Joan Bennett) e Miss Tanner (Alida Valli), figuras de autoridade da academia que parecem saber mais do que revelam. 

Helena Markos,  a bruxa negra,  Mãe Suspirium

Pensando em filmes do gênero de terror, há algo diferente: aqui as mulheres não são apenas mocinhas sofredoras, uma vez que a maldição da escola de dança tem origem na atuação de bruxas malignas, dentre elas a marcante Helena Markos, a bruxa negra. Diretamente inspirado no expressionismo alemão, o longa mostra uma fotografia exuberante e, com a trilha sonora atmosférica da banda Goblin, é um dos filmes mais lembrados do gênero. 


Embora haja um remake de 2018, a obra que tivemos a sorte de assistir no telão do cinema da UFF é uma versão remasterizada do filme original dos anos 1970, todo colorido em Technicolor, o que dá um tom todo especial.

domingo, 13 de setembro de 2009

BRUXAS E O IMAGINÁRIO INFANTIL



Quando eu trabalhava como voluntária na biblioteca de uma escola pública, os livros infantis eram divididos por temas e o que fazia mais "sucesso" eram os das histórias de bruxas e fadas, por aí, para mim, o imaginário das crianças sempre foi povoado por serem fantásticos... um exemplo disse é o sucesso de Harry Potter e etc...
Pesquisando a história da cultura e da produção cultural, "descobri" o óbvio: no Brasil - o lugar que desde sempre era considerado o paraíso - o imaginário é uma das forças motrizes da história e ele tem se manifestado desde sempre, pelos mitos e lendas, pelas feiticeiras coloniais das Minas Gerais, mil outros exemplos interessantíssimos que me levam a não ter nenhuma religião: quero saber e entender de todas, todas, todas...
Uma pena que algumas pessoas (e até crianças) abraçam uma religião e a tomam como uma espécie de monopólio da felicidade... com isso acabam perdendo todo um imaginário riquíssimo que veio crescendo antes dela ... é uma perda cultural sem precedentes!
Sinto muito que isso esteja cada vez mais forte.