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quarta-feira, 13 de novembro de 2024

Arthur Rezende : mais música mineira no instrumental

 


Mais uma terça grande eu estava com a energia bem em baixa, apesar de sair vestindo a camisa da Bossa Nova, pois estive estudando João Gilberto, estava desanimada.

Só tirei essa foto no busão 

Na terapia, pra me provocar, a terapeuta sugeriu que estava com uma "depressaozinha". Aceitei ... Contra fatos não há argumentos. 

Flores brancas

Eu não tinha reservado o ingresso do Instrumental, mas foi fácil conseguir no Sesc e foi tudo muito maravilhoso depois, com mais um vencedor do prêmio BDMG, do jeito que eu gosto . Nas perguntas surgiu o tema de uma nova música instrumental de Minas que floresce maravilhosa, seguindo a trilha maravilhosa de um Clube da Esquina, amei!

 Além de composições  próprias, Arthur tocou músicas que amo como Novena e Vento de maio . Tirei algumas fotos 









Você pode conferir o show aqui


Que delícia de show. Na volta escrevi meu comentário rápido:


Muito bom, semana que vem tem mais! Que eu tenha energia pra ir!


segunda-feira, 20 de junho de 2016

Segundas mornas intenções - Lô Borges

https://www.youtube.com/watch?v=QayN0EDr9Bw
Eu estava nesse dia e foi a primeira vez que ouvi essa canção. Amor a primeira escuta <3 p="">

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Ouvir música como antigamente ...

Entrevista de Samuel e Lô em 28 de abril de 2016 

Samuel Rosa diz que o ato de consumir música atualmente é grosseiro
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Felipe Branco Cruz
Do UOL, em São Paulo


28/04/201618h21
-- Para Samuel Rosa, vocalista do Skank, a tecnologia e a internet facilitaram o consumo de música, mas transformou o ato de ouvir em algo "grosseiro". "É como se as pessoas voltassem a comer com as mãos. Um álbum precisa ser degustado. O Clube da Esquina, por exemplo, tem que ser ouvido de cabo a rabo", afirmou Samuel.
"As pessoas precisam criar espaço na agenda delas para ouvir música. Está tudo superficial. Estamos na época dos surfistas e não dos mergulhadores". A declaração foi dada nesta quinta-feira (28) durante o bate-papo especial com Samuel e Lô Borges em comemoração aos 20 anos do UOL.
Dono de composições atemporais, durante a conversa, Lô Borges preferiu não fazer previsões do futuro da música. "Eu não saberia responder para onde a música vai amanhã, muito menos daqui a cinco anos", disse o compositor que brincou com o título do funk "Tá Tranquilo, Tá Favorável". "Não conheço a música. O título é simpático, mas soa como algo que não presta. Acho que cada um deve cantar e tocar o que lhe convém. A diversidade musical serve para diferenciar e juntar as pessoas", analisou.
Os mineiros Samuel Rosa e Lô Borges estão em turnê juntos para tocarem as músicas do Skank e do Clube da Esquina. Recentemente, a dupla lançou um DVD e um CD ao vivo gravado em agosto do ano passado no Cine Theatro Brasil. "Me surpreendi quando Lô Borges gravou 'Te Ver', do Skank. Fiquei feliz e lisonjeado na época", lembrou Samuel.
Os dois cantores aproveitaram a oportunidade para trocarem elogios. Lô Borges lembrou, por exemplo, de uma conversa que teve com Milton Nascimento quando Samuel compôs "Resposta". "O Bituca [apelido de Milton] disse que Samuel Rosa dormiu, sonhou comigo e escreveu 'Resposta'", disse Lô.
"Acho gostoso dividir o palco com o Samuel, porque normalmente eu trabalho em carreira solo. Faz bem para a música da gente", disse Lô Borges. Para Samuel, tocar com Lô é como se apresentar com os Beatles. "Tocar com ele tem para mim a mesma dimensão dos Beatles. Eu o vejo do tamanho dos Beatles", afirmou Samuel. "O Clube da Esquina nos encorajou a fazer música para quem não estava no eixo Rio-São Paulo".
FONTE DO TEXTO Clique aqui.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Um "DEPOIS E ANTES" mineiro muito especial

Foto retirada do perfil do grupo: Blog do Clube da Esquina do Fracebook 

Todo mundo sempre achava que os meninos da capa do disco "Clube da Esquina"  (1972) eram o Lô Borges  e o Milton Nascimento quando crianças , afinal, embora tantos participem, são eles os músicos que assinam  o álbum .

Mas a vida e a história não é tão simples e linear assim:  não são eles.
São outros meninos de Minas,como tantos de antes de depois. Como tantos das ESQUINAS de todos os lugares do mundo, das adolescências de tantas e tantas gerações...

Posto isso, não podia ser,   uma foto de ANTES E DEPOIS, porque de fato é uma foto de DEPOIS E ANTES ...circulando no tempo , na memórias e sonoridades.