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terça-feira, 16 de abril de 2024

Cangurussu na Casa de Cultura do Butantã


Grupo Cangurussu

No sábado, 13 de abril,  eu me preparei para dar um rolê de fim de semana e fui passear lá no Butantã, perto da USP e de onde eu trabalhei, perto da Av. Eliseu de Almeida. Fazia muito tempo que eu não andava por aquelas paragens, até conheci um boy que se dispôs a me conduzir ao local (homens!), mas ele confundiu o local com o instituto Butantã e eu acabei atrasando um pouco, mas como estava muito adiantada e é pertinho, cheguei cedo mesmo assim!

A casa é maravilhosa, colorida, exala cultura por todos os lados, tirei muitas fotos de detalhes que postei nas redes sociais e mostro no fim desde post um pouquinho. Não todas, mas a maioria das imagens remetiam ao culto e a manifestações para os oriás, a entrada veio para Iemanjá, Yabá com quem mantenho forte relação e com ela "conversei" mentalmente o da todo.

Lugar lindo esse cada de Cultura Butantã 

Eu fui bem arrumadinha, de verde militar, que é uma das cores do outono/inverno 2024, que eu acho muito chique e gosto muito, mas não acho que me valorizou tanto... tem pouca luz, mas fiquei uma milica simpática 

Tinha visto vitrines na semana, só verde militar,creme e preto para outono/inverno... Tentei me adequar, mas para mim a cor 2024 é vermelho, em seus tons

Mas meu rolê tinha um objetivo: prestigiar meu amigo Adriano Bezerra tocando  trombone no Cangurussu, grupo de samba reggae. Eu tentei registrar o quanto pude, gravei, fiz transmissão ao vivo, mas as imagens não ficaram muito boas, porque garoou o tempo todo e isso atrapalhou a tela do celular, uma pena! 





Claro que como todo um grupo centrado em manifestações de origem africana que sustentam a cultura brasileira, como o samba reggae. O Cangurussu apresenta rapidamente  a história do samba reggae, nascido na Bahia na década de 1980, a partir do Olodum . Mas não só isso, o grupo também faz misturas e apresenta resultado de uma vasta pesquisa sobre ritmos afro, que se ouviria na Bahia. Emocionante foi reconhecer, reconhecer e cantar junto algumas  antigas memórias de  sonoridades ouvidas há décadas em visitas a terreiro de candomblé, que agora já fazem parte do meu inconsciente ! 

Sobre o som, destaco de início que tinha uma cantora de voz potente, convocando a memória das ancestrais, de arrepiar... depois a celebração com os instrumentos, como adoro ouvir. E os metais, que foi  a voz de instrumento que  fui lá para ouvir: além do trombone, se não me engano (sou leiga e  erro no nome dos instrumentos), tínhamos trompete e sax ... Essa mistura me agrada tanto, porque é manifestação, é história, uma fineza  só! 

Todos e todas  muito bem vestidos, alegres, carinhosos, me senti abraçada por eles e quero voltar a prestigiá-los com certeza! 

Mas além disso  o samba reggae é uma música para dançar e o grupo trouxe  os bailarinos, coisa muito linda e empolgante de verdade, uma pena foi que tivemos uma convidada indesejada, a virada no tempo, esfriou e garoou, isso espantou o público, uma pena porque o som estava uma delícia para curtir e dançar. De qualquer forma fiz alguns vídeos, além da transmissão ao vivo, para ficar com gostinho de quero mais...

Já disse ao Adriano que tenho muito orgulho em ser amiga de alguém como ele, um músico de conservatório, um pesquisador sensível e, como eu, interessado pela cultura negra, especialmente o samba e suas variações. Quando ele me convida para ouvi-lo me sinto honrada e vou, porque eu sou uma boa ouvinte e isso me nutre tanto, talvez ele nem imagine o quanto. Quanta alegria essa troca  me traz!  

No fim do dia eu , que estava com fome porque cheguei cedo demais no rolê, parei para  lanchar no Subway do shopping lapa na volta, como não fazia há anos...novos ciclos, retomando velhos lugares que ressignifico. 




Algumas imagens da Casa de Cultura Butantã 
















domingo, 12 de fevereiro de 2023

Pré-carnaval 2023: Acadêmicos do Baixo Augusta

 

Fantasia improvisada de Baixo Augusta 😜🤣😂🤩


Eu no carnaval

Parecia um sonho brincar o carnaval na rua depois da Pandemia, mas aconteceu! E o pré-carnaval do Acadêmicos do Baixo Augusta veio completinho, lotado, com sol, chuva, calor e muita diversão! Só tenho a agradecer a oportunidade de descer a rua da Consolação da Paulista até o Estadão  e ser muito feliz de novo. 

Tem esse texto sobre o desfile, se onde tirei essa foto do Olodum, por  Thiago Queiroz 

Nunca levo celular no carnaval, mas a Patrícia leva, por isso tem imagens !Vamos de fotos?

Fui fantasiada de Baixo Augusta, pena que esqueci de por os óculos,
que ganhei em um desfile antigo deles 


Pintei as unhas na cor do Carnaval, na improvisação
Nem deu tempo de retirar o excesso



Eu sempre alertei 


Com a Pati, mostrando os brindes que ganhamos antes de todo mundo

A cara da felicidade, com a fantasia de Baixo Augusta Completa

Negrini, rainha

Antes e depois da chuva

No Instagram

A imagem da felicidade

Todo prazer surge depois de uma luta



O tema do desfile era "Alentos e fortes", em homenagem  à Gal Costa, e teve muita música boa, de convidados ou não: Olodum, Marina Sena, Daniel Oliveira (interpretando Cazuza), também foram lembradas mais cantoras: Marilia Mendonça, Tulipa Ruiz, Elza Soares, entre outras.

Como tema do Bloco escolhi "Bloco do Prazer", deste disco da  Gal que tinha em casa quando eu era criança: mais carnaval não há! 




Como sempre foi muito bom, feliz por retornar ao carnaval!

Na quarta feira de cinzas:



O fotógrafo tinha tirado essa foto nossa no Bloco Acadêmicos do Baixo Augusta, no pré carnaval, eu e a  Patricia Ferreira vimos, mas não sabíamos onde sairia, masbeka encontrou e ficou linda 😍 a outra mulher é a Izilda, que conhecemos no dia e curtimos o bloco juntas,mas perdemos contato depois. Amei a foto 😍