quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

"A hora da História das crianças", minha resenha sobre Walter Benjamin, foi publicada


Acabo de saber que a resenha "A hora da História das crianças",  que escrevi para o livro A Hora das crianças de Walter Benjamin foi publicada no n. 22 (2016) da Revista História da Historiografia.
O link está aqui. Boa leitura.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Gol de bike é mais gostoso ...

E e a cara do Santos !
À esquerda a bicicleta  é do colombiano Vladimir Hernandes em 2017. À direita é do Pelé nos anos 60. 

Século XX : Quando a criança falou e também começou a dizer!

Século XX : Quando a criança falou e também começou a dizer!

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

"Assistir a um show de música instrumental faz bem para a sua saúde mental"

Carrapicho Rangel (na foto à dir.), César Roversi (centro) e Gustavo Bali (à esq.), em uma formação de bandolim de 10 cordas, sax soprano e pandeiro.

Ontem assisti ao excelente show do  do trio Código Ternário no Instrumental SESC Brasil e foi daqueles que nos coloca para cima, pelo som, pela energia e especialmente pela entrega dos instrumentistas como o panderista Gustavo Bali (que realmente fazia o pandeiro ocupar o espaço sonoro de uma bateria e mais instrumentos de percussão), César Rovesi nos sopros e o genial compositor bandolinista Carrapicho Rangel. Achei um portal deles aqui  Facebook  e nele essa entrevista concedida ontem mesmo, mais cedo. Nela Gustavo, citando outra pessoa, meio que explica porque não deixo nunca de ir ao Instrumental  Sesc Brasil: "Assistir a um show de música instrumental faz bem para a sua saúde mental" Gustavo Bali.  

domingo, 22 de janeiro de 2017

Confiar nas crianças e amá-las : Um ideário nascido na segunda metade do sec. XX



A bela fala desta professora me lembrou uma das doutrinas da 'pedagogia' de Pedro Bloch:

"Não consigo passar por uma criança sem lhe dizer VOCÊ É BOA, BONITA, INTELIGENTE porque sei o que uma observação assim significa para um ser que brota."

Pedro Bloch. In: "Você tem personalidade? 2a. ed. Rio de Janeiro: Bloch Editores, 1974, p. 193.