Ainda não tinha dado tempo de comentar o quanto fiquei feliz com o Prêmio Grande Otelo 2026, no começo de agosto, a grande premiação do cinema brasileiro.
Minha alegria foi porque percebi que tinha assistido a quase todos os indicados nas principais categorias. Também me alegrou constatar que, em geral, os filmes são muito bons. A safra do cinema brasileiro após o reconhecimento internacional de "Ainda Estou Aqui" é salutar.
E ver que filmes que adorei, como "O Último Azul", "Homem com H" e "O Filho de Mil Homens", foram todos laureados foi uma delícia.
Sobre as atuações, os prêmios foram uma chuva de rosas para mim: meus queridos Rodrigo Santoro, Alice Wegmann, Jesuíta Barbosa, Alice Carvalho etc.
No prêmio de Melhor Filme, deu empate entre "O Agente Secreto" (tinha que ser) e "Manas", que vi depois e gostaria de ter gostado mais, mas está valendo.
Oxalá esse prêmio marque não mais uma nova revitalização do cinema nacional, mas um crescimento real e duradouro dele por muito tempo, como marcou o discurso de agradecimento de Rpdrigo Santoro .
