segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

Samba do Tiagão

 

Adoro! 

Queria ouvir de novo o Samba do Tiagão, eles se apresentaram no Bar do Beco do Baixo, na rua Girassol, 61. Não conhecia o bar, adorei conhecer, foi muito delicinha ter voltado ao centro da Vila pela terceira vez nesse ano, em 2023 tô muito vilamadaleneira!

Já estive mais gata... meus últimos clicks de cabelão

Antes de postar as fotos, vou inserir o tema musical do rolê, para vocês virem ouvindo esse som! 

 


A cara da Vila Madalena esse bar

 
o






olha ela!



Divinha 

Outro ângulo

Musa do samba

No espelho do banheiro mais legal da vida









Ângulos



Samba



Bonitinha, vai



Story do Tiago 


Que fotão



Depois do Rell que fiz do samba, Tiago respondeu
Bonitinho, né? Adorei fim de semana 😍


Alguns vídeos que consegui postar : 

























quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

OFICINAS DE POESIA COM CLÁUDIO WILLER

Willer com Certificados das oficinas


 Eu hoje, num dia dificil, me resgatando com a ajuda da poesia



segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Primeiro samba do ano: Samba do Sol Pagode 90

 



2023 começou com um primeiro fim de semana atípico , estava gripada no sábado e e tive um compromisso inesperado no primeiro domingo, atrapalhando meus planos de começar o ano na roda dos   Partideiros do Maria Zélia, tinha garantido até um VIP, que tive que cancelar.  Mas aquele dia não estava propício para diversões  e depois fiquei sabendo que, enquanto estava presa em atividades profissionais, estava acontecendo  aquele golpe terrorista em Brasília! 

Um parágrafo: Lembrei-me  que a última vez que me lembro de um ataque terrorista foi quando o PCC parou São Paulo e também eu passei a tarde toda presa na USP no Congresso dos  50 anos do Grande Sertão Veredas em 2006! Curiosidade ou não, senti  como se eu tivesse uma força maior que me mantivesse  segura e longe desse tipo de ataque. Algo muito interessante a se pensar no diálogo entre o publico e o privado.


Voltando ao tema deste posta, pelos motivos acima elencados, só  voltei ao samba no segundo domingo do ano. Por coincidência, foi novamente um Samba do Sol , também no Mural Casa de Cultura da Vila Madalena, onde tinha curtido meu último samba do ano, no  o Réveillon 2023.
E foi uma edição Pagode 9 e deu muito bem para começar os trabalhos 2023

Lembrando que meu 2023 será dos erês, escolhi um look alegre
a camiseta do corvo Jubileu, do desenho do Pica Pau. 
Antes de sair, comi minha maçã diária!

Sobre o rolê,  vamos às fotos, porque vídeos só no álbum do evento no meu Facebook

Roda de Samba da Dona Nenê , que estava no Samba do Sol da
 Consciência negra em novembro de 2022💛

Maleta DJ

Maleta no Instagran

David era muito legal, estava com
 o marido  também  David, e amamos o DJ Thi Ribeiro

Story que postei no samba 


Pagode da Malu,de Porto Alegre
para o Samba do Sol

Story que postei no samba 


Charme de sambista : Tudo tranquilo

Amigas de rolê

Elogios ao Mural

Quando tudo acontece como previsto. Adoro!


Achei que ia perder esses brincos no rolê, 
tirei a foto pra registrar

Dona Nenê

Dona Nenê
partideira com flor  


Na roda 

Eu, feliz no rolê



DJ que adorei 

Esse DJ tocou Pepeu e eu amei cantar "eu também quero beijar"



DJ que adorei 


DJ que adorei 


Na galeria do meu cel 



Voltando pra casa: Não perdi os brincos 

Alguns comentários : 











sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

RIP Poeta Claudio Willer e o mundo fica mais escuro para mim

 


Morreu hoje Claudio Willer, poeta da minha vida! Uma perda imensurável , como a gente pode ser aqui.

Quando soube eu  não quis acreditar. Meu poeta! Me ensinou o que é viver no estado do poema! Gratidão! Gratidão! Permaneça em paz, junto a tantos outros poetas que me apresentastes!

NÃO SOU POETA, MAS : Nem nunca me propus a isso, mas mesmo assim foram inúmeras as oficinas de poesia que assisti com Claudio Willer na Casa das Rosas. Ele detestava que eu nunca entregava nenhum texto, só ia para ouvi-lo falar de poetas e poemas. aprender muito e me deliciar. No meu primeiro blog , Tutaméia, que eu deletei sem dó num momento de revolta, certamente tinha muitos posts sobre aquelas experiências juvenis.
Agora, no Pequenidades, ainda tem alguns. como este, onde ele fala sobre poesia infantil:

"Eu observei algumas vezes, quando fui chamado pra jurado de concurso de poesia em escola, inclusive primeiro grau, que crianças se expressam poeticamente com muita naturalidade porque elas ainda têm o registro não discursivo, elas brincam com palavras, elas vão aglomerando e formando sintágmas pelo som, pelo valor prosódico, e não pelo sentido. E os professores, ingenuamente, inadvertidamente, reprimem esse talento dizendo "não, tem que ser sobre alguma coisa. Faz poema sobre minha cidade, sobre minha escola, sobre isso, sobre aquilo, ai vem um ciclo que se completa com cenas como uma vez que eu fui chamado pra falar como poeta numa pós graduação de semiótica e comunicação da PUC, há algumas décadas atrás, li os mesmos poemas que tinha lido para uma reunião de candangos em Brasília e tinha ido muito bem, com uma conversa produtiva, li pros pós graduandos de semiótica e comunicação e eles ficaram me olhando, olhando um pro outro, e depois de um silêncio constrangedor: 'mas o que que cê quer dizer com isso?' É um processo de canalização e limitação da criatividade que realmente começa na escola, e que é muito fácil de corrigir" Claudio Willer, 2011

 

Ou este de quando fui ao relançamento do livro "Geração Beat"(quando peguei o autógrafo), no triste contexto do fim da vida de Roberto Piva.

Este, quando eu estava aprendendo sobre o ritual do poema.

ou este , com um poeminha dele

Obrigada por tudo, tudo, poeta !

quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

Primeira leitura do ano: África Brasil -um dia Jorge Ben voou para toda a gente ver, de Kamille Viola,

Eu meu exemplar em 22.dez.2022

Então gente, a saga com esse livro vem de há tempos, começou quando eu comprei, de presente de aniversário atrasado para mim: 


 E a  respeito de livros sobre Jorge Ben:

Mas como, na época, eu estava presa na leitura do "Eu, Tituba",livro que acabei adiando ler para quando tiver paciência, guardei na sacola e nem  tirei saquinho.

Fiz até um vídeo, que não posso postar aqui, lendo o texto da última capa, uma declaração maravilhosa de Ben

Não é que, exatamente um mês depois da compra, abri o livro para começar a ler e tive uma surpresa desagradável?


Com tudo certo, comecei a leitura e ainda no ano passado já fazia comentários gerais sobre ela:

(a foto comentada é a que abre esse post)


Mas ai tive que dar uma pausa na leitura. Depois:




Enfim, rumei para o fim da leitura :



 Eu podia fazer comentários mais detalhados, capítulo a capítulo, emoção por emoção, mas francamente sinto pena de dar spoiler desse livro delicioso, que meio que destrincha certos aspectos da obra de Ben. 

Já sobre a repercussão, tinha comentado acima sobre o Mano Brown e a referência de Jorge para seu Boogie Naipe (que eu amo), mas não posso deixar de comentar também uma fala potente do professor de Direito  Marcos Queiroz (integrante das primeiras gerações de estudantes negros cotistas), que casa muito sobre o que venho pensando sobre representação do negro na cultura Brasileira, sobre a importância ímpar de Jorge Ben, de Lima Barreto:


Em geral é mesmo muito emocionante... Porque Jorge é auto estima de negros e negras do Brasil, é poder me fazer  acreditar por uns momentos que eu também posso ser, e sou, a Menina Mulher da pele preta! É maravilhoso, de  verdade, não precisa que ninguém escreva nada sobre sua obra, porém é significativo pensar que, mesmo nesse país iletrado ele, mestre da canção popular, teve dois livros escritos sobre dois de seus álbuns. Isso não é pouca coisa.

ERRO E CORREÇÃO : Sobre este post, acabo de publicar no Facebook

Vamos concluir essa postagem cheia de história e negritude ouvindo Jorge Ben?