Terminei de assistir/ ler ! Fabulosa série!
Como assisti com o livro debaixo do braço, também reli o clássico e pude conferir o quanto a série foi fiel ao original. Belíssima.
A primeira temporada, achei mágica, com a criação de Macondo, alegoria da América Latina católica, com suas famílias conservadoras, revolucionários e guerras. No fim, acabei me divertindo com a confusão dos nomes e dos perfis repetidos, tropeçando no labirinto de Gabo. Várias vezes recorri à IA: "Fulano é filho de quem, mesmo?"
A segunda temporada foi mais séria. Aqui, a História entrou em cena e, nos dois penúltimos episódios, senti um gosto amargo, uma angústia diante da História, da memória e do destino se revelando.
No magistral último episódio, com quase duas horas de duração, voltei a me divertir com os nomes e especialmente porque a literatura virou o centro da trama, com os manuscritos de Melquíades e a entrada de um tal "Gabriel García", que acreditava nas histórias das revoluções do Coronel Aureliano Buendía porque seu bisavô também lutou nelas e, sobretudo, reconheceu Aureliano Babilônia no bordel Menino de Ouro e estava partindo de Macondo para Paris! Autoreferencia total!
Obrigada Gabo! Parabéns Netflix!
Amei o retorno a Macondo e, no fim, aplaudi a TV: Bravo! Gabo teria se orgulhado também!
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