segunda-feira, 25 de setembro de 2023

Calefação Tropicaos no Tendal da Lapa

Calefação no calor: um sonho!

Desde o retorno da pandemia, meu desejo era curtir uma Festa Calefação, como era antes, na Casa das Caldeiras. Ano passado até teve na cervejaria artesanal, mas era dia das mães, estava frio e o público playba não animava. 

Mas ontem deu tudo certo, no dia mais quente há anos, uma calefação deliciosa no Centro Cultural Tendal da Lapa, aquele lugar incrível.

Como troquei de celular essa semana e não tive tempo de arrumar detalhes (capa, suporte pra dedo, película, etc), quis levar o celular antigo para registrar, mas como estava sem chip, não pude usar dados móveis... mas tudo bem, curti demais de qualquer jeito😍

O look já estava escolhido desde 2020, e como estava realmente muito calor, funcionou



Muita expectativa, mas algum temor de estar vazio e morninho, como às vezes fica, mas querendo muito
                   
Foi muito especial viver aquele momento desejado há anos!
Me diverti muito, dancei o tempo todo, abracei gente, dei risada e sabia estar vivendo um presente da viva desejado faz tempo. 
Primeiro alguns comentários que só postei depois :
Alguns comentários postados :  

Pepeu é sempre um acontecimento nas festas 


Querido diário: tava fervendo

                                      

Que sonho


Como esperado 



Bora ver?


Não posso postar vídeos aqui, mas tirei fotos, especialmente do Tendal:


Pena q ficou escura: adoro a foto,
feliz, fundo azul e guaraná 

Tendal: Incrível

Tendal: Incrível



Gatinha Calefação

Tendal: banheiro 

Tendal: Incrível



Tendal: banheiro

Tendal: banheiro

Tendal: banheiro

Tendal: Incrível

Feliz: sorriso roxo

Forró das Mina

Forró das Mina

DJ Tahira: outro nível

Fotógrafo estiloso e divertido


Luz 

Bambolês


Amei : Gratidão



No fim uma montagem: Camila no mural do Tendal
Parecidas 😍🤩



domingo, 24 de setembro de 2023

A falsa simplicidade das crianças na escrita de Ondjaki

 

Eu com o voluminho

Hoje é 30 de setembro, último dia do mês, e estou preparando um post mais elaborado sobre este livro e a escrita de Ondjaki, mas como estou atrasada nas postagens, resolvi abrir essa. no dia 24, dia seguinte em que terminei a leitura,  e completar na semana que vem. Até breve.


terça-feira, 19 de setembro de 2023

Passeio no Sesc , biblioteca e batuqueiros

mostrando o buchinho 

Na terça (19) não tinha terapia e nem ia ao instrumental, era dia de passear no Sesc Pompéia, encontrar amigos e aproveitar a biblioteca. Estava muito calor e fui vestida a caráter, de buchinho de fora.

Claro que encontrei meu amigo Fernando, que quase mora no Sesc Pompéia, e ele quis tirar foto com meu livro, que estava em exposição : 
amigos levantam sua cabeça

Como sempre a amigos de ajudam a enfrentar dificuldades da vida.
 
Em casa com o livro 
Em casa comecei a ler essa belezinha de livro que emprestei da biblioteca do Sesc Pompéia "Batuqueiros da Paulicéia"  e fiquei encantada ao saber um pouco da história do samba paulista, contada por Oswaldinho da cuíca, um representante da velha guarda, ao André Domingues, meu colega do curso de pós graduação em  História Cultural. Dando uma olhadinha no texto, destaco a parte em que Domingues torna evidente que a História do Samba, também em São Paulo (não só no Rio ou Salvador), se confunde com a dos afro descendentes : antes se fazia samba no Carnaval e nas datas religiosas importantes para população negra (São Benedito, Nossa senhora do Rosário, Nossa senhora do Carmo, etc). Com o tempo passou  a fazer parte do cotidiano da cidade, e surgem os bairros de samba como a Barra Funda e o Bixiga.  Um tesouro!
 Obrigada novamente Biblioteca do Sesc Pompéia. 

domingo, 17 de setembro de 2023

Teatro "Eu de você", Denise Fraga, uma atriz no seu auge

O cartaz da peça

                                          

Porque em 2023 minhas preces foram ouvidas e minha vida ficou cheia de gente que conheci no samba. isso significa muitos músicos... assim foi que no Samba do Tiagão, em maio, acabei conhecendo a Ana Rodrigues, que é cantora e musicista, e ela me presenteou com um ingresso amigo  para a concorrida peça "Eu de você", de Denise Fraga, no Tuca,  onde ela toca piano.

Como estava calor, era um rolê de domingo que não era samba, não sabia como me vestir, mas tentei não errar muito e não me senti destoando no teatro 

Elegante 😎

Como a peça começava as 17 horas, estava muito calor, decidi, antes,  passar no  Sesc Pompéia, tomar um lanchinho e pegar um UBER de lá, que ficou muito mais barato

Estava muito calor, mas o dia estava lindo e feliz

                                                

Como sempre, me apaixonei de novo pelo Sesc Pompéia, lugar onde já fui muito feliz na vida 

                                 

o sanduiche 

                                                     

Sobre a peça: Fenomenal! É  um monólogo emocionante e divertido, onde Denise Fraga encena as histórias de várias pessoas, usando apoio de poucos artifícios, em um palco branco, só com uma cadeira branca, não tem cenário, o figurino é uma roupa cinza e ela, seu corpo e sombra dominam tudo.


Fraga domina a cena
Encena com o corpo e a sombra

                                  


 Tem telões onde podemos ver o rosto de algumas pessoas depoentes, mas não o tempo todo e como  quem conta, às vezes também canta, tem também a banda, piano com a Ana Rodrigues, baixo e bateria que tocam quando a história pede e é emocionante.

Denise, no auge de sua atuação,  é empática e simpática, gente como a gente, recebe o público, sem frescuras, a gente demora a perceber que tudo já é a peça e a gente já está participando ! Muito legal!

                              

No fim, tirei fotos com a Ana e outros amigos da Afrocia , também do Samba do Tiagão, gente muito bonita. Foi um dia muito feliz de 2023


                                                




Assim, foi tudo muito especial,  como tudo que envolve gente e suas narrativas e canções:  tudo valeu a pena e só tenho a agradecer. 













sexta-feira, 15 de setembro de 2023

Lendo "Contos de Axé" em abril 2023

 


Dia 19 de abril eu devolvi esse livrinho maravilhoso na biblioteca do Sesc Pompéia. Estava num trabalho grande e só tive tempo de ler os contos li os 18 no exemplar do SESC, quando acabei a leitura chegou meu exemplar, que comprei na feira do livro da UNESP. Foi  meu livro de abril de 2023 e dele nunca me esqueço!
 
Em maio voltei a esse livro :

Fiz até um vídeo



1 Exu "Crisálida" - Gustavo Pacheco -Uma história bem contemporânea, com a manifestação de Exu em um momento espantoso. o autor é um jovem escritor, seu primeiro livro foi premiado com o premio Clarice Lispector em 2018.
2 Orumilá "Era um pássaro muito grande"- Nei Lopes-É um dos contos mais bonitos, mistura mito com muito conhecimento da tradição africana. Ney Lopes
3 Ogum "Ogum à beira mar" -Jeferson Tenório
4 Oxósssi "Batiputá" - Socorro Acioli
5 Omulu  "O menino que insistiu" - Paula Gicovate
6 Ossãe "Encontro de Osan com Asroni- Miriam Alves
7 Oxumarê "Esmagar plantas"- Giovana Madaloso
8 Nanã "Animais do lamaçal"- Luisa Geisler
9 Ibêji "Cara ou Coroa" - Carlos Eduardo Pereira
10 Oxum "Amor é Merthiolate e não band-aid - Rodrigo Santos 
11 Euá  "A verdadeira face de Elena"- Giovana Martins
12 Iansã "Nas asas de borboleta de papel"- Eliana Alves Cruz
13 Logun-Edé "Caçar, pescar"- Marcelino Freire
14 Iemanjá "Caderno de mergulho"- Juliana Leite
15 Xangô "Xangôs" - Fabiana Cozza
16 Iroko "A devoção sagrada de uma semente" - Itamar Vieira Junior
17 Odudua "Lama que cura" -"Aidil Araújo Lima
18 Oxalá "Homenagem ao professor" - Edimilson de Almeida Pereira 

Desde abril , quando li, até setembro esse livro não sai da minha cabeça. Agora escrevi sobre os  arquétipos dos meus "pais" orixás
Oxum, dona do meu ori

Pai Oxósssi


quarta-feira, 13 de setembro de 2023

Marcelo Cigano no Instrumental SESC Brasil

 


Estava um dia lindo de sol e calor , nem fui academia de manhã, não ia dar tempo, sai mais cedo de casa para não me atrasar, foi a sorte, porque algo aconteceu ao  redor  e todos os ônibus  foram desviados para a rua Clélia!  Perdi os 15 minutos de folga que sempre adianto pra passar nas lojinhas, no trânsito em frente ao Palmeiras! 

Já estive mais bonita, mas estava confortável, de pantalona preta.


Queria vestir azul homenageando Iemanjá

No caminho achei que, sem querer, copiei mas não fiz igual

Não fiz igual pq não sou igual 


Até aí tudo atrasado. Mas cheguei a tempo pra terapia.

Tinha muitas coisas pra dizer, sobre amor, sexualidade  e oportunidades de trabalho, foi legal... 

Falei do quanto ando sem tanto entusiasmo, mas mesmo assim , ainda tem uns caras que me tiram do eixo , porque estou viva e ainda tenho desejos. Ela questionou sobre o que, em mim, atrai homens que, no fim, não encaram tudo isso que aparento pra eles.. eu disse que queria, quero, gente nova na minha vida. Veremos.

Voltando à terça, rumo ao Sesc Consolação, vi que "nosso Livro" sobre Modernismo  ainda está em exposição na livraria. Amo! Juro que tinha tirado uma foto, mas não achei no cel ! O jantar, uma delicia : 

O jantar com sorvete 

 Inclusive, estava lá o rapaz que faz aula de viola no Sesc e ele me reconheceu!  Eu disse: nossa, reconheci por causa do fase com  instrumento que você carrega e ,de repente, começa a tocar !  Ai ele explicou , que não ia tocar dessa vez porque estava desmontado! E ERA UMA VIOLA!😔 Não se pode ter tudo, mas foi muito gostoso ter sido reconhecida como apreciadora de música no Sesc Consolação, meu mundo encantado!

Para o show Instrumental, não tive problemas, reservei o ingresso sem fila virtual

Instrumental: Sempre um momento especial

 E o show do Marcelo Cigano, como sempre, foi espetacular.

Sobre o Marcelo o site do instrumental explica : 



 Com esta carreira de longa data  divulgando música instrumental cigana, ele contou como sonhou, por mais de vinte anos, estar tocando naquele palco e o espetáculo contava um pouco da sua trajetória, das pessoas envolvidas, que iam se revezando com seus instrumentos no palco e, como estamos falando de ciganos, a presença familiar com três gerações tocando junto: seu pai e seu filho! Lindo, lindo, lindo! Música cigana é contagiante:


Apesar de ter uma plateia um pouco chata, perto de onde eu fiquei, que falou o tempo todo durante o show, mesmo eu olhando feio diversas vezes, foi maravilhoso.

 Um espetáculo inesquecível, claro, não ia caber em  90 minutos ou menos... por isso, lamentando, sai antes do bis... na saída encontrei  a Patricia Palumbo na saída do banheiro, comentei que saia com pesar, porque eu realmente amei o show, mas deu minha hora, precisava ir embora. Ela disse que, realmente, ele estendeu um pouco mais... eu respondi que sim, mas era justificado, devido a riqueza do espetáculo oferecido . Ainda pude comentar que da última vez que eu vim, adorei que a pianista  fez um show autoral lindo e enxuto, deu para ficar até o fim, com bis e tudo, como comentei aqui...Patricia sorriu: experiências com músicos, faz parte!




Teve o lance do ar condicionado. Eu detesto e  conheço bem esse ar do Teatro Anchieta nos dias muito quentes, o choque térmico acaba comigo. Mesmo eu tendo levado uma jaqueta para amenizar, no dia seguinte acordei gripando!