quarta-feira, 22 de maio de 2024

Maurício Pazz: um show de música instrumental de verdade


Mais uma terça feira gorda, dessa vez retornando à rotina depois de tantas doenças... Muito especial!
Fui toda bonitinha de amarelo, minha cor favorita, e protegida pela justiça do martelo de Xangô, que era pra outra pessoa, não foi para o remetente, e agora é meu!
o Sol , o martelo de Xangô
                           

Como esse mês quase não tinha fotos, só doente e anêmica, tirei algumas, até no espelho do Sesc Consolação 😝

Em casa, antes de sair, até de blusa eu estava!

                               

Que felicidade voltar a ter meus pequenos prazeres

Fui a terapia, não foi fácil. Foi daqueles dias que eu fiquei muito nervosa,  que mexemos em assuntos que eu não sei lidar e que, agora, não quero aprender, não me importa se pareço arrogante  egoísta , porque eu  posso ser, sou humana e só tenho a mim mesma para me proteger nesse mundo, se me afasto, se não dou o braço a torcer, é porque eu sei a dor da  traição, eu sei o tamanho do medo de ficar vulnerável de novo. Não dou corda, não faço festinha para besteiras e absurdos que ouço calada, que é melhor do que se surda, mas  tambor pra doido dançar eu não bato.  Floda-se!

Vamos ao SESC, que saudades!

Só posso agradecer ter de volta
meus pequenos/grandes prazeres
  
Quando eu chequei no Teatro Anchieta, depois de tantas ausências, vi que as flores tinham mudado e que agora eram amarelas, como eu estava! Que boas vindas! 
Que alegria!
                                     
Encontrei minha amiga Rosane e seu marido Mauricio, muito bom encontro casual 
                                              
Ai fui ver quem ia se apresentar hoje, era Mauricio Pazz e mais pesquisa em sonoridades de raiz africana. Só na descrição percebi que seria show de música instrumental, como eu gosto
belezinha

Mais informações:
A banda 

Sobre a trajetória de Pazz

Se quiser , pode conferir o show aqui, muita sofisticação  :

                                         

Para comentar melhor eu queria ter escrito mais perto do dia que assisti no Sesc, mas não tive como. Aqui fica um comentário no dia :


Algumas fotos :





amei esse figurino, vou me inspirar

Alan Abadia no trombone

essa flautista, Tainá, acho, é maravilhosa

Depois, nas perguntas, aconteceu como eu mais gosto: perguntaram sobre INSTRUMENTOS e foi uma delícia ouvi-lo responder e explicar os instrumentos, como toca, porque toca ... Amo esse programa!









 

segunda-feira, 20 de maio de 2024

Virada cultural 2024, fraqueza ainda e livros

 


No dia 19 de maio de 2024 eu sai de casa sozinha pela  primeira vez após dengue e cirurgia. Já tinha treinado uma semana, mas meu abdominal não estava tão bom ainda. Fui ao Sesc Pompéia, trocar os livros na biblioteca, devolver os de maio que eu nem tinha conseguido ler e emprestar novos para junho. 

espero retomar ...
                                         

Novamente trouxe um de literatura Negro Brasileira, Contos crespos, do Cuti, um japonês, na verdade uma japonesa, a Hiro Arikawa e seu Relatos de um gato viajante, e um da Lygia, 8 contos de amor. 
Espero, verdadeiramente, poder voltar a me concentrar nas leituras... vejamos!
na fé que vou concluir a leitura de 
pelo menos um desses livros

                                                    
Sai da Biblioteca e passei na loja Sesc e vi, pela primeira vez, o CD do Berço do Samba de São Matheus em promoção. Quis me dar esse presente e dei!

                                                 

No encarte temos os seguintes textos de Nei Lopes e Danilo Santos de Miranda, sobre história do samba de São Paulo:

 O BERÇO DO SAMBA DE SÃO MATHEUS

Os círculos que discutem o samba se acostumaram, há muito tempo, a um certo tipo de pergunta recorrente : “ O de São Paulo é diferente do carioca?”. “E dá para fazer comparação?”, perguntam os ingênuos.


A questão chegou a ganhar contornos dramáticos com a, tristemente, célebre frase de “túmulo do samba”, atribuída a Vinícius de Moraes e dita, se é que foi mesmo, certamente de brincadeirinha, em busca ou por conta de um efeito. Porque a consolidação do samba urbano, no rádio e nas escolas, foi certamente um fenômeno sincrônico, ocorrido em várias capitais brasileiras e, principalmente, no eixo Rio-São Paulo. Assim, já na década de 1930, os paulistanos criavam suas primeiras apresentações como o Vai-Vai e o Lavapés. E, na passagem para a década seguinte, o rádio via surgir figuras de intérpretes autores e intérpretes do gênero, como Risadinha, Vassourinha, Isaurinha Garcia, Demônios da Garoa, Denis Brean, etc. Acrescenta-se a isso, o intercâmbio que desde sempre aconteceu entre sambistas das duas capitais como, por exemplo, entre o saudoso Pedrinho da Mangueira e seu “compadre” Germano Mathias.


Vejamos também que uma das iniciativas mais sérias do movimento popular nacional – a frente Negra Brasileira, fundada em São Paulo em 1931 – mantinha, pouca gente sabe, um “conjunto regional”, com violões, cavaquinhos e pandeiros, tocando e cantando em programas das rádios Tupi e Cultura. Por outro lado, veremos que depois em sua cidade a uma exibição do legendário Paulo da Portela, em 1940, foi que Seu Nenê da Vila Matilde teve a ideia de fundar a escola com a qual até hoje é confundido. E que, dois anos depois, o mesmo Paulo rompia com a direção de sua escola, exatamente após uma apresentação em São Paulom juntamente com Cartola e Heitor dos Prazeres.


São apenas três exemplos entre muitos a serem citados. Mas, são provas inequívocas do que queremos demonstrar e que este CD da rapaziada de São Matheus corrobora. Nele, sem sombra de sotaques e unindo gerações, a tradição do samba se mantém viva, seja nos “sambas de primeira”, com a segunda parte mais ou menos improvisada, como o Partido da Vila Formosa (faixa 3); seja nos de poética lírico ecológica, como o belíssimo “À Noite” (faixa 10); ou mesmo naquele estilo marcadamente “velha guardista”, como “Farinha do mesmo saco” (faixa 11); ou nos meta sambas, autorreferentes, como “Eterno Brasão” (faixa 08); ou ainda nos sambas de rebuscada melodia, como “Amigos e parceiros” (faixa 14) e, naqueles arrasta povo, como “Vem pra Vera Cruz” (faixa 16), que encerra o disco.


Eis aqui, então, o sumo extraído de uma roda de samba existente há mais de 15 anos no bairro de São Matheus, zona leste de São Paulo. Reduto esse que já deu ao cenário artístico nacional frutos como o “Quinteto em Branco e Preto” e o conjunto “Filhos de São Matheus”. E que contempla, com o nome “Berço do samba”, um projeto social em que a música é o fio condutor, e do qual nasceu a “Orquestra do Choro de São Matheus”, também em parte presente neste CD.


Com exceção dos dois ilustres convidados, Almir Guineto e Beth Carvalho, todos os cerca de 40 artistas participantes do disco, são presença assíduas na roda. Entre eles,além dos já internacionais integrantes do “Quinteto”, destacamos a estreia em disco da voz portentosa de Luiz Lira (faixas 8, 14 e 16) e a presença autoral de Rubão , veterano campeão de sambas-enredo em várias escolas , presenças essas que, ao lado de todas as outras, reforçam a filosofia de união comunitária que sempre norteou os núcleos do samba em todos os seus locais de origem.


É claro, pois, que São Matheus, na zona leste paulistana, não é “o” berço do samba. Mas, para nós, não resta dúvida de que o presente registro representa fielmente o “Berço do samba de São Matheus” e muito do que se faz de melhor no samba de todo o Brasil.


(Nei Lopes -Rio, junho 2007)  




e essa pérola : 


 O PRIVILÉGIO DO SAMBA

O samba, na realidade, não vem do morro

Nem da cidade...


Privilégio de todos, resistência de alguns, o samba é um laço que enreda as desilusões e as alegrias do cotidiano.


De trajetos híbridos, o samba paulista veio, no dizer de Mario de Andrade, do “samba rural”, das festas de Bom Jesus do Pirapora onde, na década de 30, grupos de diversas regiões do Estado e da Capital se reuniam para tocar os batuques das colheitas de café e de cana.


Hoje, o bumbo urbano, travestido de surdo, permanece atento, seja na tradição da história do samba paulista de Geraldo Filme, Hélio Bagunça, China da Vai-Vai, Nenê da Vila Matilde, Zeca da Casa Verde, Toniquinho Batuqueiro, Germano Mathias e Oswaldinho da Cuíca entre tantos: seja nas rodas de samba da Barra Funda, da Bela Vista ou Bexiga, perto da Baixada do Glicério ou em São Matheus, na zona leste de São Paulo.


São Matheus, o bairro que se quer cidade, teve sua origem na Fazenda São Matheus, de propriedade de Mateo Bei, que a loteou em 1948. A região, desde então, acalentou sambistas que preservaram não só o gênero musical limitado ao interregno do carnaval, mas o samba enquanto manifestação cultural, fruto dos hábitos e experiências da comunidade.


Nas suas rodas de samba, músicos como Rubens Paulista da Silva, o Rubão, Luiz Lira, o Quinteto em Branco e Preto e a Orquestra de Choro de São Matheus , cantam, tocam e contam as histórias dessa tradição musical, renovada pelos jovens integrantes do projeto social “Berço do samba”. Reunidos ao CD “Berço do samba de São Matheus”, com participações especiais de Beth Carvalho e Almir Guineto, esta iniciativa reafirma o compromisso do SESCSP em apoiar ações voltadas para a educação e para a diversidade da cultura brasileira, proporcionando o prazer para quem, como na letra e melodia de Noel Rosa e Vadico , sentirá que o samba então, nasce do coração.


(Danilo Santos de Miranda- Diretor Regional do SESCSP)

 

Estava rolando ainda, desde o dia anterior, a Virada Cultural e eu acabei conseguindo acompanhar a apresentação de jovens bailarinos do grupo Favela Dance, dançando funk. Se eu estivesse normal e sem o peso dos livros, também teria dançado, pois é contagiante e muito legal, gravei,  transmiti ao vivo e tudo mais...





Eu estava feliz, mas sem muita confiança na força do meu corpo, ainda :






Tudo vai se acertar, tenho fé que ainda em Maio estarei  quase 100%  







sábado, 11 de maio de 2024

Sobre a cirurgia

Ainda em casa, no dia da cirurgia


No dia 9 de maio de 2024 eu, enfim, passei por uma pequena operação ginecológica para retirada de um pólipo uterino. Venho me preparando para ela desde agosto do ano passado, achei que acabaria com isso antes do meu aniversário em outubro, depois achei que seria ainda no ano passado e de atrasos e adiantamentos, em dezembro marcamos para maio. Agora estava tudo pronto e certo , só  não esperava que, no fim de abril, muito perto do procedimento, eu teria dengue e isso me deixaria muito acabadinha. 

Muita tensão porque, embora eu estivesse melhorando aos poucos e a dengue saindo de mim, em repouso total , me alimentando bem, sete dias antes do procedimento eu ainda estava anêmica, pálida e fraca. com cara de dengue, quando fiz meu último hemograma. Aos meus olhos de leiga, parecia um exame de quem saia de uma dengue, mas não estava tão ruim. De fato estava em recuperação e não estava ainda tudo normal, inclusive  em elementos importantes:  embora já tivesse quase as plaquetas mínimas para estar curada da dengue (tinha 148 para o mínimo de 150) e um pouco de anemia,  continuei me cuidando e repousando, numa corrida contra o tempo.

Só soube que a operação não seria adiada três dias antes, quando mostrei o hemograma para a anestesista e ela deu o seu ok. Foi um alívio.

No dia 7 de abril consultei com anestesista e tive o aval para o procedimento cirúrgico
                                 

A partir dai eu  segui as recomendações oito horas de  horas de jejum, cabelo seco, sem acessórios ou apetrechos , segui para o hospital acompanhada da minha irmã. Estava lotado e atrasou muito: marcada para  meio dia, a operação aconteceu só depois das 16 horas.

Tomei a sedação, não senti dor, nem nada por cinco horas. Quando acordei, perguntei ao enfermeiro: já acabou?  Sim, já tinha acabado. Estranhei porque, aparentemente, eu estava como quando me deitei para tomar a anestesia... Mas estava de fralda e sem o pólipo intruso.

comunicado quando voltei para casa

                                             

Agora é esperar o resultado da biópsia, que não apontou indícios de   malignidade! Amém !

Como disse, não senti dores nem durante e nem depois da cirurgia. Devo continuar em repouso por três dias para tentar diminuir sangramentos, tomando anti inflamatório e semana que vem, devo voltar a vida normal, bem devagar.

Que alívio !




Agrados pó cirurgia



segunda-feira, 6 de maio de 2024

Show da Madonna em copacabana e o adeus da dengue

Pabblo e Maddona: alegres

Vamos lá, era 4 de maio de 2024 e uma das poucas coisas legais que esse mês nos trouxe:  O show gratuito de Madonna , na praia de Copacabana no  Rio de Janeiro, encerrando  a sua turnê “Celebration Tour”, que festeja seus quarenta anos de carreira, patrocinada pelo Banco Itaú e  no Brasil,  transmitido  pela Globo na TV aberta ! 

Não ia dar para uma mulher com mais de 40 anos como eu não se interessar! Na minha infância e adolescência nos anos 80/90, como todo o mundo, literalmente, também fui fã de Maddona! 

Menina de 9 anos, também fui "Madonna"

Adorava a imagem, a elegância e sobretudo a dança! Os balés, sempre achei, e ainda acho, algo literalmente espetacular uma mulher de mais de 60 anos dançando tanto! 

Já adulta e cursando História, Maddona virou objeto de estudo cultural, como lembrei durante a semana

Maddona também era uma Afrodite


Sempre (estou usando muito essa palavra, tolerem, é só sobre Maddona, a precursora e a maior de todas as divas pop!) achei Maddona muito inteligente, corajosa, um símbolo de libertação feminina (especialmente da tão reprimida por séculos sexualidade da mulher). 

Uma boa cantora, mas uma excelente artista, um olhar estético notável,  sempre muito bom gosto em tudo, sempre muita polêmica porque, como toda diva pop, ela gosta de causar.
Ficou uma semana hospedada no Copacabana Palace  ensaiando, apareceu uma vez só na janela no primeiro dia, olhando o mar de fãs que se aglomeravam em frente ao hotel. Essa foto virou todo tipo de meme possível e divertiu o Brasil e o mundo a semana toda: 
 
O que ela estaria pensando? Que calor? Quanto pobre? Quanto gay?kkkkk

Esse show mobilizando todo mundo, os prós e os contra Maddona. 
Alguns acharam que EU ia ser contra! Logo eu, que adoro shows na rua e aglomerações ! Mas acharam ...  Tive que me pronunciar sobre a Diva nas Redes: sabendo quantos preconceitos um show desses desperta, hablei mesmo :

Não sou transfóbica, homofóbica, nem maddonodóbica

Queria ter estado lá

Mas eu sabia que para mim seria impossível porque ainda estava me recuperando da dengue naquela semana e ainda só queria dormir:


naquela semana 
Não tinha muita esperança de assistir ao show acordada!

                            
Mas não é que consegui ver inteirinho? O show Maddona foi, pra mim, a marca de que a dengue tinha, enfim, deixado meu corpo depois de tanto soro e repouso ! 

Sobre o show, gostei muito, tinha todo aquele ar nostálgico de trilha sonora de uma vida toda, me emocionei em vários momentos, especialmente na homenagem às vitimas de HIV, onde apareceu até o Caio Fernando Abreu, uma perda muito sentida por mim na adolescência


 Chorei m porque lembro bem do horror que foi aquela época, HIV era sentença de morte e acometia muitos gays, público de Maddona, que foi quem teve a coragem de usar sua visibilidade para informar que não eram só gays os infectados, que a camisinha era a saída dali para frente, e etc...muito envolvida nessa causa, adotou quatro dos seus seis filhos no Malauí, país africano onde, infelizmente,  o HIV ainda é um mau comum. Os quatro filhos africanos participaram do show no Brasil. 
 
 
Mas não foi só isso... o show foi todo adaptado  pra nós , coisa mais linda , com bateria mirim comandada por Pretinho da Serrinha, Anitta e Pabllo Vittar, que a pegou no colo e abraçou coberto pela bandeira do  Brasil, ressignicando-a depois daquele surto fascista

Repercussão 

Aqui em casa, além de mim, minha mãe também gostou muito do show. Só que, ao contrário de mim, ela detestou ter gostado kkkkk

                                 
 
No dia seguinte postei um comentário



 


domingo, 5 de maio de 2024

Peguei Dengue

 

Eu fiquei muito mal. 
Melhorei aos poucos...

Meus primeiros sintomas foram mesmo  na noite daquela terça feira alegre.

Muita dor no corpo e de cabeça, calafrios, falta de apetite,uma semana de cama, a base de água e frutas e medindo temperatura. Não tive febre. Não tive  manchas nem vomito ou diarréia.Aguentei firme, só lembro de ter tomado Neosaldina pra dor de cabeça. Achei que tinha ficado doente e tinha passado.

No sétimo dia desde os primeiros sintomas,segunda feira dia 29, tentei voltar pra academia, só que não estava bem: estava fraca, pálida, sem forças pra nada. Foi muito exaustivo descer a pé, subir escada da academia. E eu, teimosa,achando que ia me acostumar.

Na terça feira dia 30, não aguentei descer a pé, nem mesmo segurar no ônibus, me senti mesmo muito fraca. Foi aí que o instrutor mandou a real : te conheço há anos, nunca te vi fraca assim. Procure um médico.

Fui com minha mãe ao posto de saúde. Estava cheio, não consegui fazer o exame, porque já não tinha sintomas, só uma fraqueza absurda! Era véspera de feriado me recomendaram repousar,me alimentar, hidratar muito, soro caseiro, água de côco... Ia melhorar.

No dia 2 de maio tinha meu último pré operatório marcado e fui sozinha de uber tirar sangue na Lapa.

Show de horror, eu fraca, pálida, parecendo um fantasma na rua ...


Fiz um hemograma, plaquetas baixas (o mínimo é 150, estava com 145),  um pouco de anemia, mas não muito também. 


Dia 7 marcaram com o anestesista. Eu vou. Vou levar todos os exames, inclusive esse das plaquetas baixas.

Não sei mesmo se vão querer fazer essa operação ou vão remarcar. Seja lá o que for, que seja o melhor pra mim. Só sei que não vejo a hora de sair desse pesadelo de dengue. 

Espero voltar com boas novidades em breve.

As novidades do pós dengue e pós cirurgia:



quinta-feira, 25 de abril de 2024

Caetano Brasil no dia nacional do choro

 

 

Era para ser mais uma terça feira grande,de sair pra dar um rolê, mas tive que ir na academia antes e treinei perna... Sai com muitas dores, incrível! Só que achei que com o tempo fosse diminuir, mas estava enganada.

Fui me trocar, ia usar minha blusinha gola alta preta com shortinho de moletom branco , porque detesto me vestir toda de preto. Infelizmente ouvi a opinião da minha mãe e coloquei a saia preto e branca, fiquei parecendo uma executiva,nada a ver comigo.  Mesmo assim recebi elogio de um amigo do instrumetal, pena que o elogio foi pra alguém que não sou nem quero ser 

De shortinho branco  ia ficar menos sóbria 

Tudo bem... Na terapia falei das dores da alma, de ter visto meu lado ruim com o conto de Lygia Fagundes Telles, de ter tirado um fim de semana para descansar e ter ficado ainda mais estressada. Falamos de exaustão...

Fui ao Sesc. Tirei fotos das flores e com minha amiga Mônica 

Flores coloridas e alegres 
Melhores do que eu estava

 Para comer, não gostei da sopa de batatas (evito batatas), como um salgadinho de queijo bem ruim e creme de frutas vermelhas bem gostoso 


Sentia aquela dor da academia cada vez  mais forte, mas ainda suportável.

Era um show do Caetano Brasil, que apresentou seu disco de regravações de Pixinguinha, no dia do seu aniversário e também dia do choro. Muito belo.

No site do Instrumetal o definem:

Foi tudo muito bonito 

Tirei fotos, especialmente da iluminação vermelha muito linda e alegre, mais bonita do que eu estava
Podia ter aproveitado mais sem dores 

Quando votei pra casa as dores aumentaram,mal dormi à noite,com calafrio e achei até que estava com dengue.
Só queria dormir no dia seguinte, Ainda estou assim, desde o fim de semana o corpo avisou que estou exausta, né ? Então... Mas vou melhorar! 🙏🏾

Semana que vem tem mais , comigo menos soturna e dolorida...