Murakami mexendo as peças no meu tabuleiro:
" Sim, estou magoado. Muito, profundamente. Kino disse a si mesmo e chorou."
( Haruki Murakami. KIino, in "Homens sem muheres")
Não há nada muito espetacular, não mesmo. Na verdade é a história mais banal do mundo, na ficção então, praticamente um cliché: alguém ferido tranca o coração, tenta seguir em frente, procura ser forte e maduro. Até que consegue.
Mas , certa madrugada, escuta batidas insistentes na porta. Sabe quem bate : É aquilo que tentou reprimir 💔
Abre a porta? Ainda consegue abrir?

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