sábado, 8 de junho de 2024

Pianista e arranjadora Marta Karassawa no Instrumental num dia frio de inverno



Bom, estava frio. pois esta, pois estamos quase no inverno, mas eu tinha terapia e fui no instrumental depois. Fui muito Camila no in(f)verno

Adoro marrom

Na terapia, a gente fala de coisas não tão agradáveis, ainda mais num dia de frio, tempo que não gosto...
Mas fui ao tSesc me esquentar com a sopinha:


Depois o instrumental, sabia que seria jazz pois era o show de uma pianista , mas nunca estou preparada para um show tão elegante, parecia que eu estava no BLUE NOTE. 
A Marta é uma musicista experiente   sua banda tem brilhos  e o site do instrumental sintetiza seu excelente trabalho assim :



Sobre os instrumentos, além do piano, que seria mesmo central no show de uma pianista, e da bateria que sempre pode roubar a cena e desta vez também roubou, destaco os saxes: o sax  tenor com Teco Cardoso (figura conhecida do instrumental) que ficou no centro do palco  e o sax barítono do convidado Chico Macedo, com outras sonoridades! Adoro...
Se quiser, confira o show na íntegra :



Algumas fotos :



Bandinha chique demais

À esquerda Teco Cardoso e à
esquerda o belo Sidmar Vieira e seu sonoro trompete 

Frank Herzberg , marido de Marta, no contrabaixo

Sidmar Vieira no trompete: belezas de inverno

Zé Eduardo Nazário na bateria 

Marta Karassawa no piano

Teco Martins

Muito raramente Marta Karassawa ficou de frente,
mas consegui fotografar seu rosto

Marta Karassawa de perfil

com Patrícia Palumbo à esquerda
Pena que desta vez não teve nenhuma pergunta


Chico Macedo e seu exuberante sax barítono


No fim, meu breve comentário no caminho de volta :



E registros pós 22 horas daquela noite fria


segunda-feira, 3 de junho de 2024

Primeiro samba pós dengue: quintal dos Prettos julho 2024

 


O meu aguardado primeiro samba pós dengue, abrindo o mês de junho 2024,  tinha que ser o tradicional Quintal dos Prettos, claro. E foi meio que um ensaio para saber a quantas anda minha força, pois eu u sabia que ficaria muitas horas em pé e realmente fiquei, mas aguentei firme. 

Foi muito bom reencontrar amigos no Maria Zélia, lugar tão amado ! Que alegria estar de volta!
Algumas fotos e postagens:
















Em casa sempre estou com mais frio



pedras pra combinar com a blusa

oi


Um sorriso tímido, ainda

Nem gosto pouco



Os meninos do samba



adorei a blusinha



"Ninguém inveja o ruim
Ninguém odeia o fraco"

Brigadeiro 



Em casa 22 horas


E aconteceram coisas que não fotografei nem filmei, mas deixa baixo!foi assim meu primeiro Quintal pós dengue, até o próximo!














sexta-feira, 31 de maio de 2024

A doçura do jazz de Beatriz Lima


Fechando o difícil maio 2024,
 a doçura de Beatriz Lima

Em 28 de maio não tinha terapia, mas fui  assistir a apresentação autoral da doce baixista Beatriz Lima e sua banda Rosas e Jeans, que fazem  um jazz trabalhado, mas de audição agradável aos apreciadores. Eu gostei que a predominância era de musicistas mulheres, isso é notável no universo da música instrumental.

o cartaz das apresentações : mulheres jazzistas

Fazia um dia bem frio, me arrumei de azul e rosa
Até que estava bem gatinha...

Mas depois troquei parte do look com medo do frio e não me arrependi

à esquerda gatinha, à direita protegida do  frio 
No site do instrumental descrevem Beatriz Assim:


Se quiser, confira a apresentação:


 Eu tirei algumas fotos, destacando os musicistas :

O palco e a luz azul: lindezas do instrumental

A banda numerosa e rosada a postos 

Lindas e talentosas mulheres 
Victória dos Santos (percussão) e Ulisses Sebastião (bateria) 



Conrado Viana ao piano

Rosas


Solo de trombone de Fábio Viana
Beatriz Lima no Baixo contrabaixo acústico


Lilian Cueto ao piano



Maravilhosa Carol Calê na bateria 


Palco cheio de instrumentistas 




Victória dos Santos no momento da cuíca 


coral


Eu dei minha opinião geral na volta : 

                                   


Um assunto para reflexão depois: 

                                    

Valeu Instrumental, por mais essa 


Catástofe no RS e Jeferson Tenório

a grande tragédia que tentou apagar RS

Em maio, no Rio Grande do Sul (RS), vivemos uma das maiores tragédias climáticas ocorridas no Brasil, e pudemos acompanhar de perto pela TV ou internet. 
Uma imagem da catástrofe ambiental:
enchente inundando cidades e quase cancelando parte de RS

Quando começou, em 4 de maio, eu ainda estava no fim da dengue e quase não vi nada sobre, mas como não parou tão cedo e foi de uma proporção que eu nunca vi, dias depois só se falava disso e até hoje, 31 de maio,  ainda se está pensando no que fazer para retomar e reconstruir parte daquele Estado.
só fui acompanhar mesmo depois  mesmo vários  dias depois, quando eu que eu estava melhor e lamentei muito por tudo, especialmente por Porto Alegre, cidade de onde tinha boas memórias 


 
No pós cirurgia, até que já dava para voltar a ler "Música ao longe" do Érico Veríssimo, que ainda estava comigo, mas como ler um texto sobre esse lugar que estava sendo tão castigado. Devolvi o Érico na biblioteca
                                              

Somente  ver Youtube eu podia, então  fiquei assistindo  uns vídeos sobre a Casa das Sete  Mulheres, um me chamou a atenção, sendo que eu estava encantada com a valentia dos gaúchos perante a catástrofe, e na série é relatado que isso vinha de há muito tempo:



Mas sobre 2024, me chamou a atenção a fala do romancista  Jeferson Tenório, em uma entrevista ao site UOL, ele que viveu muito tempo em Porto alegre (POA), pois pensamos na mesma direção, o aeroporto alagado dava dimensão real e simbólica  menção do tamanho da catástrofe : 


Vale transcrever a fala :

"O Rio Grande do Sul, como a gente conheceu, não vai mais existir. A gente tem agora uma outra realidade, vai ter um momento de reconstrução, essa remoção de pessoas de vários lugares, né? E acho que esse evento climático nos mostrou a potência do que é essa crise e que ela é capaz, sim, de terminar com o Estado inteiro. Terminou, né? A gente viu cidades inteiras submersas! Aquela imagem do Aeroporto embaixo d'água é digna de filme americano  de apocalipse, de fim de tudo. A impressão que dá é a de que se tudo acabasse terminaria desse jeito. É algo assustador!" Jeferson Tenório 


No meio de maio eu tentei  ser esperançosa, mas o mês veio pra não ser tão bom:






Muitos dias depois da catástrofe do dia 4, já em 26 de maio, nada estava bem ainda e eu fiz uma nova reflexão: