Não do mesmo jeito, aliás bem diferente, mas enfim, uma Caleifação, apesar do frio, apesar de ser Dia das mães, foi uma delícia.
Comentei tudo nos stories, vejamos alguns
Não do mesmo jeito, aliás bem diferente, mas enfim, uma Caleifação, apesar do frio, apesar de ser Dia das mães, foi uma delícia.
Comentei tudo nos stories, vejamos alguns
Mas eu estava de beca nova, a camiseta da linha "Zeca Pagodinho" que comprei na promoção do dia do samba da Chico Rei camisetas, achei muito bonito e apropriado.
Desde que cortei o cabelo da última vez em 2019 e foi traumático, não me via naquela imagem, meus cachinhos alisaram, um horror, quase entrei em depressão.
Desta vez, pós quarentena, foi muito diferente. Só 4 dedinhos e um corte lateral pra movimentar. Por enquanto ainda tá cheio de friz porque veio secando ao vento no caminho, mas deu pra ver como tá mais leve, tirou uma aura pesada daquele cabelão fio reto.
Não era propriamente minha intenção, nunca pensei em fazer reflexo e meu cabelo é mais fininho sem tanto volume, mas não é que, guardadas as devidas proporções, o corte ficou parecido com o APLIQUE lindo que a Bruna Linzmeyer usava em Pantanal e eu admirava o movimento dos cachos, o charme... AMEI 💓
Kkkk
Meu querido amigo Vitor me convidou pra curtir a festa do Boteco Prato do Dia no Tendal da Lapa,no nosso horário habitual das tardes de domingo. esta a única roupa que consegui, a mais confortável e simboora
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| Tem circo |
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| Tem murais |
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| Tem imagens poéticas |
Não sabíamos se ia ou não ser alguma específica e de carnaval fora de época já que desfiles de escolas de Samba e alguns bloquinhos estavam acontecendo, essa também acabou virando carnaval! Adorei!
Mas do que mais gostei de verdade foi reencontrar amigos queridos que não via desde o início da pandemia, poder abraçar, ficar juntinho de novo , não teve preço!
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| Com a querida Ligia em 4 momentos |
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| Com a querida Ligia em 4 momentos |
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| Com o querido Vitor e a amiga no fervo |
Também nesse dia, a algumas quadras, o Bar Anexo 55, colado à União fraterna, ia ter uma mini festa Caleifação e eu não podia deixar de dar uma espiada
O detalhe é que quando passei no bar não tinha ninguém dançando ainda, embora estivesse tocando uma maravilhosa versão de Deixa eu te Amar, do Agepê, deliciosa pra dançar. Caleifação, melhor som dos rolês! Mas fiquei pouquinho e voltei ao Tendal, ouvir trabalhos de DJ pesquisadores
Que dia sem preço foi aquele!
Esse mês terminei algo a que me propus: ler os quatro romances com protagonistas mulheres criadas por Jorge Amado, a saber : Gabriela Cravo e Canela (1958), Dona Flor e seus dois maridos (1966), Tereza Batista cansada de Guerra (1972) e Tieta do Agreste (1977). Só me faltava o Gabriela Cravo e Canela (1958), justamente o primeiro.
Se não me engano, acho que o primeiro que li o Dona Flor, ainda adolescente, mas depois reli em 2020, nos primeiros tempos da quarentena, e amei! Amo Flor, doce, determinada, apaixonada, é um mulherão. Claro que para sustentar essa personagem grande, Jorge construiu uma das suas melhores narrativas, envolvendo gente, orixás, encantados e muita comida boa! Como mulher, acho a Flor a melhor construção de Jorge, eu a admiro tanto! Lutou, trabalhou , criou sua escola, seu curso, e com isso se pode sustentar, sozinha, a si mesma e a seu amor e desejo por aqueles dois maridos. Palmas para ela!
Depois li Tieta, leitura mais dificultosa, embora ainda muito divertida. Tieta é bem um mulher de Jorge, se sustenta, deu a volta por cima, voltou à cidade atrasada onde nasceu e provocou um escarcéu.
Tereza Batista conheci esse ano, amei! Literariamente é o melhor livro dos quatro. Tereza tem um pouco de todas as outras, sua história é narrada em cordeis e ela própria é definida como uma heroína de cordel, guerreira, bonita, romântica! Que livro, meus amigos, super recomendo , inclusive, recomendo as edições da Martins, com ilustrações belas e edições maravilhosas.
Já Gabriela, de cheiro de cravo e cor de canela, sempre com flor no cabelo, embora seja a com quem mais me identifique nos detalhes, como mulher eu achei a mais fraca de todas. Está certo que as adaptações só a empobreceram, na medida em que enfraqueceram o enredo do romance, que é altamente politico, mas vale lembrar que até a determinada Malvina, personagem secundária, parece ser mais uma típica mulher criada por Jorge do que Gabi.
Mas, em geral, achei fantástico que temos essas personagens e esse autor na literatura brasileira. Viva Jorge!