quarta-feira, 13 de abril de 2016

terça-feira, 12 de abril de 2016

Vamos de mãos dadas...

"Rosa e Azul" Renoir (detalhe)

"O presente é tão grande, não nos afastemos
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas" 

Drummond

domingo, 10 de abril de 2016

Aldo Medeiros : possível tradutor


Eu acho (tenho quase certeza) que esse Aldo Medeiros é o tradutor do livro "A Hora das crianças", de Walter Benjamin. Por que eu tenho essa intuição tão grande, se devem existir tantos homens com o nome Aldo Medeiros? É que a tradução é muito boa, muito vivaz, conservando deliciosamente as características da oralidade (eram programas de rádio, né?) e não estranharia nada que tenha sido feita por um violonista (de artistas das cordas eu entendo). Sem mais comentários ...

sábado, 9 de abril de 2016

Os manuscritos literários como fontes de pesquisa histórica - Camila Rodrigues


Acaba de sair o dia e o horário do curso que vou ministrar no V Encontro de Pesquisa em História da UFMG - Ephis 
Será no dia 08 de junho de 2016, das 08:00 as 12:00
Aguardo todos os que estiverem em BH nessa época! 

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Tempo e Quintana


"A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são 6 horas: há tempo…
Quando se vê, já é 6ª-feira…
Quando se vê, passaram 60 anos…
Agora, é tarde demais para ser reprovado…
E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio
seguia sempre, sempre em frente…

E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.“

Mário Quintana, “Seiscentos e Sessenta e Seis

Heinrich Zille e as crônicas visuais berlinenses

"...Outro grande berlinense, que vocês conhecem e que faleceu há pouco tempo, chama-se Heinrich Zille (1858-1929). Sempre que ele escutava ou presenciava uma bela história, não perdia a oportunidade de transformá-la em desenho que certamente ganharia fama." (Walter BENJAMIN. A Hora das crianças, p.11)
A  vida na Alemanha  por volta de 1970

A  vida na Alemanha  por volta de 1970

A classe trabalhadora na Alemanha por volta de 1870

A  vida na Alemanha  por volta de 1970



quarta-feira, 6 de abril de 2016

Exposição História da Infância MASP

Detalhes fornecidos pelo MASP
A partir de 7 de abril, o MASP apresenta a exposição "Histórias da infância", que apresenta obras com representações da infância de diferentes períodos, territórios e escolas, da arte africana e asiática à brasileira, cusquenha e europeia, incluindo arte sacra, barroca, acadêmica, moderna, contemporânea, e a chamada arte popular, bem como desenhos feitos por crianças, posicionados no mesmo espaço, ao lado das demais obras. 
"Histórias da infância" reúne cerca de 200 trabalhos de acervos do MASP, outras instituições e coleções particulares e ocupa os espaços expositivos do 1º andar e 1º subsolo do museu até o dia 31 de julho de 2016.
A exposição é organizada em núcleos temáticos permeáveis: retratos, representações de família, imagens de educação e de brincadeiras, crianças artistas, crianças anjos, morte, natividade e maternidade. Obras icônicas do MASP -- como O escolar (1888), de Van Gogh, Rosa e azul (1881), de Renoir, Retrato de Auguste Gabriel Gaudefroy (1741), de Chardin, e Criança morta (1944), de Portinari -- aparecem em novos contextos ao lado de trabalhos de épocas diversas.
"Histórias da infância" reconhece e inclui as histórias das próprias crianças: em pé de igualdade com os demais trabalhos, são expostos desenhos feitos por elas nos anos 1970, anos 2000, e mais recentemente em 2016, durante oficinas no museu. É importante lembrar que eles não estarão em uma sala ou seção específica, separados do conjunto, mas integrados aos demais trabalhos, conferindo a eles uma situação de equilíbrio, para um diálogo possível e sem hierarquias pré-estabelecidas pela expografia. O museu entende que há muito o que aprender com esses desenhos, essas trocas e essas histórias.
A altura média em que as obras costumam ser expostas foi rebaixada da medida padrão: de 1.50 m para 1.20 m (na galeria do 1º andar) e para 1.30 m (no 1o. subsolo), buscando tanto um olhar mais direto da criança quanto uma maior aproximação corporal. Além disso, artistas contemporâneos conduzirão oficinas com crianças aos finais de semana, caso de Rivane Neuenschwander, Cinthia Marcelle, Nicolás Robbio, Lays Myrrha, Thiago Martins de Melo e Thiago Honório. O museu entende esta ação como uma outra maneira, inédita e experimental, de se relacionar com as ideias e a produção destes artistas. 
A exposição tem curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico; Fernando Oliva, curador; Lilia Schwarcz, curadora-adjunta de histórias; Luciano Migliaccio, curador-adjunto de arte europeia.
Para mais informações sobre a exposição e atividades de mediação, visite o site do MASP: http://goo.gl/tMZxiu
O evento é gratuito e aberto ao público.O MASP funciona de terça a domingo, das 10h às 18h, e quinta, das 10h às 20h. Os ingressos custam R$25 (inteira), R$12 (meia). Às terças a entrada é gratuita. 
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