quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Humor criando novas lógicas de pensamento

(Nota de rodapé 99 de Marta Rosas de Oliveira, A tradução de humor: aspectos linguísticos e culturais na produção, leitura e transcriação de piadas. Diss. mestrado, Univ. Federal da Bahia, 2001, p. 68. A autora refere-se a seguinte entrevista, traduzida por ela própria LIVERSIDGE, Anthony. Interview: Edward De Bono.OMNI, March 1985p.75-6;116,118-20)

Humor criando novas lógicas de pensamento

(Nota de rodapé 99 de Marta Rosas de Oliveira, A tradução de humor: aspectos linguísticos e culturais na produção, leitura e transcriação de piadas. Diss. mestrado, Univ. Federal da Bahia, 2001, p. 68. A autora refere-se a seguinte entrevista, traduzida por ela própria LIVERSIDGE, Anthony. Interview: Edward De Bono.OMNI, March 1985p.75-6;116,118-20)

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Recomendação para a biblioteca básica de estudos rosianos


Segundo meu levantamento sobre a fortuna crítica do tema infância em Guimarães Rosa, esse livro, escrito na década de 1980,é peculiar. O interesse de Irene nele  livro não é se debruçar sobre a infância em Rosa, nem nada, porém apenas nesse trabalho eu li uma consideração séria sobre as MENINAS das Primeiras Estórias (1962) e de Tutaméia.(1967). Em determinado momento Irene aponta:


"Esses três contos (protagonizados por Nhinhinha, Brejeirinha e Djaiaí) representam facetas composicionais que, vistas no conjunto,marcam etapas evolutivas do processo narrativo de Guimarães Rosa." (Simões, 1988, p. 85). 


Usei muito essa ideia na tese (que não roubei dela, não), porém acrescento ainda outra personagem menina escrita por Rosa, a Fita Verde...
A todos os rosianos, recomendo a leitura desse livrinho

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Aquela cantiga


Esse fim de semana me perguntaram de novo "Mas por que você gosta tanto de 'Sorôco, sua mãe, sua filha'? ", e "sete e setenta" vezes eu não pude explicar o que esse texto provoca em mim ...ai optei por deixar o próprio Rosa responder: é que "a gente, com ele (Sorôco), ia até aonde ia aquela cantiga"...
E que cantiga é aquela:
" ...Agora, mesmo, a gente só escutava era o acorçôo (sic) do canto, das duas, aquela chirimia, que avocava: que era um constado de enormes diversidades desta vida, que podiam doer na gente, sem jurisprudência de motivo nem lugar, nenhum, mas pelo antes,pelo depois.Sorôco. "

domingo, 14 de agosto de 2016

Pedro Bloch no dia dos pais

(Jorge Bloch . In Arnaldo Bloch. 'Irmãos Karamabloch', 2008, p.108)


PEDRO BLOCH NO DIA DOS PAIS - "Muito provavelmente, grande parte do interesse pelo universo infantil manifesto por Pedro foi herança de seu pai Jorge Bloch, (Arnaldo Bloch. 'Irmãos Karamabloch', 2008, p.120-2),que lhe foi uma figura decisiva, afinal ele próprio declarou que o pai “era um ser de um tremendo calor humano. Era gente que gostava de gente. Em seu quase analfabetismo (emigrou para o Brasil ao perder grande fortuna e veio, já maduro, tentar vida nova) (Pedro Bloch, 'Você tem personalidade?', 1974, p.194) ”. Jorge Bloch sempre gostou de crianças, ainda na Rússia, quando os bebês da família nasciam, ele acompanhava tudo “como um número de mágica. O que sairia dali? Ao rebentarem, batia palmas, ria, chorava” (Arnaldo Bloch. 'Irmãos Karamabloch',, 2008,p. 47); no Brasil esse gosto pelos pequenos se manteve e aos finais de semana ele ficava contando histórias aos sobrinhos, “que traziam amigos da escola, meninos da rua e até cachorro para ouvir Jorge falar” (Arnaldo Bloch. 'Irmãos Karamabloch', 2008,p. 119).
Camila Rodrigues. "Anedotas infantis de Pedro Bloch: Narrativas de história cultural do humor e da criança (1952 - 2002)" (Projeto de pesquisa pós-doutorado).

Viola é o instrumento musical do Brasil. Antiqüera - Roberto Corrêa