domingo, 2 de outubro de 2016

Um concerto de João Omar tocando as peças de Elomar Figueira Melo


VIOLÃO DE JOÃO OMAR - Na sexta feira dia 30 de setembro eu assisti a um concerto do João Omar no lançamento do álbum "Ao Sertano", e como eu tive a oportunidade de dizer ao próprio João , esse álbum só de composições de Elomar Figueira Melo para violão, é hipnotizante, não consigo parar de ouvir. Adoro especialmente a faixa 9, "Prelúdio No. Sexto" (pena que não achei no Youtube para mostrar pra vocês, mas ele está inteiro para ouvir no Spotify), que é muito impressionante, que achei (quase com certeza) que tinha outros sons embutidos nela,para além do som do violão, porém EU VI ELE TOCAR SÓ COM O VIOLÃO BEM NA MINHA FRENTE, reproduzindo inclusive esses sons...E eu chorei de emoção pensando : esse é um artista de verdade, que honra poder ouvi-lo!
Agora volto a ouvir o álbum sem parar, porque a vida não é só um pedaço duro e amargo, também tem muitas belezas sublimes! 

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Herança imemorial do Paredão de Januária - MG


Recentemente estudo científicos estão encontrando vestígios do mar no norte das Minas Gerais, como lemos nessa reportagem.

Sobre o uso das ideias referentes ao universo marítimo em Tutaméia de Guimarães Rosa, tem o excelente texto:
  "Metáforas Náuticas", de Walnice Nogueira Galvão ...
REPEITA JANUÁRIA - Nessa foto de Pedro Strikis para a Revista Pesquisa Fapesp de junho de 2014, vemos o "Paredão em Januária, norte de Minas Gerais: fósseis de diminutos animais marinhos foram achados na Formação Sete Lagoas, que faz parte da unidade geológica chamada Grupo Bambuí"
O que a gente fala sobre as Minas Gerais, gente?

sábado, 17 de setembro de 2016

"Mãos vazias e pássaros voando" : Um trabalho de Teoria da História



"A Estória não é História. A Estória quer ser contra a História." G. Rosa
"Deus é paciência. O contrário é o diabo".G. Rosa
"
"Deus é definitivamente; o Demo é o contrário".G. Rosa

Por muito tempo, talvez um pouco influenciada por algumas outras opiniões azedas, eu acabei rejeitando o resultado final da minha dissertação de mestrado "Mãos vazias e pássaros voando : Memória, invenção e não-história em Tutaméia de João Guimarães Rosa"  (2009). Hoje peguei meu exemplar e, folheando, me orgulhei dele. Lembrei de toda travessia, da ousadia de pesquisar Rosa na História, da tensão de ter duvidado até o último minuto da defesa que eu ia ter condições de saúde para terminar... e terminei. Hoje eu concordo com algumas pessoas que, desde então, me disseram que é uma boa dissertação e para mim tem valor especial ela ser na área de TEORIA DA HISTÓRIA, propriamente dita (como eu sempre quis assumir, mas que depois nem sempre me deixaram fazer, porque agora é "História Intelectual" :s ). 

Era o pagamento de uma promessa que eu fiz à memória de Rosa, mas era também a agradável sensação de ter encontrando " a minha casa de verdade", no mundo de Rosa, então escrevi um trabalho bonito, que continua interessante (ainda uso as ideias nos artigos que tenho tentado publicar ) ...
Aquilo vale à pena fazer...

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

O Palhaço Carequinha



O PALHAÇO CAREQUINHA - As crianças leitoras, personagens e coautoras das anedotas de Pedro Bloch o reconheciam como produtor de humor pois se divertiam com ele e percebiam que os adultos também riam. Mas como a tarefa de fazer rir, para as crianças do século XX, era executada pelo palhaço, não é raro que o comparem com o palhaço Carequinha.

O cômico carioca George Savalla Gomes, o Carequinha (1915-2006) foi um palhaço de televisão desde pelo menos a década de 1950, tendo atuado em emissoras regionais, na TV Tupi, na Globo, Manchete e etc,era bastante conhecido das crianças durante todo o período que Pedro Bloch escreveu suas anedotas infantis.