Na tarde de 19 de fevereiro de 2017, enfim, assisti a um concerto do Beto Guedes no SESC Pinheiros.Achei ele muito vida loka no palco, perdeu palheta, estava com a famosa guitarra (emocionante vê-la também) com algum desajuste, e ele reclamava , tentava explicar ao público o problema "EM MINEIRÊS" ... isso nessa idade, imagina quando mais jovem! Se a voz dele não consegue mais dar aqueles agudos, ele achou um tecladista com a voz muito parecida com a dele quando jovem, isso é interessante para o show! Ajeitou alguns arranjos , como o de Nascente,mais para um reggae, talvez para não precisar mais de tantos malabarismos vocais. Também preferiu versões instrumentais para algumas canções como Lumiar, ficou lindo...pra minha surpresa ele cantou e tocou Quando te Vi,com um coral do teatro inteiro, emocionante! Beto envelheceu,como todos também envelheceremos, alguns chegam melhor outros pior, o mais importante para mim foi tê-lo visto ao vivo pelo menos uma vez na vida, foi a maior emoção. E, claro, como suspeitei desde o princípio, é um show pra assistir ao lado de um amor , mas isso ainda não tenho ... quem sabe numa próxima, né?
domingo, 19 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
A voz do instrumento
A VOZ DO INSTRUMENTO era uma série de apresentações musicais que eu sempre assistia no Sesc Pompéia, mas eu não me lembrava mais quando foi isso, ai procurei no Google e encontrei essa imagem e vi que foi entre 2010 e 2011 (mas na minha memória começou até antes, mas isso não está no Google, então não posso comprovar).
Acho que foi assistindo esta série que eu moldei meu ouvido para o instrumental, que eu acabei conhecendo instrumentistas, sempre pelo som que eles fazem (não me apegando aos nomes), e me deliciava. Agora isso já não existe mais no Pompéia (mais perto de casa), só que eu sentia tanta falta que semanalmente vou lá no Consolação, no Instrumental Sesc Brasil, e é no mesmo esquema: ir e escutar os instrumentos...pra que morrer?
Um aperitivo
Acho que foi assistindo esta série que eu moldei meu ouvido para o instrumental, que eu acabei conhecendo instrumentistas, sempre pelo som que eles fazem (não me apegando aos nomes), e me deliciava. Agora isso já não existe mais no Pompéia (mais perto de casa), só que eu sentia tanta falta que semanalmente vou lá no Consolação, no Instrumental Sesc Brasil, e é no mesmo esquema: ir e escutar os instrumentos...pra que morrer?
Um aperitivo
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
Texto arrumado
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| Figura 1 - Desenho de Luiz Jardim representando Nhinhinha e o sapo miraculoso.
Fonte- ROSA, João Guimarães. Primeiras estórias. 11 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1978, capa |
Eu solicitei revisão e meu artigo sobre as meninas de Rosa foi ajustado na Revista Caderno Espaço Feminino. Agora já dá para ler direitinho e se apaixonar pelas quatro meninas das estórias de Rosa neste link
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Certificado de Clubeira
Teve quem aqui está o meu diploma, sou uma clubeira certificada!
O curso. de 2015, era esse:
E o certificado :
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Retorno da Editora Nau sobre à resenha do livro de Walter Benjamin
Um dia você escreve uma resenha sobre o delicioso livro de Walter Benjamin e nas semanas seguintes ela só te dá alegrias! Acabo de receber um retorno da Editora Nau que publicou uma divulgação em sua página do Facebook. Estou MUITO, mas MUITO FELIZ MESMO 
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sábado, 11 de fevereiro de 2017
Opinião de historiadores em momentos tensos como agora.
"...a opinião de um historiador não tem mais legitimidade democrática do que a de qualquer outra pessoa. Mas é a opinião de alguém que passou muito do seu tempo fazendo comparações altamente subjetivas com dados muito diversos, da escassez à superabundância de fontes. E isso dá-lhe uma mistura de sensibilidade e experiência a que vale a pena prestar atenção. (...) Até porque, no fundo, ninguém gostaria mais de estar errado do que os historiadores que fazem essa comparação. De certa forma, ela é feita na esperança de vir a estar errada, ou pelo menos na esperança de persuadir as pessoas a agir para que a comparação possa vir a revelar-se errada. O historiador que dá o alarme está, de certa forma, a apostar contra si próprio. Se o seu plano de alerta der certo, a sua previsão dá errado. É chato, mas é melhor assim. Como em todas as profissões e vocações, não há melhor uso para o que pouco que se possa ter apreendido do que fazer qualquer coisa com isso quando é necessário. Como agora." Rui Tavares
Leia o texto completo AQUI.
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