Nesse fim de semana eu assisti,na Netflix, "O Filho de Mil Homens" (2025) , dirigido por Daniel Rezende. A partir da história do pescador Crisóstomo, que em uma aldeia tradicional portuguesa lamenta não ter tido um filho até conhecer Camilo e dar início a uma família e contar também muitas outras narrativas mágicas e visualmente belas. Adaptação de um romance de Valter Hugo Mãe que eu não li, é “realismo fantástico” em estado puro e um banquete visual para olhos sedentos de beleza. Alem as belezas naturais das praias, o filme reúne elementos em azul, verde e dourado para contar uma história de amor e pertencimento. Espero que o livro também seja assim, mas de qualquer forma que bom que ganhamos esse presente , mais um estrelado por Rodrigo Santoro, que em 2025 eu assisti em dois momentos de muita poesia no cinema nacional: "O Último Azul" (2025), dirigido por Gabriel Mascaro, e agora neste outro filme necessário!!

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